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Frases de Geraldo Neto

382 frases

Os rios passam cristalizando as areias desertas, e as aves bordam despretensiosas o céu azulado. As noites são frágeis abrasadoras chamas de velas,
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Os rios passam cristalizando as areias desertas, e as aves bordam despretensiosas o céu azulado. As noites são frágeis abrasadoras chamas de velas, que se apagam ao relento dos ventos, e que se afugentam rapidamente, por debaixo da sombra do amanhecer. Viver é uma densa loucura, nostalgizando as manhãs mau nascidas, e ensolarando as noites indormidas, que se abrasam no casulo do tempo, - esperando nascer.

⁠⁠⁠Na lentura que serenou o orvalho, Nasce a flor de gredelém, serenando de prata, Belém,
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⁠⁠⁠Na lentura que serenou o orvalho, Nasce a flor de gredelém, serenando de prata, Belém, vivificando a nascente do Arrojado. Do luzeiro, a invitação da sabedoria, À juventude e suas singelezas, De Uiraúna a sacerdotal poesia, De ser encoberta por um denso véu de estrelas. A Ordem DeMolay bordou, Em cada canto um sentido de viver, De Molay Uiraúna herdou, A lealdade e a ousadia de ser. Uma história de glória se escreveu, Da Catedral, louvam o capítulo amado, E dos sertões és o prodígio que nasceu, O Capítulo Belém do Arrojado. E na contagem da altivez, o número é sete, meia, três.

E o pensamento inconstante, em suas fases felizes, trouxe, enfim, um anjo sublime, de traços jamais desenhados e de um horizonte, assim, de um horizonte jamais poetizado, encontrei-me com um anjo de palavras fáceis mas de uma oração transcendental, que beleza inimaginável, o pens…
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E o pensamento inconstante, em suas fases felizes, trouxe, enfim, um anjo sublime, de traços jamais desenhados e de um horizonte, assim, de um horizonte jamais poetizado, encontrei-me com um anjo de palavras fáceis mas de uma oração transcendental, que beleza inimaginável, o pensamento de Kant jamais desmentira tamanha magnitude, ressuscitaram poetas para descrevê-lo, lábios sussurraram músicas, o sublime, realmente, é intocável, as desoras fez-se nas alturas de um mar calmo uma brisa que te arrebenta em faíscas de ilusões que se unificam e por aí ficam, e se fez ondas e um silêncio ousado que uniu o céu e a terra e o anjo sublimou-se em um oceano desconhecido a espelhar o céu no zênite da imponência do universo de superfície a dentro , mergulhou, para que um dia almas vazias fossem contemplar o mar.

⁠Dia empós dia: ⁠⁠Na vida, tudo se ajusta, pedir uma panqueca na lanchonete e o garçom trazer-lhe lasanha; comer dois pães com ovo e café amargo; pedir pastel de queijo e trazerem de frango; Ah! é um drama prazeroso, pois no final vê-se a barriga cheia e um sorriso – irônico, mas…
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⁠Dia empós dia: ⁠⁠Na vida, tudo se ajusta, pedir uma panqueca na lanchonete e o garçom trazer-lhe lasanha; comer dois pães com ovo e café amargo; pedir pastel de queijo e trazerem de frango; Ah! é um drama prazeroso, pois no final vê-se a barriga cheia e um sorriso – irônico, mas um sorriso.

⁠E eu canto a poesia das invenções, que encenou as suas melhores versões, de um amor que meu amor viveu.
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⁠E eu canto a poesia das invenções, que encenou as suas melhores versões, de um amor que meu amor viveu. Ao desencanto de encantos perfilham, As vagabundas desalmadas, alardeando pelas ruas abandonadas: - as estrelas brilham, ainda brilham, ainda brilham essas ruas desoladas. Aos céus elevo o meu canto ao encanto dos anjos, oferenda a Zeus, Um amor que meu amor viveu.

