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Frase de gill b.

Habitualmente a poesia me serve de passadio. Dela tiro o alento para manter-me em equilíbrio no dia-a-dia. Por vezes, numa sucessão de movimentos, escoro-me na parede fria do lado de fora da pequena cabana e atino sustentar-me em pé. Desequilibro-me. Por pouco não caio. É embaraçoso. Ouvi falar que o passado foi esquecido. Disseram-me que o futuro não é vivido. Também escutei que o presente, se existente, há de se pedir licença para habitá-lo. Peço agora Desejo sair daqui Dimanar-me Ir para casa Ir embora Adeus.

gill b.

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Fonte e informações de autoria

Pensador.com

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Está desempregado Sofre o destempero Dos que pranteiam calados Sem exageros. Há dias não come Palavras não menciona Nesse momento está sentado Num canto da cozinha. O piso é de cimento puro Logo ele nota o fogão: Sujo, envelhecido e mudo.

Tenho medo, Medo do medo, Nem sei mais distinguir,
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Tenho medo, Medo do medo, Nem sei mais distinguir, Sei não. Abatida dou conta: Transformei-me, Sou outra – ulterior - Fiz de mim uma prisão. Exausta amigo, sussurro: - Perdi. Não o venço mais não. Seja pelo tempo, Sequer pela exaustão. Enfarada parelho, imploro: - Vem e abraça meu coração. Insto também: - Refreia as minhas mãos. Dessa forma querido, confidencio: - O medo se esvai e Liberto-me de vez Dessa praga eficaz.