Frase de Giovane Silva Santos
Um pouco de poesia e vida 19 De um povo heroico. Penhor da igualdade. No seio a liberdade. Como conquistar, oh braço forte. O hino ainda em construção. Libertação, pátria amada. Precisa se desafiar o peito a própria morte. De um sonho intenso e esperança. Que não foge da luta. Como combater essa labuta. No grito de independência ou morte a cruz sagrou. Hoje o verde perseguido, as margens dos rios correm perigo. Muitos inocentes sofrendo castigo. Minha segurança com PT na cintura. Oh fuzil, oh amargura. A riqueza da Terra é o colete a prova de bomba. Mas as portas se abriram para os sinais. Antenas multifuncionais. Chips na veia. Ciência, tecnologia formando uma teia. Política e religião tomando ceia. Ouviram do Ipiranga as margens plácidas. Giovane Silva Santos
No pensador.ai desde