Frase de Giovane Silva Santos
O historiador que ainda não surgiu. Sim, este que ainda não descobriu o Brasil. Pedro Alves Cabral. Ficou com a moral. E o índio, onde está o pergaminho. Tribos e tribos. Idiomas tantos. Artes, cultura. Onde estão os velhos livros. O que esconde a história. O registro da memória. Milenar geração. A pergunta que não quer calar. Historiador, onde tá tu, pode nos revelar. Quem é o indio? Talvez o negro, desde o Egito, sabe contar. O que esconde. Raça pura. Grande mistura. Irmãos tão diferentes. Ramos de toda gente. Sete, Noé, uma só gente. Se a terra escrevesse um diário. Nos contasse cada passo. De onde veio cada genuíno traço. Triste saber, que da Terra, pela Terra, sangra o campo. Tempos e tempos. Bombas, espadas, sinais nos ventos. Pranto e vingança. Herança. Tronco, chicote, prostituição, perseguição. Escravos e senhores da nova geração. Historiador, venha revelar. A saga do tempo. Irmãos. Civilizações. Tormentos. Nem mesmos os reis israelitas. Os imperadores romanos. Não foram, até hoje capaz de sanar. A dor do semelhante. A cada variante. Artificialmente o homem lobo do homem insite em tragar, violar, massacrar. Pronto, mais uma vez historiador, a semente moderna, de onde parte a raiz que nasce o ódio, de que familia é esta planta, onde está, estão localizados, quem manobra a palavra santa. Giovane Silva Santos
No pensador.ai desde