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Frases de fabricio herenio duraes

12 frases

Uma Revoada Sob Milhares De Estrelas. Era mais uma outra noite maravilhosa com milhares de estrelas e a querida Lua. Com milhares de estrelas ao seu lado.
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Uma Revoada Sob Milhares De Estrelas. Era mais uma outra noite maravilhosa com milhares de estrelas e a querida Lua. Com milhares de estrelas ao seu lado. Milhares de estrelas em anos-luz de distância que aos olhos da Lua pareciam mais perto. Milagres brilhantes atravessando o tempo de cada estrela e vindo até mais uma noite. Em uma fase bonita da Lua. Milhares de estrelas brilhavam. Na escuridão profunda e majestosa do céu. Milhares de brilhos eram a noite. Com tantas estrelas nessa maravilhosa escuridão. Não tão distante como as milhares de estrelas uma revoada branca vinha de um certa direção. Uma revoada branca e leve. De um instante e na cor branca vinham iluminadas por estrelas que estavam atrás dessa revoada. Na maravilhosa noite de Lua essa revoada branca e silenciosa seguia as estrelas que estavam nos seus olhos. Uma revoada sob um anoitecer. Uma revoada graciosa e branca de uma direção que já tinha constelações. Dos muitos anos-luz de distância até os olhos daquela revoada. Cada coração via estrelas,enquanto seguia voando para um outro lugar na mesma fase da Lua. Em uma noite maravilhosa e com as estrelas de um luar. Milhares de brilhos na imensidão. Cada estrela no céu indicava um caminho,uma esperança. Aos corações daquela revoada branca e aos olhos da Lua. Antes dessa noite se reencontrar com uma outra manhã essa revoada já estará distante. Ainda seguindo outras estrelas que estarão diante dos seus movimentos à milhares de anos-luz de distância. Ainda nessa mesma noite antes de repousarem como revoada as milhares de estrelas e a Lua estarão nos seus sonhos. Brilhantes e também seguindo sinais naturais que ficam sobre cada noite. Como mais um milagre que refaz cada fase,os milhares de brilhos. E uma revoada de um instante até um outro anoitecer.

Frutas E Legumes: E Os Seus Sabores. Antes mesmo de terem as suas cores e os seus sabores vocês ainda são minúsculas sementes. Semeadas nas imensas terras desse planeta.
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Frutas E Legumes: E Os Seus Sabores. Antes mesmo de terem as suas cores e os seus sabores vocês ainda são minúsculas sementes. Semeadas nas imensas terras desse planeta. Por ventos e brisas. No calor do Sol e nos brilhos das chuvas. Antes de florescerem como árvores e plantas com raízes nessas terras. Ainda sendo sementes vocês vieram de sabores deixados por uma fruta ou um legume ao tempo. Em ventos e brisas atrás. No calor do Sol e das chuvas brilhantes que já estavam. Enquanto o tempo passava em cada semear. Sobre as sementes que são trazidas dentro de um tempo assim como os dias. Em cada pedaço de terra um fruto e um legume. Plantados em terras marrons que ficam claras em cada gota de chuva. E macias em cada contorno dos ventos sobre cada nova semente. No tempo que passa,cada florescer acontece em semanas ou meses. Sob a luz de uma magnífica estrela,de um céu azul ou chuvoso. Até no transformar das quatro estações. Estão cada semente. Esperando para desabrocharem como legumes ou frutos. Um pouco antes disso ainda serão flores. Cada flor com cores e um aroma. Delicadas aos ventos e brisas. Antes de um outro florescimento como um fruto ou um legume. Entre semanas e meses que estão em um tempo que rodeia um querido planeta. Como sementes deixadas sobre as terras que se movem sobre montanhas e cordilheiras. Florescendo por lá com raízes fortes que têm os ventos e também a maciez e graciosidade da neve. Como frutos ou legumes. Com o tempo passando sobre cada um. Esperando mais uma saborosa colheita. E colorida. Dos muitos frutos e dos muitos legumes. Com os seus doces nomes. Maçã,mamão,melão. Melancia,banana, carambola,uva e maracujá. E mais do que esses frutos ainda têm outros doces e coloridos. Com um sabor salgado ou amargo. Alface,brócolis,couve-flor. Cebola ou rabanete. Seguindo os seus sabores outros nomes estão. Antes de serem assim com as suas cores e os seus aromas. Eram minúsculas sementes deixadas nas terras dos ventos e do Sol. Das chuvas e do tempo. Nas semanas e meses que seguem um percurso. Para depois florescerem docemente como manga,cacau,cupuaçu, açaí,acerola,goiaba, abacate ou abacaxi. E com mais doces frutos que ainda estarão florescendo. Ou com outros sabores. Ainda salgados e um pouco amargos,mas saborosos. Como repolho,macaxeira, beterraba,cenoura, batata. E com mais sabores amargos e salgados que irão florescer por tantos dias que nascerão. Como esses frutos ou legumes coloridos. Que foram deixados nas terras que são parte de um querido planeta. Deixados pelos ventos e nas brisas do tempo. Sendo iluminados por uma estrela fascinante e protetora. Sob a sua luz e do azul do céu cada minúscula semente é acolhida. Também pelas quatro estações. Até que novamente sejam coloridas árvores ou plantas. Com galhos e folhas que crescem em cada instante. Nas plantas com raízes finas e fortalecidas. São muitas as árvores frutíferas. Com os seus frutos pequenos,médios ou grandes. Em cada cor,um sabor. Ou em uma raiz uma planta que não fica tão distante dessas terras. Nos seus legumes com uma cor predominante marron. Que após alguns ventos outras cores se mostram. Em cada galho ou uma folha de planta antes de um outro legume ou um fruto,haverá uma flor. Muito mais do que uma flor. Mas antes disso acontecer ainda serão minúsculas sementes esperando o próximo florescer. Com o cultivo do tempo e das chuvas. Com os toques das brisas e dos ventos. No colorido das quatro estações. Na gratidão do azul do céu. E do seu lugar no céu mais uma vez terá florescido o Sol.

