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Frases de Giovane Silva Santos

2.361 frases

⁠Um pouco de poesia e vida 22 Quem sabe, quem detém. Não se trata de segredo.
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⁠Um pouco de poesia e vida 22 Quem sabe, quem detém. Não se trata de segredo. Sim, enredo. A minha vida e a do povo também. Registros de vidas. Mesmo antes de Cabral. O índio que aqui entrou. Datas, registros e canal. Espiritualidades e religiões. Tecnologicamente, cientificamente. Vai se moldando as multidões. Qual o teor das vacinas. Das partículas, ondas, sinais e frequências. Na veia viajando. Segredo e engano. Quem revelará, libertará esse jogo profano. Giovane Silva Santos

⁠Homem máquina Hardware e softwares. Vacinas, chips, injeção.
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⁠Homem máquina Hardware e softwares. Vacinas, chips, injeção. Homem, máquina, programação. Qual mais veloz a luz ou o som. Enrgia de tesla e o novo tom. A frequência binária. Extraordinária. Toda uma gente comendo das modernas artes. Cientificamente, tecnologicamente, todos fazendo parte. Euforia frenética, aceleração do pensamento. Confundindo, religião, manobra politica de tantos. Será que o homem também fabrica o Espírito Santo. A bagagem do homem mau. Pastagens e, é grande curral. Gado marcado. Maquinas de todo jeito e de todo lado. Preto, branco, amarelo e salpicado. Intriseca sabedoria da fé e do sobrenatural. Cansativo, exaustivo a sociedade capital. Se a máquina não come, porque o homem tem fome. Emaranhada artimanha, o homem criando ratueira para o semelhante. Intrigante inteligência artificial, irracional. Giovane Silva Santos

⁠Cadê a Doly Ovelha artificial. Essa pecaria.
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⁠Cadê a Doly Ovelha artificial. Essa pecaria. As filhas da ciência e tecnologia. Doly, Doly, Doly. Será que os chips. Terão sua prole. Uauauauaua. Robocop. Homem de ferro. A fase dos transformes. Proteja pai eterno. Alimentar alumínio. Chumbo, aço e metal. Que loucura pelo domínio. Caminhando para o exterminio. Sim, o desumano homem mau. Crianças diferentes. Observastes minha gente. Um ar de mistério. Seria o selo, trombetas, grandes sinais. Qual a frequência que a criança antecipa o falar. Quem são as cobaias. As bestas em experimentar. Quem robô a natureza. As ondas, o som do má. Robou robô, mar má. Bom pensar. A frequência de rádio. A unidade ocular. Nano já era. Yocto, iota, pesquise já. Além da imaginação. A ciência, temperatura em ebulição. Sabes o dominio por Espírito. Diversa religião. Podem desenvolver o sinal mais eficaz. O processador mais veloz. O jogo de sinaps e a energia escalar. O comando das artérias. Veia milenar. Homem feroz. Algoz. Que é capaz de produzir vidas em laboratórios. Usando o próprio homem cobaia, mesmo que precise matar. Sabe quase, quase tudo. Do semelhante. Não sabe amar. Giovane Silva Santos

⁠Um pouco de poesia e vida 23 Quem importa com a chegada da morte. Se o percurso existe luta.
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⁠Um pouco de poesia e vida 23 Quem importa com a chegada da morte. Se o percurso existe luta. Ainda que em prantos e sangramentos, sem a sorte. O procedimento de uma labuta. Enquanto a sociedade contempla status. A identidade do povo embriagada na luxúria. Muitas escolas e lares. Desenhando pomares. Mas a real, amarguras. Inveja, ódio, tempos, vingança. A promessa, a terra, usura. A conquista, o feito. Se acontece, de qualquer jeito. Na força, na ciência, na pressão. Opressão, a mente sofre, a dor no peito. Jogo de paciência e calma. Famílias indiferentes a famílias. Massacra o corpo, risadas tuas aos meus prantos. Mas juro como canto, inocente na fauna. Roubastes as profundezas do bolso e do riso. Mas não entrego a dignidade de minha alma. Giovane Silva Santos

