Frase de Geraldo Neto
E canto a nostalgia de uma vez inebriado por teu olhar em fantasia que timidamente ousava, talvez O brio insano dos olhares em demasia. E o teu corpo salpicado de ilusões que os meus sonhos salteavam Poetizando mil corações que ao redor do seu se despedaçavam. E do teu olhar, daqueles breves olhares que o tempo cintilava junto aos meus Se vai as visões inebriadas e desesperadas, Do meu olhar procurando o seu. E eu canto a poesia das invenções que encenou as suas melhores versões De um amor que meu amor viveu E já dizia as vagabundas desalmadas, Que saíam gritando pelas ruas abandonadas: - as estrelas brilham, ainda brilham, ainda brilham essas ruas desoladas, Aos céus elevo o meu canto ao encanto dos anjos, oferenda a Zeus, De um amor que meu amor viveu.
No pensador.ai desde