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Frase de fabricio herenio duraes

Indo Até As Estrelas. Em um simpático deserto na América do Sul em um dia bonito do ano de 1998 um impressionante telescópio havia sido deixado. Nesse deserto que se estende pelo continente sul-americano esse telescópio deixado ao carinho desse lugar em algum momento poderia alcançar as estrelas. Nos grãos de areia desse deserto com as suas dunas,os seus pássaros e outros traços do seu passado. Dentro do que esse telescópio revelaria e podendo ver mais do que as estrelas nesse deserto quente. Sob a luz do Sol ele ainda esperaria mais uma noite. Com os ventos noturnos que retornariam com a Lua esse deserto adormeceria. Enquanto nesses mesmos ventos esse telescópio veria as estrelas no céu. As que já estavam lá e as que ainda nasceriam. As estrelas de uma galáxia com um nome leitoso atravessando o céu noturno,a Lua e um deserto. Nesse deserto as noites seguiam até uma outra manhã. Até que no ano de 1999 esse telescópio olharia pela primeira vez o céu noturno com gotas de orvalho no seu espelho. Um grande espelho que nas noites estreladas teria grãos de areia dos ventos nos seus espelhos. Brilhante na luz da Lua sendo guiado até por ela. Em um deserto harmonioso à sua presença e que escutaria sobre as estrelas que ele ainda não poderia ver. Nesse mesmo ano mais três telescópios foram deixados perto do primeiro. Cada um com três grandes espelhos e não tão separados desse deserto. Com a luz do orvalho em cada um e nos seus movimentos lentos e elegantes. Em cada noite enluarada e com mais uma estrela. Quatros telescópios que olhariam para diferentes estrelas. Ou como se estivessem o mesmo espelho repleto de orvalho olhariam apenas para uma estrela dentre aquelas milhares. Que brilharia mais forte nos seus quatro espelhos finos e sensíveis. Deixados sobre a vida de um deserto que os acolhe enquanto os observa sob aquelas estrelas que o fazem lembrar dos seus grãos de areia. Na sua vida com outros milhares de pontos luminosos e aquecidos por uma estrela mais ao nascer do seu horizonte. No nascer de cada dia um pouco antes desses quatro telescópios,esse deserto já tinha no Sol o seu maior brilho. E seguindo outros grãos,mais ventos aquecidos contornavam a sua vida. Como outras asas,o tempo e até raízes. Até que em um belo dia do ano de 1998 um telescópio foi trazido para os caminhos ardentes e adoráveis da sua vida. Tão naturais e meigos. Entre dias e noites que se transformavam com o tempo mais três telescópios foram trazidos. Quatro telescópios com uma cor prateada que ao Sol queriam chegar. Em um deserto à uma distância da luz de mais uma manhã. Nas manhãs os seus quatro espelhos ficavam retraídos. Esperando a noite retornar. Ainda na luz bondosa do Sol sobre esse simpático deserto esses quatro telescópios também adormeciam. Nos ventos e no tempo que esse deserto entendia para cada telescópio foi concedido um nome. O primeiro telescópio foi chamado de "Antu" que significa "Sol". O segundo telescópio teve o nome de "Kueyen" que significa "Lua. Ao terceiro telescópio foi dado o nome de "Melipal" que significa "Cruzeiro do Sul". O quatro telescópio foi chamado de "Yepun", que significa "Vênus ". Aos quatro telescópios e aos seus nomes simbólicos e verdadeiros tantas coisas do universo poderiam ser traduzidas. Enquanto os quatro telescópios e os seus bons nomes olhavam as estrelas o tempo passava. Até que entre o ano de 2004 e 2007 nesse deserto entre as manhãs que nasciam e as noites que já esperavam,mais quatro telescópios foram deixados aos seus grãos aquecidos por uma mesma estrela. Quatro telescópios com a mesma cor branca que resplandecia sobre a sua vida desértica e maravilhosa. Pois quando os outros quatros telescópios maiores estivessem procurando algo no céu sem ser uma querida estrela,os outros quatros telescópios esbranquiçados também poderiam ver as milhares de estrelas,uma galáxia leitosa e as fases da Lua e até planetas. De um mesmo lugar os oito telescópios e os seus oito espelhos com orvalhos poderiam ver ainda além. Em algum ponto no céu noturno procurando mais um brilho,uma nova indicação. Nos oito espelhos uma galáxia atravessava deixando nos seus movimentos em passado,presente e futuro a luz das suas estrelas. Na sensibilidade de cada espelho o universo profundo estava. Daquele deserto até as distâncias que o tempo consegue contar,mostrando para cada espelho o significado daquela profundeza escura e eterna. As milhares de estrelas ao longe e as suas constelações com as suas cores e tamanhos. Mais perto da Lua,Sol e de um deserto o tempo estava. Contando uma outra fase,mais uma órbita,mais um grão. Como nos oito espelhos daqueles telescópios destinados à viverem em um deserto. Com uma aceitação de cada um até que mais noites se transformem sobre aqueles grãos. Ainda nas manhãs o Sol refletirá sobre os oito espelhos cheios de orvalhos e sobre um deserto caridoso entre o seu nascer e até a próxima noite serena e perfeita.

