Pular para o conteúdo

Frase de Gabriele C.P.

Empatia ⁠Em um mundo real, muitos vêem na vida o desejo, perfeição quase que impossível, aparências criadas e perdidas, todos num breu inacabável, havia amor até o poder ser cobiçado, Yule à prova dessa fantasia intoxicante Inevitável dor, soma de desespero e solidão Wedelia paludosa arrancada em desespero por conta do que nos falta, enquanto as palavras mostram a verdadeira face, a realidade feita de mentiras por algo que no mundo não existe, karaokê fruto de gritos e lágrimas de uma mentira amarga, na vida a única sensação inalcançável dos que vivem e única emoção desejada por poucos sobre tudo o que menos nos interessa, sempre foi a aterrorizante empatia.

Gabriele C.P.

No pensador.ai desde

Fonte e informações de autoria

Pensador.com

Abrir fonte original (abre em nova aba)

Outras frases de Gabriele C.P.

''Um dia encontrei a luz e ela era veneno, me disse o quão doce era
Continuar lendo

''Um dia encontrei a luz e ela era veneno, me disse o quão doce era e tola como sempre acreditei em fáceis mentiras Quando visitei a escuridão aprendi que Einstein estava correto, realmente foi o dia mais feliz de minha vida Sentia-me nauseada, presa por uma fina linha entre o real e irreal, com a morte aos meus pés e vida fervendo em minhas veias, até que o último ponto de distorção pudesse me enlouquecer por completo.''

Ânsias pela manhã Mais uma vez, outra manhã,
Continuar lendo

Ânsias pela manhã Mais uma vez, outra manhã, me vejo em uma sala, que mesmo a mais forte luz não tem forças para iluminar Mais um momento, me vejo presa em uma cela de ânsias, essa ansiedade que me corrói Vejo as pessoas que a mim mesma digo serem superiores, uma aura de ‘laurea’ Tento identificar se esse frio que por baixo de minha carne queima, se faz presente pelas minhas loucuras ou se é apenas o frio da manhã me sufocando enquanto rouba meu precioso ar Minhas pernas tremem, minhas mãos suam, e meu estômago comanda que coloque tudo pra fora Vejo o quadrado eletrônico me observar, preso sob a parede ele me observa, me mostra o quanto me faltam habilidades e enfatizam as várias alheias Olhar todas aquelas palavras conjuntas, em uma língua que tanto me assusta, faz meu estômago gritar pedindo de joelhos para que eu faça o que pede O ar trava em minha garganta, a dor de minhas unhas sendo fincadas em minha palma novamente me tiram de meus devaneios, o sangue que quase jorra para fora por uma fina proteção Não posso me deixar cair, não posso me deixar falhar, mas o que posso fazer se me parece tão tentador? O que posso fazer se a tolice é uma dádiva que reconheço não ter? Céus, estou ficando louca!