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Frases de Geraldo Quintão Castro

51 frases

Todo ser humano quando nasce, é uma folha em branco. À medida que cresce, os adultos ao seu redor, vão pintando. Alguns pintam de forma desordenada, com ensinamentos esdrúxulos, outros com ensinamentos de caráter. Quando adulto tem a opção de decidir qual caminho escolher, o bem…
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Todo ser humano quando nasce, é uma folha em branco. À medida que cresce, os adultos ao seu redor, vão pintando. Alguns pintam de forma desordenada, com ensinamentos esdrúxulos, outros com ensinamentos de caráter. Quando adulto tem a opção de decidir qual caminho escolher, o bem ou o mal.

Vários são os lugares desde outrora, Que nossa e mãe da Igreja desceu, Desde o princípio e romper da aurora,
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Vários são os lugares desde outrora, Que nossa e mãe da Igreja desceu, Desde o princípio e romper da aurora, Após ressurreição levada ao céu. Passados mil anos sem manifestação, Até que na França em Valença, Uma peste assolou a região. Era 1008 sete de setembro, A pedido de Bertalain, Veio aos habitantes a Virgem, Para sua proteção. No meio de uma grande luz, Percorreu a Virgem toda cidade, E todos em procissão com uma cruz, A pedido da Virgem uma corrente de oração. Deixado pela Virgem um cordão cair. É conhecida como N.Sra do Cordão. A peste foi banida e deixada uma lição. Rezem, rezem sempre em 1215 disse Ela, Também na França a São Domingos de Gusmão. Nossa Senhora sempre na terra desceu, Como em meio a tormento Da doméstica Zita e sua simplicidade, E em oração em 1250 Ela apareceu Perto dos portões da cidade, Para um maravilhoso conforto seu. Erga os olhos e ei-la diante da rainha do céu, Disse também a outra simples mulher: Joaneta, pobre e sofredora em oração, Em meio em grande luz a envolveu. São estas as palavras da mãe de Deus: Não temas oh filha, consola-te, Suas orações foram atendidas, E já estão a ti preparadas os tesouros dos céus. Vá filha Joaneta e diga a todos Rezem e rezem e façam jejum E que os crimes e iniquidades Sejam perdoados e debelados. Como posso oh! mãe, Sou miserável e não me acreditarão. Acreditar-se- ão, Eu mesma em suas palavras Confirmarei evidentes milagres. Dito isto desapareceu. E ficou gravadas pegadas De seus belíssimos pés, E uma fonte no lugar brotou. Em cada lugar que desce, Vem de forma singular, Como em forma de uma índia, Em Guadalupe de forma espetacular. Em 1531, no México a Dieguito Um índio simples, com amor no coração Vivia rezando a Nossa Senhora. Pedindo a sua proteção. Chamando de filhinho ao índio apareceu, Para ser porta voz ao Bispo, Uma mensagem de pedido seu. Escolhe outro oh mãe, sou João ninguém. É ti que foste escolhido, pelo céu. Disse a ele a Mãe de Deus. a continuar...

HOMENAGEM AOS PAIS Amor de pai. A importância do pai.
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HOMENAGEM AOS PAIS Amor de pai. A importância do pai. Ensinamento do pai. Ser verdadeiro pai é estar em sintonia com a natureza divina. Mas, como podemos nos comparar com a natureza Divina de pai e o amor de São José? Pai adotivo direcionado por Deus, para que seu filho pudesse estar em uma família de nobreza espiritual sem igual. Deus é o progenitor comum, o verdadeiro e o maior, que Que Jesus Cristo nos ensinou a chamar Deus de pai. Ser pai é propiciar ensinamento na dignidade, na coerência, amor e o perdão. Qual pai não precisa pedir perdão ao filho? Somos natureza humana. Parabéns aos pais que criam no amor. Também aos pais adotivos que seguem no amor o exemplo de São José. Parabéns aos pais padrastos que ensinam os valores da verdadeira vida. Ser pai é orientar, ensinar o valor verdadeiro do perdão e a caridade. Ser pai é ensinar com exemplo, ensinar com humildade, Ensinar doar que é o verdadeiro sentido do amor. Ser pai é preparar o filho para a vida, respeitando as diferenças; pois, cada ser humano é único. Agradeço em especial a Deus, por ter me dado um pai maravilhoso, que na pobreza soube dar algo muito maior que o material. Me ensinou conhecer Deus. Ele mesmo cansado, contava estórias depois de um trabalho árduo na gleba, na roçada, no plantio do milho,arroz e o feijão. Pai, você se foi, mas deixou um legado. O que sou, devo a você. Parabéns a todos os pais.