⁠Um pouco de poesia e vida 21 Quão maravilhoso e perigoso. O tabuleiro da história.
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⁠Um pouco de poesia e vida 21 Quão maravilhoso e perigoso. O tabuleiro da história. Relatos tantos, escondidas tantas memórias. A identidade do Brasil. O corpo que resistiu. A quem antes de Cabral residiu. Qual a verdadeira história do índio. E o negro, homem bicho, bicho homem no navio. Qual as relações das correntes. As de ontem, as de hoje, quem vê, quem viu. Meu pastor e meu padre nada fala. Os sinais, as frequências, as vozes. A ansiedade e a depressão coagida. Escravos da nova vida. A pobreza submetida. Quem tem a coroa da ciência. Quem causa doença. Tronco sem medida. Aiai meu lombo. 43 anos de quilombo. Brasil, desde Cabral, arrombo e violência. Giovane Silva Santos

⁠O historiador que ainda não surgiu. Sim, este que ainda não descobriu o Brasil. Pedro Alves Cabral.
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⁠O historiador que ainda não surgiu. Sim, este que ainda não descobriu o Brasil. Pedro Alves Cabral. Ficou com a moral. E o índio, onde está o pergaminho. Tribos e tribos. Idiomas tantos. Artes, cultura. Onde estão os velhos livros. O que esconde a história. O registro da memória. Milenar geração. A pergunta que não quer calar. Historiador, onde tá tu, pode nos revelar. Quem é o indio? Talvez o negro, desde o Egito, sabe contar. O que esconde. Raça pura. Grande mistura. Irmãos tão diferentes. Ramos de toda gente. Sete, Noé, uma só gente. Se a terra escrevesse um diário. Nos contasse cada passo. De onde veio cada genuíno traço. Triste saber, que da Terra, pela Terra, sangra o campo. Tempos e tempos. Bombas, espadas, sinais nos ventos. Pranto e vingança. Herança. Tronco, chicote, prostituição, perseguição. Escravos e senhores da nova geração. Historiador, venha revelar. A saga do tempo. Irmãos. Civilizações. Tormentos. Nem mesmos os reis israelitas. Os imperadores romanos. Não foram, até hoje capaz de sanar. A dor do semelhante. A cada variante. Artificialmente o homem lobo do homem insite em tragar, violar, massacrar. Pronto, mais uma vez historiador, a semente moderna, de onde parte a raiz que nasce o ódio, de que familia é esta planta, onde está, estão localizados, quem manobra a palavra santa. Giovane Silva Santos

⁠Quem é quem no jogo do bicho. Na corrida o quênia, xitara ou a gazela. Errou, o leopardo é a fera, como leões na savana, o mundo artmanha, tantas presas vulneráveis.
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⁠Quem é quem no jogo do bicho. Na corrida o quênia, xitara ou a gazela. Errou, o leopardo é a fera, como leões na savana, o mundo artmanha, tantas presas vulneráveis. E os tigres felinos, seria ofensivo os babuínos. Crocodilos de toda espécie, a serpente, a sucuri, quem inventou o jogo, afinal queria engolir. Dezena, centena, milhar. Mísseis, plutônio, arma nuclear. Se brincar, até os insetos. Mosquitos subliminar. Drones nas águas, na terra e no ar. Ninguém ver os bichos invisíveis. Sinais, o som, a frequência que ninguém consegue enxergar. A ciência tecnológica. Alguém pode acertar. Politicagem e religião. Tem pombos, gafanhotos, víbora e ladrão. Jogo do bicho homem. Que tristeza. Pode dá zebra. Uma loucura, coração e cabeça. Sem contar os dinossauros e dragão. Obstinados caçadores de baleia e tubarão. Chipados em satélites modernos. Que bicho corre na veia. Aranha, homem, teia. Giovane Silva Santos

⁠Um pouco de poesia e vida 19 De um povo heroico. Penhor da igualdade.
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⁠Um pouco de poesia e vida 19 De um povo heroico. Penhor da igualdade. No seio a liberdade. Como conquistar, oh braço forte. O hino ainda em construção. Libertação, pátria amada. Precisa se desafiar o peito a própria morte. De um sonho intenso e esperança. Que não foge da luta. Como combater essa labuta. No grito de independência ou morte a cruz sagrou. Hoje o verde perseguido, as margens dos rios correm perigo. Muitos inocentes sofrendo castigo. Minha segurança com PT na cintura. Oh fuzil, oh amargura. A riqueza da Terra é o colete a prova de bomba. Mas as portas se abriram para os sinais. Antenas multifuncionais. Chips na veia. Ciência, tecnologia formando uma teia. Política e religião tomando ceia. Ouviram do Ipiranga as margens plácidas. Giovane Silva Santos