Na Quietude Brilhante De Uma Estação. Mais uma vez em uma manhã. Um novo começo.
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Na Quietude Brilhante De Uma Estação. Mais uma vez em uma manhã. Um novo começo. De ternura do céu azul e a sua profunda beleza. Do céu um outro dia. Em mais uma manhã de Sol. E de uma nova estação. Que tem certas cores de uma outra estação no seu começo em uma manhã de junho. De uma metade que une o Planeta Terra. Uma estação começa no céu. Do azul celeste com uma cor branca e macia. Com ventos frios e muitas vezes velozes. Vindos do céu nesse começo de estação. Que tem o Sol na sua cor branca e fria. Em uma manhã do mês de junho com os seus ventos frios até uma outra no mês de setembro. Em uma metade do Planeta Terra uma estação começa no céu. Com o Sol acima desse azul seguindo o frio dessa estação. Em lugares em que esta estação recomeça a cor branca cobre com a sua quietude. Caindo do céu azul com ventos frios tendo o Sol e outras estrelas. Até as noites sentem a sua quietude macia e gentil. Que começa em uma manhã do mês de junho e até uma outra do mês de setembro é assim. Dessa metade do Planeta Terra alguns lugares veem e sentem esse frio de formas diferentes. De uma natureza acima florestas,montes,rios são tocados pelas gotas das chuvas. Chuvas que caem do céu sobre esses lugares. Mesmo sem a neve um frio característico é sentido com as chuvas que caem do céu e que estão nos ventos. Em distâncias que separam esses lugares a sensação dessa estação é de um outro jeito. Mais abaixo árvores,flores,plantas percebem a cor branca sobre as suas vidas. Do céu azul com maciez e com os seus ventos frios flocos brancos caem. Sobre paisagens com uma cor branca e fria. Entre esses ventos frios do céu a luz do Sol está. Iluminando a quietude dessa estação fria e gentil. Que começa em uma manhã de junho e até uma outra manhã do mês de setembro de um céu azul. Em alguns lugares será com gotas de chuvas e ventos frios. Em outros será predominante na cor branca. Começando no céu. Sendo iluminada pelo Sol desde a manhã em que recomeçou. Como uma estação fria e branca. Com os seus muitos ventos vindos do céu. Para uma metade do Planeta Terra. A sua quietude cai do céu cobrindo a natureza de certos lugares. Para outras vidas as chuvas trazem gotas frias. Em um começo de uma manhã do mês de junho e até uma manhã do mês de setembro. Com os seus dois jeitos sobre alguns lugares. O céu azul e o Sol sobre as suas belezas. Nas noites de estrelas pode ser que sejam as chuvas a se manifestarem. Ou o cair da neve de uma forma demorada ou não. De uma estação fria e ainda de Sol de uma manhã do mês de junho. E até uma manhã de setembro em uma metade do Planeta Terra ainda estará brilhante e macia. Assim como o Sol. Ou lindamente de chuvas e ventos frios. O seu outro recomeço será em quietude e brilho em alguma nova manhã do céu.

As Flores De Sua Estação. Manhã de Sol e a sua luz amarela. Com uma cor para mais um dia consegue iluminar ao longe.