Oh! que saudades da minha terra, Marliéria, cidadezinha do interior, Dentre montanhas e muita serra,
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Oh! que saudades da minha terra, Marliéria, cidadezinha do interior, Dentre montanhas e muita serra, Pedaço de Minas de grande valor. Onde têm grandes matas e lagoas, Onde quem conhece não esquece jamais, Onde a gente olha a natureza numa boa, Neste pedaço de chão das Minas Gerais. Olhando os montes deste lugar, E observando com jeitinho o parque florestal, Onde os lobos uivam ao doce luar, Ao coração chega um romantismo magistral. À noite é maior o brilho das estrelas, A lua chega de forma majestosa, o canto da coruja encanta a natureza, E aí vem o amanhã de forma valorosa. Não sei como ainda hoje está A escola padre João Borges Quintão, Onde conheci o primeiro baba, Escrever e ler a primeira lição. Na escola secundária Liberato de Castro, Na adolescência aprendi de certa maneira, Hastear olhando firme no mastro, Cantando hino nacional e o hino da bandeira. É nesta cidade do interior, Marliéria, dentre vales e colinas, Onde nasci, cresci e aprendi dar valor, À vida, ao amor a esta parte de Minas.

Tu que olhas no espelho minha amiga, Veja se és feliz com sorriso amargo, Veja ao teu redor o que lhe intriga,
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Tu que olhas no espelho minha amiga, Veja se és feliz com sorriso amargo, Veja ao teu redor o que lhe intriga, Aquele entre aspas de sorriso alado. Abra a tua boca num grande sorriso, Sorriso engatilhado que é uma arma, Dando forma e brilho ao coração partido, Arma poderosa que engatilha a alma. Deslumbre o seu coração magoado, Sorrindo e cantando versos de amor a cruz, Para o verdadeiro amor sagrado, Dentre todos amores, só o amor de Jesus.

Meu tempo de criança. As plantinhas dos pés no chão, já ao acordar, roupa remendada; porém limpa. Batata assada no borralho do fogão, broa de fubá e café,era a merenda matutina antes de ir à escola. Que delícia! ia com os coleguinhas cantarolando e conversando. Bornal no ombro,…
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Meu tempo de criança. As plantinhas dos pés no chão, já ao acordar, roupa remendada; porém limpa. Batata assada no borralho do fogão, broa de fubá e café,era a merenda matutina antes de ir à escola. Que delícia! ia com os coleguinhas cantarolando e conversando. Bornal no ombro, carregando os caderninhos, lapes partido ao meio; pois a outra metade para o irmão. A realidade era esta. Outro pedaço de lapes,só ganharia quando não dava mais para segurar. Com carinho guardava e não perdia. Naquele tempo a professora era a segunda mãe, e era respeitada. Os ensinamentos eram feitos com todo amor, e o salário era apenas para sobreviver. O pais apoiavam todo corpo docente da escola. No jardim da infância, aprendi ler, escrever, e fazer as primeiras continhas. Nesta tenra idade, com nove anos, após chegar da escola, almoçava e ia ajudar o pai na roça. De pés descalços, com enxadinha no ombro subia e descia colina, até chegar ao milharal. O sol a pino, meio dia,era o início da jornada. À noite estudava e fazia a lição com luz de lamparina. Às vinte horas mais ou menos, meu pai contava estorinha antes de ir dormir, juntamente com outros irmãos. Que pai maravilhoso! A mamãe fazia broa e café para cearmos. Muitas vezes antes de deitar, socávamos arroz, ou debulhávamos milho à mão, para no dia seguinte ter o que alimentar. Com tudo isto, vivíamos felizes. Estudava, trabalhava e brincava. Nos finais de semana, tinha mais tempo livre para brincar. Hoje as crianças têm tudo. Têm tempo de sobra para fazer coisas erradas. Não podem trabalhar, ou mesmo ajudar os pais; mas podem vender drogas e outras mais. Não podem ganhar um tapa dos pais, mas quando crescem podem apanhar da polícia. Que inversão de valores!. Eu era feliz e não sabia...