⁠Um pouco de poesia e vida 20 Exportação, importação uau. Magnífico mundo moderno.
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⁠Um pouco de poesia e vida 20 Exportação, importação uau. Magnífico mundo moderno. Tão grande hemisfério da ciência. Vejamos a plenitude global. A guerra cambial, mercado financeiro. Dólar internacional, e mais de mil dinheiro. Brasil nacional, Brasil estrangeiro. Independente, asas, povo liberal. Alegoria, o tronco virtual. A moeda, o Chicote, o sinal. Tão dimensão, não dá pra descrever. Tantas artimanhas. Tantas barganhas. Até um drone mosquito pode lhe ver. Ora, ora, a mente lê, como prevê. Alienado mundo artificial. O que contém na veia. Roboticamente. Paralelamente. Viajando nas nuvens. Comunismo, Socialismo, Capitalismo. Política, tecnologia, religião cientificamente. Ismos que massacra gente. Giovane Silva Santos

⁠Um pouco de poesia e vida 18 A caixa de jogos. Tabuleiros diversos.
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⁠Um pouco de poesia e vida 18 A caixa de jogos. Tabuleiros diversos. A terra, o ouro, ardilosos perversos. Viajei na infância, quando uma caixinha dessas ganhei. Eram tantas opções, uma delas lembrei. Joguinho de perseguição. Conhecem o ludo. Peões, castelo, casas e trilhas. Hoje o mundo, aliás o mesmo de ontem imundo. Peão derrubando peão, bem cansativo e cheio de traições. Expertise, aliados para conspiração. Enfim, vida complexa. Variante perversa. Privação de liberdade. Tecnologia e maldade. O tripé político, científico e religioso. Do que é bom, do que é enganoso. Quem causa pranto e dor. O reitor. Dessa vida humilhante faculdade. Giovane Silva Santos

⁠Como funciona a sociedade Por favor, alguém poderia dizer. Um leigo, um cego que nada vê.
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⁠Como funciona a sociedade Por favor, alguém poderia dizer. Um leigo, um cego que nada vê. Se nada sei, este que fala, material nada tem. Responda, porque sou perseguido, no trilho da minha vida, por esse governo trem. Aliás, quem é o governo, quem governa, quem pilota a máquina nação. És livre Brasil, só que não. Infiltrados. Os vingadores. Soldado do futuro. Capitão América. Quem assistiu essa sessão, secção. Se tem alguma mente brilhante. Puxe a espada de tandera. Redes informativas, olho na televisão. Penso que chegou a era. Sou anseio de um tempo de espera. Antes da grande tribulação. A nudez do homem lobo. A grande revelação. Se a ovelha é inocente. Presa e violentada por lobos indecentes. Oh, desde já, libertação, salvação. Outrossim o martelo, a espada. Triste geração se condenada. Inocente. Enquanto o lobo devora tudo. Brincando de chave. Escravizando gente. Giovane Silva Santos

⁠Vale indagar Como é de fato. A escalada ao topo do congresso.
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⁠Vale indagar Como é de fato. A escalada ao topo do congresso. Tanta informação na rede. Todo tipo de relato. Cada estágio, barganha, o povo pagando ingresso. Ordem que é bom neca, que caro progresso. Como é de verdade. A derrota. Do morador de rua. Da cracolândia. Dos perseguidos. Inocentes feridos. A propósito. O jogo militar. A inteligência milenar. Pelotão de frente. Escondidos, comendo gente. Quem pode dizer para esse leigo rimador. O que a árvore de Sete se tornou. Jogo da história. Nem mesmo a cruz contorna a memória. Em algum lugar deve estar armazenado. O martelo do tribunal. A ordem do homem. A ordem do céu. Quem fez da vida esse escassel. Que dor. Pecado. Homem. Olha o grande cavalo branco. O mundo, sangramento e pranto. Que ódio tem. Que raça. Eles, quem. Irmãos Jafé, Can e Sem. A cruz do deserto. Quem gritar Jesus. Entra no trilho e pega o trem. Giovane Silva Santos