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As Flores De Sua Estação. Manhã de Sol e a sua luz amarela. Com uma cor para mais um dia consegue iluminar ao longe. Quando outra vez retorna no céu. Trazendo um outro dia dentro de sua luz. Com uma cor do que ele significa ao despertar no céu tão cedo. Como o Sol uma estação começa em uma manhã. Com ventos de quietude de uma outra estação nas suas cores. Em uma manhã do mês de setembro até um outro dia do mês de dezembro. Uma estação nasce com Sol e o céu. Deslumbrante na cor amarela de estrela sendo mais um dia. Em uma manhã de Sol uma estação recomeça nas flores. Nas suas cores e nos seus aromas. Em uma manhã no mês de setembro e nessas flores vai até um dia no mês de dezembro. Uma estação que nasce em uma manhã. Em amarelo e azul claro. Uma estação que nas flores tem a sua delicadeza. De uma metade do Planeta Terra flores colorem essa estação. Com a cor do céu e na cor de uma manhã de Sol. Do mesmo Sol o tempo muda a sua cor. De um amarelo claro ao alaranjado claro. Para o céu azul também. No tempo está essa colorida estação. Que no seu percurso recomeça em uma manhã do mês de setembro e vai até um dia no mês de dezembro. Uma estação aromática e delicada. Em cada pétala de flor. Nas cores que o Sol e o céu também têm. A sua delicadeza entre as tantas flores permanece. Flores com os seus bonitos nomes,lindas cores e os seus sensíveis aromas. Nessa manhã do mês de setembro cada flor desabrocha com mais sentimentos. Que o Sol e o céu têm. Com o tempo que novamente é aromatizado por essa estação. Nas paisagens onde essa colorida estação recomeça as flores sentem os seus sentimentos de alguns jeitos. Em certos lugares as suas flores desabrocham com o Sol e algo calmo do tempo. Coloridas e com pétalas bonitas. Nos galhos,cipós e no chão. Nesses lugares de uma imensa claridade de Sol e da calmaria do tempo. Em outros lugares um pouco distante desses,mas ainda em um azul e alaranjado claro as flores desabrocham com o Sol nas suas pétalas. Como uma estação e o seu aroma sentimental. Em plantas e nas suas outras árvores. Com mais cores nas suas pétalas. Com delicadas coisas de uma estação. Que recomeça em uma manhã do mês de setembro e com delicadeza segue até um outro dia no mês de dezembro. Nascendo com duas cores sobre as suas flores. Um amarelo claro e um azul assim. Em uma manhã de setembro colorindo as manhãs que nascerão até um outro dia no mês de dezembro. Na metade do Planeta Terra que sente cada pétala colorida. Pétalas bonitas e delicadas. Que desabrocham nesse nascer de Sol e do céu sobre os seus aromas. Uma estação que vive nos sentimentos das flores. Colorindo os dias e o seu recomeço. De uma manhã nas cores do Sol e do céu. Uma estação florida e com sentimentos coloridos. Por vários lugares em que terras estão distantes as flores desabrocham de um jeito. E com cores semelhantes deixam aromas nesses lugares. Não sendo distantes do Sol e nem do céu. Nem mesmo de um amarelo e azul claro. Ou de um alaranjado que o tempo sabe. Em amarelo,azul e alaranjado estão muitas flores. Como uma estação que nasce em uma manhã de setembro e até um dia no mês de dezembro estará desabrochando com mais cores e mais flores. Como as que florescem mais alto. Em um amarelo claro que se transforma em um branco brilhante e depois em um alaranjado. E de um azul claro que algumas vezes se torna escuro. E antes do outro seu recomeço sentimental outras cores já terão florescido sobre cada flor sua.

No Marron,Vermelho,E Amarelo Das Folhas Renasce Uma Estação. O seu começo é visto em cores que estão à sua espera. Principalmente nas folhas de tantas árvores.
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No Marron,Vermelho,E Amarelo Das Folhas Renasce Uma Estação. O seu começo é visto em cores que estão à sua espera. Principalmente nas folhas de tantas árvores. Com cores que se fortalecem nessa sua aparição. Nas folhas das árvores que preenchem cada galho,cores indicam a sua proximidade. Após manhãs iluminadas por uma forte luz de uma outra estação o seu começo também é feito de Sol. Brilhante por essa estrela,mas com um outro jeito no seu começo. Com o tempo e a serenidade da estação que é,as folhas se transformam. Em uma outra metade do Planeta Terra em lugares que estão sob um mesmo Sol,um mesmo céu. Em um lado que uma natureza também vive,floresce e continua. Como se já tivesse feito isso antes assim como as suas folhas que mudam de cor. Do verde se tornam marrons,vermelhas e amarelas. Dessa metade do Planeta Terra o seu começo é em uma manhã de março. Nos rastros da luz do Sol de uma primeira estação nessa parte do Planeta Terra o seu começo é agraciado por uma luz amarela e sonhadora. Em uma manhã no mês de março as folhas despertam em marrom,vermelho e amarelo. Com a sua serenidade de estação a cor verde ainda em esperança é vista e sentida. Esperança que colore outras folhas com cores de uma serena estação. E o Sol atravessa o céu e essa estação. As suas folhas e a sua sensatez. E são tantas as folhas amarelas,vermelhas e marrons que fazem essa estação. E ainda com folhas verdes. Folhas coloridas nas árvores e nas brisas. Que voam lentamente colorindo vários instantes. De um nascer do Sol no mês de março até o mês de junho. De um lado do Planeta Terra. Uma estação se transforma. Na serenidade que cobre as suas folhas com cores da sua existência. Um começo novamente colorido e cativante. Nas árvores que nascem sob o Sol com as suas milhares de folhas que se curvam nas brisas de afeto. Árvores de tantas espécies com os seus traços desde a semente até a folha mais alta. Em uma manhã no mês de março são várias as folhas que mudam de cor. E as que permanecem verdes sentem a serenidade e o renascer dessa estação. As brisas que vêm entre os galhos tocam cada folha como o Sol faz. Do céu uma cor azul se faz sentir nessa fascinante serenidade. Que nasce em uma manhã de março e até junho desse lado do Planeta Terra colore as folhas transformando cada árvore. Até o Sol é tocado por sua folhas. Do seu recomeço nas brisas de uma manhã. Que permanecem voando no seu nome e na sua serenidade. Levando as suas folhas coloridas mais longe. Na direção do céu e de outras árvores. As suas cores são cobertas por algo emotivo. De uma manhã em março até outras folhas coloridas no mês de junho. Uma estação é refletida pelo Sol com serenidade. Nas brisas dos dias sobre ela e nas cores que estão ao seu redor. Em vermelho,amarelo e marrom e no verde que ainda permanece. Uma estação que fica nas folhas das árvores e nas brisas que passam. Como o Sol faz no céu. Iluminando novamente o seu recomeço. Em cada folha a sua presença é marcante. Nas folhas que ficam perto das árvores cores colorem o chão. Nas gramas,plantas e nos telhados das casas. Essas cores também colorem o tempo. Que sabe o começo dessa estação. Em um lado do Planeta Terra em que folhas têm formas distintas. Como as árvores que crescem por lá. E quando ela irá retornar em uma manhã do mês de março. E antes dela o Sol brilhará mais uma vez no céu e nas brisas. Em cada árvore,em cada folha. Com serenidade uma estação irá se transformar quando em uma outra manhã do mês de março,certas cores tocarem outra vez as suas folhas.