Olho para o alto, vejo o além. O azul está aquém. Quão belo é este azul, azul barreira
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Olho para o alto, vejo o além. O azul está aquém. Quão belo é este azul, azul barreira E não posso ver além. O além é o infinito, no infinito está a beleza Que não posso ver; sinto apenas a presença De um maravilhoso ser. Não está no infinito, está jundo de mim. É este o justo amigo, que me ampara, Me conduz, me dá a força que preciso. É Ele o maior amigo. É Jesus.

Oh! homem não sejas perverso. Não destruas, não poluas e não mate, Tudo ao contrário é reverso,
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Oh! homem não sejas perverso. Não destruas, não poluas e não mate, Tudo ao contrário é reverso, Não faça da vida descarte. Quão bela é a natureza, Vista de todos os lados, De cima visto com pureza, Com os olhos e coração alados. Perplexos temos que ficar, Dar um grito, um grande basta Aos olhos inescrupulosos. Para que destruir e maltratar, Poluir a própria casa, Dizendo ser corajosos.

O ontem sei que vivi, alegre, triste ou não. A Deus, o meu agradecimento, que me ajudou a caminhar, e que soube me esperar, viver o dia de hoje,
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O ontem sei que vivi, alegre, triste ou não. A Deus, o meu agradecimento, que me ajudou a caminhar, e que soube me esperar, viver o dia de hoje, trazendo na palma de sua mão minha vida, vivida. Hoje, melhor que ontem, procuro com meu coração, superar minhas fraquezas, agradecer com humildade, cada passo com mais certeza. Hoje, hoje traz-me conforto; pois, sei que devo o ontem esquecer, apenas o bem na saudade, e o mal pressinto desconforto. O ontem que pôde ser de medo, e também de maldade, faço hoje do ontem uma ascensão, para que livra-me Senhor com humildade de minha imperfeição. Livra-me Senhor da ansiedade de viver hoje o amanhã sem razão, esta outra eternidade; é negra, sombria, sem coração, só a Deus pertence a Ele a solução. Cabe-me então, viver o agora somente, buscar sabedoria e com razão. Aceitar a realidade felizmente, me traz conforto e satisfação. Oh! Deus, o atribuo a minha alegria, que tanto me ajudou na caminhada, e poder chegar neste fim de dia e dizer-lhe: muito obrigado.

Os filhos implumes outrora, Com inocência que encantavam, Belos sorrisos e brilho da aurora,
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Os filhos implumes outrora, Com inocência que encantavam, Belos sorrisos e brilho da aurora, Graciosamente brincavam. Um, dois, três, que bela escadinha. Eles da janela olhavam, Vindo eu bem de tardezinha, Com sorrisos me alegravam. Não posso deixar de escrever, De Marli mãe maravilhosa, Tinha muito o que fazer, Cuidar de tudo e ficar graciosa. Eles foram crescendo no amor, Da minha, nossa limitação, Ensinando-os dar o devido valor, Ao amor, à vida e o perdão. À noite os três filhos ao deitar, Bruno, Flávio e o caçula Rafael, Íamos todos para o quarto rezar, Agradecer ao Papai do céu. Todos os dias depois da oração, Contava eu uma estorinha, Com tanta alegria e satisfação, Da raposa, leão e da galinha. Cada dia uma nova estória, Tirada do livro ou da cachola, Em um momento a vaca vitória, Noutro a danada galinha angola. Aos poucos foram eles crescendo, No tamanho e na inteligência, As plumas assim aparecendo Como também desobediência. Os filhos plumes já crescidos, Espero vê-los com sucesso, Sucessos que bem merecidos, É o desejo do Universo. Agradeço oh! Deus do retorno, Destes filhos maravilhosos, Lá atras plantada com adorno, O amor destes pais amorosos. Defeitos aqui temos também, Quantas vezes pedir-lhes perdão, Pelo erro cometido a alguém, O perdão vindo do coração. Espero que tenham juízo, Amor, verdade e confiança, Em Deus, com amor e altruísmo, Fortalecendo a esperança.