⁠O preço do mundo moderno Revolução industrial. A luz.
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⁠O preço do mundo moderno Revolução industrial. A luz. A escalada pelas modernas pirâmides ornamentais. O homem, o templo de cristais. Desprezo, se grita ou se come, tanto faz. Atrativos cruzeiros. Usinas, magistrais luzeiros. Mineração. Chão. Petróleo. Perfuração. Metrô, trem. Corredor. Túnel. Pontes, Niterói grande construção. O trigo sumiu. O pão. As grandes máquinas. Sinais viajando de Marte a lua. A grande obra do homem. A ciência, uma política de magia. Se resolveu o pecado do homem. Hummm, olha a tecnologia. Que fabrica perseguição. Que causa depressão. Segunda guerra mundial. Veja de lá a magia. Quem sabe bem antes. A guerra das civilizações. Eu sei, que de todo canto invasões. Leitura de mente. Picada de serpente. Ativa se programação. Vou bater nessa tecla. Quem sabe o tribunal desperta. A grande revelação. Uma elite no luxo. Enchendo o bucho. Muitos nascendo, crescendo, vivendo o tormento, a tribulação. Nada sobrenatural. O homem científico, político, religioso e tecnológico. Detém sórdida maneira de manipulação. Giovane Silva Santos

⁠Onde está a verdade Afinal. O que o presidente sabe sobre as vacinas que o povo não sabe.
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⁠Onde está a verdade Afinal. O que o presidente sabe sobre as vacinas que o povo não sabe. Onde está o bem, onde está o mal. Médicos franceses rasgando diploma. A besta. Grafeno. Nanochips. O que tem essa trama. O domínio do mundo. Um vírus letal. A origem em oculto. Adentrando o mundo. Vida artificial. O que é ser livre e independente. Soberania. Ora, ora. Quem realmente governa o Brasil. Quem está por trás do carnaval. Um faz de conta. A riqueza trimendissional. Nas mãos de poucos. A multidão passando mal. Medonha a vida robótica. Mas... Quem é que humilha e massacra toda uma gente. Quem é dono da patente. Eu sei que a oca é do índio. O tronco é do negro. A humilhação é da classe proletária que limpa o cocô do país. Enquanto a gravata vende a alma e empina o nariz. Alguém consegue me dizer. Vivo mais 80 anos. Mas não quero morrer. Antes saber. Quem é a semente do ódio e da maldade. Dê me condições oh pai. Que seja também anseio do semelhante. Eu e tu adiante. Cortar a raiz. Plantada neste país. Que causou, causa tanto desastre, massacre e devaneio. Giovane Silva Santos

⁠Individuos invisiveis Bom, talvez a tecla venha funcionar. Batendo diariamente.
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⁠Individuos invisiveis Bom, talvez a tecla venha funcionar. Batendo diariamente. Como um prisioneiro usando a mente. Na tecla orar. Oração de vários segmentos. Cavando, cutucando. Buscando, tentando. Juntando fragmentos. Desatar esses tormentos. De onde vem, como se dá, qual a condição. A mistura cientifica tecnológica religião. Além da política. Conspiração. Geração. Sociedades secretas. Globalização. Controle da mente. Pressão. Pânico eloquente. Humilhação. Danos. Ceifano a vida de gentes. Jeremias, Jeremias, é disso que estou falando, essa minha maneira, a poesia invocando, 33:3. Revela me. Revelando. Do oriente ao ocidente. O que tramita nas linhas meridionais. Trópicos e pontos cardeais. Tabuleiro de troncos e ocas. Pirâmides ancestrais. Acenda a luz, abre a porta do porão. Quem é o anjo da revelação. Aprisione senhor a mente destes marginais. Giovane Silva Santos

⁠Os vingadores do passado O filme que todos estão inseridos. A história de toda civilização.
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⁠Os vingadores do passado O filme que todos estão inseridos. A história de toda civilização. O pecado. A condenação. A primeira morte, irmão, irmão. Juramentos e alianças. Adoração. Traição. Atravessaram a era da pedra, do bronze e do ferro, a grande industrialização. Recomeça sete, noé, destruição. Enfim, a paz, três irmãos. Só que não. A briga só começou. Por terras diferentes o povo tramitou. A cultura, maneiras de vida diferente se criou. Junto o ódio aumentou. Irmão com irmão. Tudo se misturou. A ira, a mágoa que se guardou. Escravizados, sim, irmão escravizou. Pra cumprir a palavra, em que um povo Deus amou. Veio Jesus e a todos santificou. Porém, sem, can, jafe não lebrou. Hoje, ainda, muitos feridos e perseguidos. Inocentes, templo do Espírito consagrado. Coração de Cristo. Graça e cruz. Bens violados. Eu, tantos, entre judeus, cananeus. Infelizmente ateus, arrependei amados. Pois a ordem mundial. Tanto faz mau. Vingadores do passado. Giovane Silva Santos

