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Frases de Gabriele C.P.

3 frases

''Um dia encontrei a luz e ela era veneno, me disse o quão doce era
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''Um dia encontrei a luz e ela era veneno, me disse o quão doce era e tola como sempre acreditei em fáceis mentiras Quando visitei a escuridão aprendi que Einstein estava correto, realmente foi o dia mais feliz de minha vida Sentia-me nauseada, presa por uma fina linha entre o real e irreal, com a morte aos meus pés e vida fervendo em minhas veias, até que o último ponto de distorção pudesse me enlouquecer por completo.''

Empatia ⁠Em um mundo real, muitos vêem na vida o desejo,
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Empatia ⁠Em um mundo real, muitos vêem na vida o desejo, perfeição quase que impossível, aparências criadas e perdidas, todos num breu inacabável, havia amor até o poder ser cobiçado, Yule à prova dessa fantasia intoxicante Inevitável dor, soma de desespero e solidão Wedelia paludosa arrancada em desespero por conta do que nos falta, enquanto as palavras mostram a verdadeira face, a realidade feita de mentiras por algo que no mundo não existe, karaokê fruto de gritos e lágrimas de uma mentira amarga, na vida a única sensação inalcançável dos que vivem e única emoção desejada por poucos sobre tudo o que menos nos interessa, sempre foi a aterrorizante empatia.

Ânsias pela manhã Mais uma vez, outra manhã,
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Ânsias pela manhã Mais uma vez, outra manhã, me vejo em uma sala, que mesmo a mais forte luz não tem forças para iluminar Mais um momento, me vejo presa em uma cela de ânsias, essa ansiedade que me corrói Vejo as pessoas que a mim mesma digo serem superiores, uma aura de ‘laurea’ Tento identificar se esse frio que por baixo de minha carne queima, se faz presente pelas minhas loucuras ou se é apenas o frio da manhã me sufocando enquanto rouba meu precioso ar Minhas pernas tremem, minhas mãos suam, e meu estômago comanda que coloque tudo pra fora Vejo o quadrado eletrônico me observar, preso sob a parede ele me observa, me mostra o quanto me faltam habilidades e enfatizam as várias alheias Olhar todas aquelas palavras conjuntas, em uma língua que tanto me assusta, faz meu estômago gritar pedindo de joelhos para que eu faça o que pede O ar trava em minha garganta, a dor de minhas unhas sendo fincadas em minha palma novamente me tiram de meus devaneios, o sangue que quase jorra para fora por uma fina proteção Não posso me deixar cair, não posso me deixar falhar, mas o que posso fazer se me parece tão tentador? O que posso fazer se a tolice é uma dádiva que reconheço não ter? Céus, estou ficando louca!