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Frase de Geraldo Quintão Castro

HOMENAGEM AOS PAIS Amor de pai. A importância do pai. Ensinamento do pai. Ser verdadeiro pai é estar em sintonia com a natureza divina. Mas, como podemos nos comparar com a natureza Divina de pai e o amor de São José? Pai adotivo direcionado por Deus, para que seu filho pudesse estar em uma família de nobreza espiritual sem igual. Deus é o progenitor comum, o verdadeiro e o maior, que Que Jesus Cristo nos ensinou a chamar Deus de pai. Ser pai é propiciar ensinamento na dignidade, na coerência, amor e o perdão. Qual pai não precisa pedir perdão ao filho? Somos natureza humana. Parabéns aos pais que criam no amor. Também aos pais adotivos que seguem no amor o exemplo de São José. Parabéns aos pais padrastos que ensinam os valores da verdadeira vida. Ser pai é orientar, ensinar o valor verdadeiro do perdão e a caridade. Ser pai é ensinar com exemplo, ensinar com humildade, Ensinar doar que é o verdadeiro sentido do amor. Ser pai é preparar o filho para a vida, respeitando as diferenças; pois, cada ser humano é único. Agradeço em especial a Deus, por ter me dado um pai maravilhoso, que na pobreza soube dar algo muito maior que o material. Me ensinou conhecer Deus. Ele mesmo cansado, contava estórias depois de um trabalho árduo na gleba, na roçada, no plantio do milho,arroz e o feijão. Pai, você se foi, mas deixou um legado. O que sou, devo a você. Parabéns a todos os pais.

Geraldo Quintão Castro

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Pensador.com

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Todo ser humano quando nasce, é uma folha em branco. À medida que cresce, os adultos ao seu redor, vão pintando. Alguns pintam de forma desordenada, com ensinamentos esdrúxulos, outros com ensinamentos de caráter. Quando adulto tem a opção de decidir qual caminho escolher, o bem…
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Todo ser humano quando nasce, é uma folha em branco. À medida que cresce, os adultos ao seu redor, vão pintando. Alguns pintam de forma desordenada, com ensinamentos esdrúxulos, outros com ensinamentos de caráter. Quando adulto tem a opção de decidir qual caminho escolher, o bem ou o mal.

Vários são os lugares desde outrora, Que nossa e mãe da Igreja desceu, Desde o princípio e romper da aurora,
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Vários são os lugares desde outrora, Que nossa e mãe da Igreja desceu, Desde o princípio e romper da aurora, Após ressurreição levada ao céu. Passados mil anos sem manifestação, Até que na França em Valença, Uma peste assolou a região. Era 1008 sete de setembro, A pedido de Bertalain, Veio aos habitantes a Virgem, Para sua proteção. No meio de uma grande luz, Percorreu a Virgem toda cidade, E todos em procissão com uma cruz, A pedido da Virgem uma corrente de oração. Deixado pela Virgem um cordão cair. É conhecida como N.Sra do Cordão. A peste foi banida e deixada uma lição. Rezem, rezem sempre em 1215 disse Ela, Também na França a São Domingos de Gusmão. Nossa Senhora sempre na terra desceu, Como em meio a tormento Da doméstica Zita e sua simplicidade, E em oração em 1250 Ela apareceu Perto dos portões da cidade, Para um maravilhoso conforto seu. Erga os olhos e ei-la diante da rainha do céu, Disse também a outra simples mulher: Joaneta, pobre e sofredora em oração, Em meio em grande luz a envolveu. São estas as palavras da mãe de Deus: Não temas oh filha, consola-te, Suas orações foram atendidas, E já estão a ti preparadas os tesouros dos céus. Vá filha Joaneta e diga a todos Rezem e rezem e façam jejum E que os crimes e iniquidades Sejam perdoados e debelados. Como posso oh! mãe, Sou miserável e não me acreditarão. Acreditar-se- ão, Eu mesma em suas palavras Confirmarei evidentes milagres. Dito isto desapareceu. E ficou gravadas pegadas De seus belíssimos pés, E uma fonte no lugar brotou. Em cada lugar que desce, Vem de forma singular, Como em forma de uma índia, Em Guadalupe de forma espetacular. Em 1531, no México a Dieguito Um índio simples, com amor no coração Vivia rezando a Nossa Senhora. Pedindo a sua proteção. Chamando de filhinho ao índio apareceu, Para ser porta voz ao Bispo, Uma mensagem de pedido seu. Escolhe outro oh mãe, sou João ninguém. É ti que foste escolhido, pelo céu. Disse a ele a Mãe de Deus. a continuar...

Oh! que saudades da minha terra, Marliéria, cidadezinha do interior, Dentre montanhas e muita serra,
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Oh! que saudades da minha terra, Marliéria, cidadezinha do interior, Dentre montanhas e muita serra, Pedaço de Minas de grande valor. Onde têm grandes matas e lagoas, Onde quem conhece não esquece jamais, Onde a gente olha a natureza numa boa, Neste pedaço de chão das Minas Gerais. Olhando os montes deste lugar, E observando com jeitinho o parque florestal, Onde os lobos uivam ao doce luar, Ao coração chega um romantismo magistral. À noite é maior o brilho das estrelas, A lua chega de forma majestosa, o canto da coruja encanta a natureza, E aí vem o amanhã de forma valorosa. Não sei como ainda hoje está A escola padre João Borges Quintão, Onde conheci o primeiro baba, Escrever e ler a primeira lição. Na escola secundária Liberato de Castro, Na adolescência aprendi de certa maneira, Hastear olhando firme no mastro, Cantando hino nacional e o hino da bandeira. É nesta cidade do interior, Marliéria, dentre vales e colinas, Onde nasci, cresci e aprendi dar valor, À vida, ao amor a esta parte de Minas.