⁠Targeted individuals Alguém sabe o que é um indivíduo alvo. A poesia fala.
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⁠Targeted individuals Alguém sabe o que é um indivíduo alvo. A poesia fala. Como uma bela donzela. Como do Juan elegante. Ele, ela, cabeludo ou calvo. A seta não mira paixão. Não fala de coração. Embora sentir e pensar. O contexto que venha a embaralhar. O canal da emoção. Indivíduo alvo. Pessoas perseguidas. Oculto como e porque são escolhidas. Cor, famílias, formas hereditárias. Sorteadas, sempre ameaçadas. É um contexto complexo. Muitos sabem, participam. Algumas coagidas, a necessidade se faz anexo. Muitos covardes e cooparticipadores desse esquema. Causando danos, depressão, pânico. Câmeras ocultas formando vítimas. Teatro de rua e fabricação de vozes. Impedindo que alguns cidadãos tenha vozes. Política, milenares religiões, tecnologias apertando botões. A ciência é perigosa, experimentos artificiais. Vítimas tantas. Quem olhará por esta herança. Mundo, Brasil, nação. Pulverizada ansiedade, grande conspiração. Diga quem sabe, o que realmente causa. A grande depressão. As teclas que enganam, ativando a frequência da programação. Giovane Silva Santos Targeted individuals

⁠Um pouco de poesia e vida Daqui pra frente. Eu, poesia um enfrente.
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⁠Um pouco de poesia e vida Daqui pra frente. Eu, poesia um enfrente. Essa tal democracia. Essa tal liberdade. Seria fantasia. Uma proposta de alegoria. Sacanagem, a suposta harmonia, da cruel sociedade. Vou ser de fato contundente. Uma lei, um estado que não protege sua gente. Ciência, tecnologia e religião. Barganha, escuridão, perseguição. Um jogo, uma trama política, famílias, o que há por trás dessa conspiração. Logo mais, mais um vídeo, que acham, consciência em prato limpo, ou ele , prato cheio, de sujeira e condenação. Giovane Silva Santos

⁠Um pouco de poesia e vida 13 Um homem, um rapaz, um menino. Uma galáxia feroz.
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⁠Um pouco de poesia e vida 13 Um homem, um rapaz, um menino. Uma galáxia feroz. Enigmático povo. A terra é perseguida. Tal ela ferida. Quem são, ou é o algoz. Aiaiai milenar espíritos. Tantos deuses adorados. Ciência avançada. Tecnologia cobiçada. Religião e política. Bicho de sete cabeças. Ferindo, deprimindo, coagindo. Sim, o que causa tais enfermidades. Ansiosos e depressivos. Vou falar, pelo mundo e no Brasil bipolar. Eu, você, cuide do teu quintal. Grite socorro, se preciso, estenda no varal. Pra Deus ouvir, alguém invisível está a perseguir. Sinais e frequências, tantas tendências. O pânico, o medo é um começo, que eles vem a persuadir. Giovane Silva Santos

⁠Um pouco de poesia e vida 14 Sabe, uma prosa contigo e tal. Perseguidos tantos.
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⁠Um pouco de poesia e vida 14 Sabe, uma prosa contigo e tal. Perseguidos tantos. Coagidos aos cantos. Falo diretamente. O que fere psicologicamente. Claro, a natureza de situações. O homem, a força e a fragilidade. Contudo. Covardemente algumas artimanhas. Causando pressão, pânico, depressão. Desqualificando, oprimindo, humilhando. Diagnósticos mil. Remédios, drogas, mundo febril. Aiaiai, por trás da política social. Tecnologia, bem e mal. Ciência ousada. Todo coração. Todo tribunal. Esquizofrenia, ansiedade. O câncer da maldade. Quem e como provocaria. Atente aos sinais e frequências. Ouvidos em eloquências. Giovane Silva Santos

⁠Atentado contra vidas O que muitos sabem e não diz. O que a sociedade esconde.
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⁠Atentado contra vidas O que muitos sabem e não diz. O que a sociedade esconde. Quem omite, diga isso fiz. Quem propaga. Quem é que paga. Uma gente sofrendo. Malfeitores em bonde. Depressão artifial. O pânico e tal. Um teatro preparado. Causando terror. Deixando a vítima alucinado. Deveras venham muitos adoecer. Na teia que o inimigo insiste em tecer. Do que digo, do que falo. Da opressão, da humilhação. Das pressões psicológicas. Das armas tecnológicas. Cadê polícia, lei, justiça. Psiquiatria, psicologia, como reagem a esta esteiria. Diria. Fatores genéticos. Algo diferencial. Sua mulher lhe largou. Morreu alguém parental. Ingenuidade. Enganados. Duvido tanto. Omissos, cooperadores de tanto pranto. De bolso cheio. Ninguém sente a dor do alheio. Que louco esquizofrênico, tome remédio. Interne esse que causa tédio. Reféns são famílias por aí. Se vocês não estão nem aí. A verdadeira loucura continuará atingindo. Você não está livre. Aliás a consciência de cooparticipadores. Verás a causa destes fatores. A modernidade. A depressão dos computadores. Vítima, entre tantos, meus ossos gemeram dores. Horrores. Amargo sabores. Traições, dissimulação, muitos envolvidos nessa grande conspiração. Giovane Silva Santos

