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Frase de Giovana Barbieri Galeano

Poema de amor confesso Moça dos olhos-camaleão, Saiba que a felicidade, verde-de-sol, Faz pulsar meu enamoramento, E por ser o presente nosso tempo, não careço jurar, o quão intenso é o possível do amar. Sou incansável, contudo, na tarefa de fazer-te saber Que aqui, neste mundo, é todo teu o meu querer. Na vida, assim, me acabo de amores. Será esse meu desatino? Pois não sou recatada, não tenho pudores, Te peço: Fica!... em meu caminho! Sem ti: - eu vivo, mas que desgosto! Passar a existência sem que ao ver-te se estampe em meu rosto, O ímpeto febril de contentamento. Dê-me a mão - assim de surpresa E passeia comigo. Garanto que verás a beleza De ter no amor o amigo E neste, fortaleza!

Giovana Barbieri Galeano

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Pensador.com

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Presente - um poema Gestáltico Aqui-agora, dou-me conta do presente: Que me deste - (?) Que tu és! Presente. Momento indefinível - escapa-me. Impede-me nas palavras. Não! Não o reduzirei. Puro gesto em movimento, por isto: Explode! Mil cometas em minha direção. Medo? Não. Voz, canto, ode. Riso que no segundo do abraço terno em eterno transforma o tempo. Olhar que atravessa e estremece o ser que se torna. Explode? Não! Mil cometas em minha direção. Medo? Sim. Mas o riso - forte. O abraço - quente. E o olhar... Este não mente. Venham-me os cometas, na velocidade que é deles. Eu espero. Mostrem-se na medida de sua possibilidade, pois eu suponho, Essa tal felicidade, Seja verde de sol. Explode? Sim. E sem medo, vem! Explode em mim. Simples? Não. Assim.

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Versos de fim No fim, não faça qualquer promessa. Apenas o possível, Amor, deve ser nosso nível, pois, assim, aos poucos estranharei o espaço do teu ser. Recuso-me, contudo, a esquecer teu perfume e a desencantar meus olhos da tua beleza. É, portanto, o egoísmo meu mal: te quero para mim