⁠E canto a nostalgia de uma vez inebriado por teu olhar em fantasia que timidamente ousava, talvez
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⁠E canto a nostalgia de uma vez inebriado por teu olhar em fantasia que timidamente ousava, talvez O brio insano dos olhares em demasia. E o teu corpo salpicado de ilusões que os meus sonhos salteavam Poetizando mil corações que ao redor do seu se despedaçavam. E do teu olhar, daqueles breves olhares que o tempo cintilava junto aos meus Se vai as visões inebriadas e desesperadas, Do meu olhar procurando o seu. E eu canto a poesia das invenções que encenou as suas melhores versões De um amor que meu amor viveu E já dizia as vagabundas desalmadas, Que saíam gritando pelas ruas abandonadas: - as estrelas brilham, ainda brilham, ainda brilham essas ruas desoladas, Aos céus elevo o meu canto ao encanto dos anjos, oferenda a Zeus, De um amor que meu amor viveu.

⁠E o sol entardeceu de repente, No céu amarelado de uma aurora que se vai. As estrelas luzindo a noite docemente,
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⁠E o sol entardeceu de repente, No céu amarelado de uma aurora que se vai. As estrelas luzindo a noite docemente, E o aceno de quem não volta mais. A manhã se dilui no orvalho, As flores caídas adornam causalidades. As águas se vão lapidando o cascalho, E a alma se nostalgia na sau-da-de.

⁠Voltei a beber só, nunca deveria ter deixado. Não tenho atratividade para reunir bons amigos em um dia incomum, principalmente em chamá-los para beber e conversar besteiras que fazem bem. Eu estava bem quando bebia só, pois não criava vínculos com ninguém, ouvia minha música, e…
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⁠Voltei a beber só, nunca deveria ter deixado. Não tenho atratividade para reunir bons amigos em um dia incomum, principalmente em chamá-los para beber e conversar besteiras que fazem bem. Eu estava bem quando bebia só, pois não criava vínculos com ninguém, ouvia minha música, escrevia versos que só o meu ego elogiava, chorava, revia fotos antigas e de pessoas queridas que já se foram, um oásis a meu gosto. Mas não tenho raiva e nem rancor das pessoas, cada um faz o que quer e o que gosta e deve está com quem se sente bem, o problema não está no outro, está em mim! Então, que o destino me deixe comigo mesmo, também sou feliz assim, e hoje recomeço a timidez das antigas e de minhas infindas tardes incomuns ao beber trancafiado em meu escritório em um dia de segunda ou quarta-feira, como se o mundo lá fora desmoronasse. Mas, no final de tudo eu me sinto feliz pois tenho a certeza que receberei uma mensagem: "está com quem aí, está bebendo?", minha mãe - como essa indagação me faz bem, pois ela pensa que tem um filho normal... 28/04/2021 - quarta-feira, mês de esperas!

A brisa confidenciou que o horizonte desvenda o infinito, o que há de mais belo no universo, agita o mar e perfuma as flores, levanta a poeira e amanhece os amores⁠, é o início e o fim aos gritos, escandalizando envergonhados mistérios entre montanhas inocentes e noites adornadas…
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A brisa confidenciou que o horizonte desvenda o infinito, o que há de mais belo no universo, agita o mar e perfuma as flores, levanta a poeira e amanhece os amores⁠, é o início e o fim aos gritos, escandalizando envergonhados mistérios entre montanhas inocentes e noites adornadas de estrelas.

⁠O beijo não encontrou os lábios e mais nada. A lua não brilhou pois não tinha céu, mas, as estrelas reluziram por ser apenas estrelas, e o céu se tornou de repente um adminículo no alvorecer, pois entre a luz e o escuro, nada se sobressai a não ser o sereno, o beijo são confidên…
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⁠O beijo não encontrou os lábios e mais nada. A lua não brilhou pois não tinha céu, mas, as estrelas reluziram por ser apenas estrelas, e o céu se tornou de repente um adminículo no alvorecer, pois entre a luz e o escuro, nada se sobressai a não ser o sereno, o beijo são confidências para um nada que se transforma em prazer.

⁠⁠às vezes tenho a sensação que o mundo tem medo de mim, não sei se medo seria a palavra mas um afastamento de todos, a cada dia fico só, é bom ser só pois ninguém te julga e muito menos exige algo, o prazer também emerge a flor da pele, o mundo gira e se afasta de mim... mas o m…
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⁠⁠às vezes tenho a sensação que o mundo tem medo de mim, não sei se medo seria a palavra mas um afastamento de todos, a cada dia fico só, é bom ser só pois ninguém te julga e muito menos exige algo, o prazer também emerge a flor da pele, o mundo gira e se afasta de mim... mas o mundo não para e isso é o que importa, tudo está bem, o sol espreita o horizonte e as estrelas brilham...