⁠Os dinossauros invisíveis O cruzamento do leão com a serpente. Dragão com rinoceronte.
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⁠Os dinossauros invisíveis O cruzamento do leão com a serpente. Dragão com rinoceronte. Lobos sorridente. A baleia assassina. O grande tubarão branco. As feras soltas, imagina. São tantos os gatilhos. Bestas feras. Um oceano de crocodilos. Mas. Aliás. Ninguém vê. Como poeira inteligente. Um robô inseto no meio da gente. Dígito binário em cada teia. Orquestrada em frequências. A energia de Tesla. O que viaja em cada veia. Sinapse, pensar, emocionar. Neurônios na medida artificial. Quantos homens Doly. Quem sabe o que é cada proly. Uauauau. Os monstros carnívoros do novo milênio. Estes modernos. Pervertidos sexualmente. O ouro a prata em sua lente. Dinossauros capazes de sentir raiva, furor, inveja, ganância, vingança e causar carnificina. Meu lombo, minha mente, meu bolso, minha emoção. Que o diga minha visão. Você não os viu. Muito mais de mil. Famílias inúmeras, será possível. A Terra geme, orquestrada por esses gigantes invisíveis. Giovane Silva Santos

⁠Psiquiatria/tecnologia Medo, perseguição, pânico. Síndrome, armação oculta ou engano geral.
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⁠Psiquiatria/tecnologia Medo, perseguição, pânico. Síndrome, armação oculta ou engano geral. O que, qual. A esquizofrenia. As vozes. Telepatia. Intra sons ferozes. Meu caro bipolar. Lestes tua mente. Qual a frequência das lentes. Antes, antigamente. De Moisés foi sinal abrir o mar. Hoje, subentende, subliminar. Marte, lua, luar. Satélites modernos. Poeiras no ar. Uauauau. Boderline, depressão. Na veia, o que pode viajar. A besta abrindo caminho. Oh meu Deus, volte ao tempo do pergaminho. O planeta quer suicidar. A ansiedade. O câncer. A mente aprisionar. Dou teu filho a filha de quem. Quem possue algo tem. Grande caçador Nirode. De celular em celular. Chips e chips. Sinais pelo céu. A torre de babel. O homem novamente a desmoronar. Vem logo Jesus. Colocar as peças do jogo na caixinha. Ou esparrama as peças dessa dama. A trama desse xeque. Jogadores de pileque. Judeus, cananeus, Amaleque. Tira o pano. Jogo romano. Eu que não sei de nada. Dou me por inocente. Diga e revele a toda gente. Quem tá jogando. Armando. Humilhando o semelhante. Templo, laboratório ou escritório profano. Espada de tundera. Dê me visão além do alcance. Comi o pó rebolando. Que a maldade dance. A espada da justiça alcance. Giovane Silva Santos

⁠[23/1 22:52] Giovane Memeu: "A prova do tempo é o limite da fé, a perseverança exigida, a bênção perseguida, asas um dia ferida, ora, agora renovada, a liberdade, a recompensa alcançada." Giovane Silva Santos [23/1 22:58] Giovane Memeu: "O segredo das duas portas, a que precis…
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⁠[23/1 22:52] Giovane Memeu: "A prova do tempo é o limite da fé, a perseverança exigida, a bênção perseguida, asas um dia ferida, ora, agora renovada, a liberdade, a recompensa alcançada." Giovane Silva Santos [23/1 22:58] Giovane Memeu: "O segredo das duas portas, a que precisa coragem de abrir e sair do esgoto, a outra que precisa se também coragem em bater, a que abra a fonte da água limpa da vida." Giovane Silva Santos [23/1 23:04] Giovane Memeu: "O esgoto febril, tenta convencer que não há porta de saída, mas a luz da vida é a fonte da porta de entrada da água limpa." Giovane Silva Santos