Na Forte Luz De Uma Estação. Em um início de uma manhã em um dia no mês de dezembro a luz do Sol brilha com mais intensidade. Um pouco mais do que em manhãs do ontem.
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Na Forte Luz De Uma Estação. Em um início de uma manhã em um dia no mês de dezembro a luz do Sol brilha com mais intensidade. Um pouco mais do que em manhãs do ontem. Em um dia no último mês do ano a sua luz retorna como o seu jeito de ser. Sobre o céu azul com mais luminosidade. Entre cada nuvem e os ventos nesse mesmo mês uma luz predomina sobre as manhãs. Com o Sol nas suas direções. Amarelo e grandioso,guiando a sua luz em um começo de estação. Em uma manhã que nasce um pouco mais iluminada mesmo que ainda ao tempo esteja cedo. Com mais luz em dias que ele traz no último mês do ano e até depois disso dentro de sua vida estelar. Sobre uma calorosa estação que segue o seu coração. Que se inicia em luz e segue entre uma estrela e o céu. Em dias que formam certos meses. O Sol nasce em uma determinada manhã com mais claridade. Com o seu nome sobre uma estação. Mais iluminada com os seus gestos de estrela. Uma estação que é aquecida com o seu iluminar. Uma estação que começa em uma manhã e que vem com a sua bondade para iluminar o céu,os dias e os ventos. Da sua luz de estrela até uma outra manhã do mês de março. Mais um outro começo em sua vida dentro de uma querida estação. Na sua luz se veste com uma forte cor. E que por outras manhãs vai. Como uma primeira estação em uma natureza tropical embelezada por florestas,alguns montes,cordilheiras e cachoeiras. Assim como o Sol. E também desertos,montanhas, mais árvores e outras nascentes de água. Natureza essa iluminada pelo Sol no começo dessa estação,calorosa e vibrante. Sob a luz de uma estrela ainda maior. Que em manhãs do ontem também havia nascido com o Sol. Em luz e em um azul formidável do céu. Como uma estação que predomina em uma forte luz e bons ventos. Ventos que completam o seu começo em cada manhã. Em cada nascer do Sol no último mês do ano em um certo dia. Que o tempo também reconhece e conta o seu novo momento para recomeçar. Em uma estação dourada de Sol. Que tem o seu nome refletido no céu e nas nuvens bonitas. Do seu lugar até esse céu em uma manhã no mês de dezembro. A sua luz nasce ao lado do tempo também por essa estação. E além das manhãs a sua força em luz segue por tardes e até noites. Que estão nessa calorosa estação que recomeça em uma manhã no mês de dezembro. E que fica mais brilhante até uma outra manhã do mês de março. Entre essas manhãs que se reencontram o Sol está. Do mesmo jeito que o tempo,o céu e os ventos. Contemplando uma estação e o seu iluminado nascer. Em mais manhãs uma estação nascerá com Sol para continuar a brilhar dentro do seu coração de estrela em um outro esperado recomeço no mês de dezembro.

Sonda Voyager 1: Do Primeiro Voo,Até Os Segredos Do Universo. Em um dia bonito e azul um grande sonho seria realizado.
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Sonda Voyager 1: Do Primeiro Voo,Até Os Segredos Do Universo. Em um dia bonito e azul um grande sonho seria realizado. Um sonho capaz de ir bem longe além do Sistema Solar e que estando nesse sonho,seria possível encontrar outras estrelas e outras coisas brilhantes. Em algum momento em um espaço dedicado para esse sonho,pedaços de felicidades,de expectativas e ansiedade estavam se unindo. Para a formação de um objeto imaginado. Que poderia voar entre os planetas e os seus satélites naturais,olhando para a Lua ao atravessar um primeiro cinturão tendo em seus detalhes a luz refletida do Sol. E quando chegasse em um segundo cinturão a luz do Sol ainda estaria nos seus rastros no seu deslocamento veloz. Um objeto fascinante se tornou verdadeiro após dias e dias desde o momento em que foi pensado. Para ir tão distante do lugar ao qual havia sido sonhada. Com o nome de "Voyager" e a coincidência de que seria mais um viajante interestelar. Com uma longa e demorada viagem além de um sistema planetário. E isso foi se tornando ainda mais forte quando se aproximava do dia 5 de Setembro de 1977. Foi em um bonito dia de céu. Um dia claro e transparente de inspirações. Onde na estação de lançamento um imenso foguete espacial já estava a sua espera. Para que juntos em um mesmo voo pudessem subir mais alto do que as nuvens do céu. Com tranquilidade o tempo contava cada instante. Com a Sonda Voyager 1 fixada ao foguete espacial de nome Titan IIIE. Após a sua aguardada contagem o foguete Titan IIIE subiu na direção do céu azul e bonito levando a Sonda Voyager 