Jubilar Trancar Trancafiar
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Jubilar Trancar Trancafiar Esse é o amor Isso é amar.
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Jubilar Trancar Trancafiar
Jubilar Trancar Trancafiar Esse é o amor Isso é amar.
“Se eu tivesse sido mais esperta e escapado a tempo, teria sido poupada de carregar comigo tanto amor... Esse amor que aperta o coração. Esse amor que somente as mães conhecem.”
Tenho medo, Medo do medo, Nem sei mais distinguir,
Tenho medo, Medo do medo, Nem sei mais distinguir, Sei não. Abatida dou conta: Transformei-me, Sou outra – ulterior - Fiz de mim uma prisão. Exausta amigo, sussurro: - Perdi. Não o venço mais não. Seja pelo tempo, Sequer pela exaustão. Enfarada parelho, imploro: - Vem e abraça meu coração. Insto também: - Refreia as minhas mãos. Dessa forma querido, confidencio: - O medo se esvai e Liberto-me de vez Dessa praga eficaz.
Convenço-me: - Uma mistura de povo e suplício Atentando qualquer sacrifício
Convenço-me: - Uma mistura de povo e suplício Atentando qualquer sacrifício A esperar a hora sagrada Onde lagrimarei envenenada.
Palavras tortas, sombreadas Amarelas, amareladas Assombros, assombradas
Palavras tortas, sombreadas Amarelas, amareladas Assombros, assombradas Tropicais, Velejas, velejais. Saibas: Não me enganas mais. És veneno de serpente, Homem mau que transformou, Em ódio o que antes Eu apelidava puro amor
Está desempregado Sofre o destempero Dos que pranteiam calados
Está desempregado Sofre o destempero Dos que pranteiam calados Sem exageros. Há dias não come Palavras não menciona Nesse momento está sentado Num canto da cozinha. O piso é de cimento puro Logo ele nota o fogão: Sujo, envelhecido e mudo.
Chegou a hora De subir no palco E esperar pelas palmas
Chegou a hora De subir no palco E esperar pelas palmas Dessa doce ilusão.
Não me restam mais dúvidas: Sou uma louca tentando ordinariamente enquadrar-me na mediocridade humana.
Não ouço os sinos das igrejas Não vejo os pássaros nas praças Amaldiçoei-me
Não ouço os sinos das igrejas Não vejo os pássaros nas praças Amaldiçoei-me Sou pura desgraça.
Mãe não penses em mim como alguém capaz Saibas que me encubro nos lençóis que tu lavas Enquanto apresento-me, vergonhosamente, de forma eficaz.
Mente inquieta Mente alucinada Mente alerta
Mente inquieta Mente alucinada Mente alerta Mente alertada.
No radar da tua companhia esqueci da minha.
Habitualmente a poesia me serve de passadio. Dela tiro o alento para manter-me em equilíbrio no dia-a-dia. Por vezes, numa sucessão de movimentos, escoro-me na parede fria do lado de fora da pequena cabana e atino sustentar-me em pé. Desequilibro-me. Por pouco não caio. É embaraç…
Habitualmente a poesia me serve de passadio. Dela tiro o alento para manter-me em equilíbrio no dia-a-dia. Por vezes, numa sucessão de movimentos, escoro-me na parede fria do lado de fora da pequena cabana e atino sustentar-me em pé. Desequilibro-me. Por pouco não caio. É embaraçoso. Ouvi falar que o passado foi esquecido. Disseram-me que o futuro não é vivido. Também escutei que o presente, se existente, há de se pedir licença para habitá-lo. Peço agora Desejo sair daqui Dimanar-me Ir para casa Ir embora Adeus.
O presente só serve para lidarmos com as maldições do passado. O chamado futuro será o presente repetindo o clico infame do que já se foi.
Bela e inconstante Busco na minha beleza Um abraço para
Bela e inconstante Busco na minha beleza Um abraço para Minha apanhada tristeza.
A caminhada é longa A chegada é incerta E o destino nos é ofertado
A caminhada é longa A chegada é incerta E o destino nos é ofertado Para fazermos de nossas vidas Uma grande e relevante cagada.