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Frases de Giovana Barbieri Galeano

9 frases

Suy, AME! Não aNNe, como teu nome, mas AME: A ela;
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Suy, AME! Não aNNe, como teu nome, mas AME: A ela; E como ação mesma de amar. De modo que, Suy, assim como SOY, signifique isso que você carrega contigo. E, lembre-se: SuyAME, assim mesmo no imperativo. (Poemasente - poema presente - de aniversário da Suy)

Presente - um poema Gestáltico Aqui-agora, dou-me conta do presente: Que me deste - (?)
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Presente - um poema Gestáltico Aqui-agora, dou-me conta do presente: Que me deste - (?) Que tu és! Presente. Momento indefinível - escapa-me. Impede-me nas palavras. Não! Não o reduzirei. Puro gesto em movimento, por isto: Explode! Mil cometas em minha direção. Medo? Não. Voz, canto, ode. Riso que no segundo do abraço terno em eterno transforma o tempo. Olhar que atravessa e estremece o ser que se torna. Explode? Não! Mil cometas em minha direção. Medo? Sim. Mas o riso - forte. O abraço - quente. E o olhar... Este não mente. Venham-me os cometas, na velocidade que é deles. Eu espero. Mostrem-se na medida de sua possibilidade, pois eu suponho, Essa tal felicidade, Seja verde de sol. Explode? Sim. E sem medo, vem! Explode em mim. Simples? Não. Assim.

Versos de fim No fim, não faça qualquer promessa. Apenas o possível, Amor, deve ser nosso nível,
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Versos de fim No fim, não faça qualquer promessa. Apenas o possível, Amor, deve ser nosso nível, pois, assim, aos poucos estranharei o espaço do teu ser. Recuso-me, contudo, a esquecer teu perfume e a desencantar meus olhos da tua beleza. É, portanto, o egoísmo meu mal: te quero para mim

Resposta ao poema de uma querida amiga: A angustia não brota pela certeza do fim ou da continuidade. Ela é cultivada no pomar da imprevisibilidade. Ao provar seu sabor amargo, sorvemos o sumo do controle que sacia parcialmente as culpas por nossos impulsos. Mal sabemos nós que i…
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Resposta ao poema de uma querida amiga: A angustia não brota pela certeza do fim ou da continuidade. Ela é cultivada no pomar da imprevisibilidade. Ao provar seu sabor amargo, sorvemos o sumo do controle que sacia parcialmente as culpas por nossos impulsos. Mal sabemos nós que isto que nos impede de padecer, mortifica-nos, ainda vivos, e sem pressa

Poema de amor confesso Moça dos olhos-camaleão, Saiba que a felicidade, verde-de-sol,
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Poema de amor confesso Moça dos olhos-camaleão, Saiba que a felicidade, verde-de-sol, Faz pulsar meu enamoramento, E por ser o presente nosso tempo, não careço jurar, o quão intenso é o possível do amar. Sou incansável, contudo, na tarefa de fazer-te saber Que aqui, neste mundo, é todo teu o meu querer. Na vida, assim, me acabo de amores. Será esse meu desatino? Pois não sou recatada, não tenho pudores, Te peço: Fica!... em meu caminho! Sem ti: - eu vivo, mas que desgosto! Passar a existência sem que ao ver-te se estampe em meu rosto, O ímpeto febril de contentamento. Dê-me a mão - assim de surpresa E passeia comigo. Garanto que verás a beleza De ter no amor o amigo E neste, fortaleza!

Versos de uma saudade cronológica Eu sinto a sua falta, especialmente nos segundos dos minutos,
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Versos de uma saudade cronológica Eu sinto a sua falta, especialmente nos segundos dos minutos, nos minutos das horas, nas horas dos dias e das noites, e nos dias e noites da semana. Eu sinto a sua falta, mas na verdade eu sinto é a falta da sua presença, muito embora tenha te trazido comigo.