1. A cada subida a sua velocidade aumentava com a gravidade terrestre deixando partes de sua força nas suas formas. Como uma saudação. Depois de alguns minutos voando no sentido vertical o foguete espacial Titan IIIE mudou a sua inclinação para que a Sonda Voyager 1 pudesse voar com os próprios jeitos. E assim ela fez. Com agradecimento ao seu querido foguete espacial. Que em uma outra trajetória voltava para o Planeta Terra. Enquanto a Sonda Voyager 1 começaria a voar pela primeira vez com as próprias asas. Que a fariam visitar alguns planetas e os seus satélites naturais. E seguindo um sonho que ela era,foi em uma forte velocidade na direção do Planeta Júpiter. O maior do Sistema Solar. Com uma velocidade incrível após dois anos viajando encontrou o Planeta Júpiter e alguns dos seus satélites naturais. Da sua grande beleza como uma pintura esférica flutuando em rotação e translação. E sua destacada Grande Mancha Vermelha. Que girava em um outro sentido,mas na mesma vida planetária. Estando alguns milhares de quilômetros de sua evidente beleza a Sonda Voyager 1 tirou muitas fotografias. Do seu levitar e de alguns satélites naturais. Em Io viu vulcões tão altos que jorravam lavas de um passado ainda relembrado. No satélite Europa a Sonda Voyager 1 viu uma superfície congelada,mas com um coração pulsante e escutado. Em Ganimedes se impressionou com o seu tamanho para um satélite. Ganimedes em alguns traços a fazia lembrar da Lua. Deixando-as guardadas em um lugar especial cada fotografia que havia conseguido. Emocionada com esse encontro com Júpiter teve que seguir os seus desejos. Enquanto se distanciava do gigante gasoso através de um intenso impulso gravitacional com aquelas fotos que já haviam se tornado raras. Pois ela queria ver mais de perto o Planeta Saturno e os seus misteriosos anéis. Com os seus encantos um pouco revelados. Desde o seu encontro com o Planeta Júpiter havia se passado um ano. Eram 365 dias voando com desejos e objetivos. Até que percebeu diante dos seus sonhos um maravilhoso planeta rodeado com um sistema de anéis. Centenas de anéis dos minúsculos aos maiores fragmentos. Adornavam o Planeta Saturno e o seu principal satélite natural,Titã. Que tinha sobre a sua atmosfera as curvas daqueles anéis desde a sua criação. Como era previsto nesse encontro tirou várias fotografias. De um lindo planeta e os seus formidáveis anéis. Do seu satélite natural Titã,fotos do seu charmoso viver. A Sonda Voyager 1 também fotografou os satélites naturais Dione e Rhea. E as suas características notáveis. Acalentandas com um frio intenso e entrelaçadas na gravidade de Saturno nas suas respectivas distâncias. Depois de outras raras fotografias a Sonda Voyager 1 continuou seguindo na direção das milhares de estrelas. De Saturno e Titã e outros satélites a sonda levou os seus movimentos e distinções e momentos de suas vidas. Pois teria que continuar voando na direção que lhe chamava. Dentro de si um valioso e único disco dourado com coisas do Planeta Terra.

Flor De Uma Estrela. Uma flor amarela acorda com o Sol. Nos primeiros raios de sua luz.
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Flor De Uma Estrela. Uma flor amarela acorda com o Sol. Nos primeiros raios de sua luz. As suas pétalas de um jeito delicado começam a sentir o toque de uma luz conhecida. Uma flor perfumada é gentilmente cumprimentada pelos ventos das manhãs. Uma pequena flor. Com um amarelo brilhante nas suas pétalas. Sensíveis ao Sol. Com os ventos uma flor gira. Vendo o Sol e a sua grande beleza. Deslumbrante no céu entre os ventos. Com uma coroa flamejante que desabrocha sobre si. Com uma velocidade iluminada por seus poderosos impulsos,a sua luz reflete os dias. Sendo mais uma manhã. Brilhante nas pétalas de uma flor. Que gira sob a sua luz. Uma pequena flor amarela e bonita. Com o Sol acima das nuvens. Nos campos azuis do céu nasce uma luz e agradáveis maravilhas. Com pétalas de fogo o Sol se transforma com a própria luz. Iluminando ao seu redor e mais distante. Até que a sua luz chegue a uma flor amarelada mais uma vez. Com pétalas contornadas pela sua alma estelar. Uma pequena flor gira,como o Sol também faz. Em cada manhã em jardins iluminados e até além,uma flor amarela gira como o Sol. Semeando mais brilho nos ventos que voltam. Como as manhãs que procuram as pétalas de uma flor amarela. Assim como o Sol em cada manhã que ele traz.

Na Pureza Da Água. Uma cor transparente começa a fluir no céu azul e profundo quando a sua vida quer. Como pequenos pontos em lugares no céu,algo bondoso faz daquele azul celeste a sua razão.
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Na Pureza Da Água. Uma cor transparente começa a fluir no céu azul e profundo quando a sua vida quer. Como pequenos pontos em lugares no céu,algo bondoso faz daquele azul celeste a sua razão. Um pequeno ponto que se estende até a imensidão de sua existência. Uma vida que também atravessa o universo com uma pureza inconfundível. Mesmo que não seja transparente,dentro de cada ponto há uma pureza sentida. Distante daqui em milhares de direções,cores e sons. Em céus distantes algo percorre por inúmeros horizontes. Sendo nesses lugares algo absoluto. Com traços finos e transparentes. Como uma esperança que reluz no universo,assim como as estrelas. Em cada fascínio nesse universo,sendo algo que se refaz. E que se declara com a própria vida para a criação de outras semelhantes à sua. Ou distintas,mas com motivos para ser assim. Um pequeno ponto se transforma em milhares,enquanto as nuvens continuam seguindo um conhecido céu. Assim como o Sol faz no seu coração entre as manhãs e os fins de tarde. Como um dom criado há muito tempo atrás dentro da alma do universo. Algo em sua vida preciosa é necessário. E único para o florescimento de uma natureza que vive em seus caminhos. Cada uma com incontáveis gotas preciosas em sua vida. Um líquido puro e transparente. Verdadeiro e sereno. Que se dedica a continuidade da vida e da purificação de tantas coisas. Mesmo que não seja nessa galáxia. Será em uma outra em um outro momento do tempo nesse universo. Com uma pureza que acalma e contenta. Que se deixa levar com os ventos e as nuvens desse céu. Mais brilhante à luz do Sol. Com delicadeza e luminosidade,gotas transparentes se unem e criam algo parecido com a própria vida. Milhares de pontos transparentes caem do céu. Muitos de uma só vez. Outros caem mais lentamente,como os sonhos visíveis no azul. Sob a luz do Sol cada gota traz uma generosidade. Milhares de gotas se transformam em uma grande inspiração. Até sobre os mares dois jeitos transparentes se confundem. Pois já se conhecem desde outros tempos. Em gotas passadas e ainda em um azul presente e brilhante. Nas ondas dos mares as gotas transparentes se perdem. Assim como o céu. Que tem no seu azul algo raro e quase inexplicável. Inesquecível por ser o que é. Uma vida que se dedica a outras. Como pontos transparentes que se transformam,onde quer que estejam. Algo irá recomeçar e seguir mais forte do que antes. Uma vida pura que transcende em milagres assim como o universo.

Indo Até As Estrelas. Em um simpático deserto na América do Sul em um dia bonito do ano de 1998 um impressionante telescópio havia sido deixado. Nesse deserto que se estende pelo continente sul-americano esse telescópio deixado ao carinho desse lugar em algum momento poderia al…
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Indo Até As Estrelas. Em um simpático deserto na América do Sul em um dia bonito do ano de 1998 um impressionante telescópio havia sido deixado. Nesse deserto que se estende pelo continente sul-americano esse telescópio deixado ao carinho desse lugar em algum momento poderia alcançar as estrelas. Nos grãos de areia desse deserto com as suas dunas,os seus pássaros e outros traços do seu passado. Dentro do que esse telescópio revelaria e podendo ver mais do que as estrelas nesse deserto quente. Sob a luz do Sol ele ainda esperaria mais uma noite. Com os ventos noturnos que retornariam com a Lua esse deserto adormeceria. Enquanto nesses mesmos ventos esse telescópio veria as estrelas no céu. As que já estavam lá e as que ainda nasceriam. As estrelas de uma galáxia com um nome leitoso atravessando o céu noturno,a Lua e um deserto. Nesse deserto as noites seguiam até uma outra manhã. Até que no ano de 1999 esse telescópio olharia pela primeira vez o céu noturno com gotas de orvalho no seu espelho. Um grande espelho que nas noites estreladas teria grãos de areia dos ventos nos seus espelhos. Brilhante na luz da Lua sendo guiado até por ela. Em um deserto harmonioso à sua presença e que escutaria sobre as estrelas que ele ainda não poderia ver. Nesse mesmo ano mais três telescópios foram deixados perto do primeiro. Cada um com três grandes espelhos e não tão separados desse deserto. Com a luz do orvalho em cada um e nos seus movimentos lentos e elegantes. Em cada noite enluarada e com mais uma estrela. Quatros telescópios que olhariam para diferentes estrelas. Ou como se estivessem o mesmo espelho repleto de orvalho olhariam apenas para uma estrela dentre aquelas milhares. Que brilharia mais forte nos seus quatro espelhos finos e sensíveis. Deixados sobre a vida de um deserto que os acolhe enquanto os observa sob aquelas estrelas que o fazem lembrar dos seus grãos de areia. Na sua vida com outros milhares de pontos luminosos e aquecidos por uma estrela mais ao nascer do seu horizonte. No nascer de cada dia um pouco antes desses quatro telescópios,esse deserto já tinha no Sol o seu maior brilho. E seguindo outros grãos,mais ventos aquecidos contornavam a sua vida. Como outras asas,o tempo e até raízes. Até que em um belo dia do ano de 1998 um telescópio foi trazido para os caminhos ardentes e adoráveis da sua vida. Tão naturais e meigos. Entre dias e noites que se transformavam com o tempo mais três telescópios foram trazidos. Quatro telescópios com uma cor prateada que ao Sol queriam chegar. Em um deserto à uma distância da luz de mais uma manhã. Nas manhãs os seus quatro espelhos ficavam retraídos. Esperando a noite retornar. Ainda na luz bondosa do Sol sobre esse simpático deserto esses quatro telescópios também adormeciam. Nos ventos e no tempo que esse deserto entendia para cada telescópio foi concedido um nome. O primeiro telescópio foi chamado de "Antu" que significa "Sol". O segundo telescópio teve o nome de "Kueyen" que significa "Lua. Ao terceiro telescópio foi dado o nome de "Melipal" que significa "Cruzeiro do Sul". O quatro telescópio foi chamado de "Yepun", que significa "Vênus ". Aos quatro telescópios e aos seus nomes simbólicos e verdadeiros tantas coisas do universo poderiam ser traduzidas. Enquanto os quatro telescópios e os seus bons nomes olhavam as estrelas o tempo passava. Até que entre o ano de 2004 e 2007 nesse deserto entre as manhãs que nasciam e as noites que já esperavam,mais quatro telescópios foram deixados aos seus grãos aquecidos por uma mesma estrela. Quatro telescópios com a mesma cor branca que resplandecia sobre a sua vida desértica e maravilhosa. Pois quando os outros quatros telescópios maiores estivessem procurando algo no céu sem ser uma querida estrela,os outros quatros telescópios esbranquiçados também poderiam ver as milhares de estrelas,uma galáxia leitosa e as fases da Lua e até planetas. De um mesmo lugar os oito telescópios e os seus oito espelhos com orvalhos poderiam ver ainda além. Em algum ponto no céu noturno procurando mais um brilho,uma nova indicação. Nos oito espelhos uma galáxia atravessava deixando nos seus movimentos em passado,presente e futuro a luz das suas estrelas. Na sensibilidade de cada espelho o universo profundo estava. Daquele deserto até as distâncias que o tempo consegue contar,mostrando para cada espelho o significado daquela profundeza escura e eterna. As milhares de estrelas ao longe e as suas constelações com as suas cores e tamanhos. Mais perto da Lua,Sol e de um deserto o tempo estava. Contando uma outra fase,mais uma órbita,mais um grão. Como nos oito espelhos daqueles telescópios destinados à viverem em um deserto. Com uma aceitação de cada um até que mais noites se transformem sobre aqueles grãos. Ainda nas manhãs o Sol refletirá sobre os oito espelhos cheios de orvalhos e sobre um deserto caridoso entre o seu nascer e até a próxima noite serena e perfeita.

Um Mar Que Vive. Entre mais de um grão de areia um mar tem a sua vida. Com águas um pouco mais silenciosas que outros mares.
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Um Mar Que Vive. Entre mais de um grão de areia um mar tem a sua vida. Com águas um pouco mais silenciosas que outros mares. Nas profundezas de sua vida entre cada grão de areia que vive ao seu redor esse mar tem sobre o seu silêncio nas águas,a cor azul do céu. Na sua vida em águas montanhas de areias estão ao seu redor. Com uma cor que o céu também conhece e admira esse mar vai e vem de um jeito calmo. Sobre a sua vida como o céu já fazia. Indo no percurso da sua vida,um rio o reencontra mais de uma vez. Levando para o seu silêncio gotas de uma outra vida que o céu também já havia percebido. Sobre esse rio que vem distante a sua cor azul o ilumina até esse mar silencioso. Rio que nasce entre um monte e perto de árvores que assim como esse rio sentem os ventos vindos de um azul celeste. Rio nascido com águas que brilham sob o mesmo céu. E que chegam até um mar que nas ondas do céu se parece. Um mar com águas com gotas de um verde escuro quando estão mais perto dos grãos de areias e das montanhas. A sua vida silenciosa e profunda tem a cor azul do céu. Em azul e um verde escuro o seu silêncio em águas é agraciado. Com tantos grãos de areia e montanhas a sua vida tem duas cores profundas. Nas águas que são a sua luz,na sua superfície brilhante. Em silêncio as suas águas levitam entre um azul celeste e um verde escuro. Até o céu do alto da sua existência levita sobre essas águas. E as suas centenas de nuvens. Com as maravilhas que elas podem fazer em cada parte sua. A vida desse mar está nessas nuvens assim como o percurso de um rio e o seu monte. Em cada reencontro das suas águas. Águas de uma nascente que despertam de uma forma mais tocante. Para reencontrarem um silêncio profundo de um mar. Que vai e vem mais calmamente que outros mares. Uma vida que se fez assim. Desde outras gotas de sua vida que já vinham em silêncio. Até do céu e com a mesma plenitude. Das suas águas calmas e que levitam,a cor branca também vive. Trazida das profundezas do seu silêncio até as margens das montanhas e de outros grãos de areia. Em cada gota da sua vida grãos brancos e com um aroma que chega até o céu,um azul e um verde se transformam. Nesse mar silencioso,tocado pelo ir e vir do céu. Nas nuvens que descem até essas águas profundas com três cores claras. Centenas de nuvens percorrem sobre uma vida silenciosa e calma. Como antes o céu já conseguia. E ainda vive assim. Sem se esquecer de um rio que nasce distante em um monte coberto por árvores e mais vidas. O seu percurso até esse mar em um azul mais acima é refletido. E ainda desaguando nas profundezas silenciosas de um mar. Entrelaçados com a cor azul do céu e nas montanhas na sua superfície cristalina. Um mar tem no silêncio das suas águas gotas de reencontros. Das montanhas ao seu redor consegue escutar os ventos em cada grão de areia. Sendo delicados ou ainda mais fortes. Na sua vida um azul continua indo e vindo. Permanecendo nessas águas em um silêncio profundo e que pode ser sentido onde quer que o céu esteja.

Marabá: Como Uma Semente,Até As Folhas Da Castanheira De Sua Alma. Em uma grande região em que a cor verde prevalece,uma semente espera entre os dias do tempo o seu florescer. Em um lugar repleto de outras árvores e vidas uma outra espécie bonita está.
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Marabá: Como Uma Semente,Até As Folhas Da Castanheira De Sua Alma. Em uma grande região em que a cor verde prevalece,uma semente espera entre os dias do tempo o seu florescer. Em um lugar repleto de outras árvores e vidas uma outra espécie bonita está. Antes de uma outra semente florescer,outras árvores dessa mesma espécie já haviam florescido nesse chão. No ser do tempo,várias espécies dessa árvore já tinham flores e frutos. Os seus respectivos galhos e raízes. De tamanhos diferentes nesse jeito do tempo cada árvore dessa espécie tem sobre as suas vidas,o céu. Com raízes firmes no chão úmido e generoso. Uma espécie de árvore que cresce semelhante à outras. Em uma região onde a luz do Sol brilha forte guardando com carinho essa natureza. Entre cada folha de árvore. Em cada pedaço desse chão a luz do Sol se espalha. Como o céu azul que sobre cada árvore deixa os seus sentimentos. Como a luz do Sol já fazia dentro de um tempo. Muitas árvores em uma grande região e com outras vidas. Em uma região onde a luz do Sol se estende por uma longa natureza. Em um lugar dentro dessa grande região esverdeada e iluminada,uma semente espera o seu florescimento. Enquanto muitos animais ao seu lado já haviam nascido. Ao jeito do tempo alguns ainda filhotes,outros adultos e queridos. Outros com poucas penas,mas que iriam cantar muitas canções dos seus respectivos corações quando as manhãs e tardes pedissem. Ou que seriam supreendidos com cantos inesperados vindos do céu. Cada animal com os mesmos olhos brilhantes. Nas gotas dos seus rios,muitos já nadavam. Enquanto outros ainda eram vistos por esses rios envoltos em pequenas e aconchegantes preciosidades,antes de seguirem percusos de suas vidas. Nas espécies de árvores,certos animais estavam mais perto dos seus galhos do que do chão úmido. Indo por cada árvore. Sendo filhotes ou adultos. Em cada olhar brilhante,penas,pelos, escamas a luz do Sol vive. Como o céu e a sua vida azul retocando a cor verde desse lugar. Cada bonito animal vivendo entre cada árvore em um chão úmido e sensível. Ou no percurso de dois rios que o Sol já seguia os seus movimentos. Como uma semente de árvore que ainda floresceria e cresceria tendo folhas que nenhuma outra teria. Mas tendo a mesma natureza sendo cuidada e protegida pela mesma bondade existente ali. Em um lugar dentro de uma região iluminada pelo Sol as chuvas também estavam. Chuvas que vinham com gotas que o tempo sabia. No seu jeito de contar poderiam ser mais fortes ou mais fracas vindas do céu azul. Um lugar,os seus dois rios e os seus animais eram tocados por uma beleza transparente. Na luz esperançosa e amarelada cada gota era atravessada. Nas árvores a esperança percorria e permanecia. Nas gotas da chuva a continuidade estava. Nesse lugar o Sol brilhava mais forte em determinados momentos do tempo. Em muitos dias de sua contagem o tempo via o Sol mais brilhante. Em uma grande região e um outro lugar dentro dela. Em um chão em que árvores estavam enraizadas com os seus frutos e folhas. Muitas árvores em um lugar que uma semente de uma outra espécie de árvore esperava no tempo a sua vez de florescer. Por uma bondade natural mais animais nasciam antes sobre esse chão úmido ou em dois rios. Esperando para correr,voar,nadar. Caminhar,deitar,acordar. Vivendo por cada árvore e as suas raízes. Nesse lugar o Sol,o céu azul,o tempo e as chuvas estavam em cada vida. Nas árvores com as suas folhas e as suas cores. Tons de verde,amarelo,rosa. Os seus frutos e flores. Frutos roxos,marrons, avermelhados. Flores brancas,azuis,vermelhas. Iluminados pelo Sol. Desde antes nesse mesmo tempo. Que viu em nascentes distantes dali,as primeiras gotas de dois rios. Que vinham descendo com as suas águas em contentamento. Trazidas por um tempo que o Sol já iluminava. Águas que nasceram longe de um lugar e que desceram até lá por algo natural e sentido. Se transformando em dois rios que seguem sob um mesmo céu suspirando um chão úmido que lhe pertencem. Águas que vão até outros dias,para outras naturezas. Com a luz do Sol e a sua esperança radiante. Por esses dois rios,as suas árvores e os seus animais. E até ao tempo. Nas muitas espécies de árvores dessa grande região e nesse lugar uma árvore desperta um fascínio. Uma árvore alta com um fruto marrom claro e as suas folhas verdes mais escuras. Muitas árvores assim já haviam florescido e crescido nesse lugar. Deixando nas chuvas,em dois rios e nos dias ensolarados mais sementes de suas vidas. Uma espécie de árvore que crescerá e viverá como as outras de sua mesma natureza característica. Mais perto dos seus animais e as suas flores. Sob esse mesmo céu azul,com dois rios e o brilho de uma estrela amiga,uma semente ainda espera para se tornar a árvore mais encantadora desse lugar. Desde a semente que ainda é até os frutos inconfundíveis que terá conforme o tempo passar sobre ela. Deixando-a para ser a inesquecível alma e as folhas de um lugar tão seu.