fabricio herenio duraes

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Pensador.com

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Frutas E Legumes: E Os Seus Sabores. Antes mesmo de terem as suas cores e os seus sabores vocês ainda são minúsculas sementes. Semeadas nas imensas terras desse planeta.
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Frutas E Legumes: E Os Seus Sabores. Antes mesmo de terem as suas cores e os seus sabores vocês ainda são minúsculas sementes. Semeadas nas imensas terras desse planeta. Por ventos e brisas. No calor do Sol e nos brilhos das chuvas. Antes de florescerem como árvores e plantas com raízes nessas terras. Ainda sendo sementes vocês vieram de sabores deixados por uma fruta ou um legume ao tempo. Em ventos e brisas atrás. No calor do Sol e das chuvas brilhantes que já estavam. Enquanto o tempo passava em cada semear. Sobre as sementes que são trazidas dentro de um tempo assim como os dias. Em cada pedaço de terra um fruto e um legume. Plantados em terras marrons que ficam claras em cada gota de chuva. E macias em cada contorno dos ventos sobre cada nova semente. No tempo que passa,cada florescer acontece em semanas ou meses. Sob a luz de uma magnífica estrela,de um céu azul ou chuvoso. Até no transformar das quatro estações. Estão cada semente. Esperando para desabrocharem como legumes ou frutos. Um pouco antes disso ainda serão flores. Cada flor com cores e um aroma. Delicadas aos ventos e brisas. Antes de um outro florescimento como um fruto ou um legume. Entre semanas e meses que estão em um tempo que rodeia um querido planeta. Como sementes deixadas sobre as terras que se movem sobre montanhas e cordilheiras. Florescendo por lá com raízes fortes que têm os ventos e também a maciez e graciosidade da neve. Como frutos ou legumes. Com o tempo passando sobre cada um. Esperando mais uma saborosa colheita. E colorida. Dos muitos frutos e dos muitos legumes. Com os seus doces nomes. Maçã,mamão,melão. Melancia,banana, carambola,uva e maracujá. E mais do que esses frutos ainda têm outros doces e coloridos. Com um sabor salgado ou amargo. Alface,brócolis,couve-flor. Cebola ou rabanete. Seguindo os seus sabores outros nomes estão. Antes de serem assim com as suas cores e os seus aromas. Eram minúsculas sementes deixadas nas terras dos ventos e do Sol. Das chuvas e do tempo. Nas semanas e meses que seguem um percurso. Para depois florescerem docemente como manga,cacau,cupuaçu, açaí,acerola,goiaba, abacate ou abacaxi. E com mais doces frutos que ainda estarão florescendo. Ou com outros sabores. Ainda salgados e um pouco amargos,mas saborosos. Como repolho,macaxeira, beterraba,cenoura, batata. E com mais sabores amargos e salgados que irão florescer por tantos dias que nascerão. Como esses frutos ou legumes coloridos. Que foram deixados nas terras que são parte de um querido planeta. Deixados pelos ventos e nas brisas do tempo. Sendo iluminados por uma estrela fascinante e protetora. Sob a sua luz e do azul do céu cada minúscula semente é acolhida. Também pelas quatro estações. Até que novamente sejam coloridas árvores ou plantas. Com galhos e folhas que crescem em cada instante. Nas plantas com raízes finas e fortalecidas. São muitas as árvores frutíferas. Com os seus frutos pequenos,médios ou grandes. Em cada cor,um sabor. Ou em uma raiz uma planta que não fica tão distante dessas terras. Nos seus legumes com uma cor predominante marron. Que após alguns ventos outras cores se mostram. Em cada galho ou uma folha de planta antes de um outro legume ou um fruto,haverá uma flor. Muito mais do que uma flor. Mas antes disso acontecer ainda serão minúsculas sementes esperando o próximo florescer. Com o cultivo do tempo e das chuvas. Com os toques das brisas e dos ventos. No colorido das quatro estações. Na gratidão do azul do céu. E do seu lugar no céu mais uma vez terá florescido o Sol.

Uma Revoada Sob Milhares De Estrelas. Era mais uma outra noite maravilhosa com milhares de estrelas e a querida Lua. Com milhares de estrelas ao seu lado.
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Uma Revoada Sob Milhares De Estrelas. Era mais uma outra noite maravilhosa com milhares de estrelas e a querida Lua. Com milhares de estrelas ao seu lado. Milhares de estrelas em anos-luz de distância que aos olhos da Lua pareciam mais perto. Milagres brilhantes atravessando o tempo de cada estrela e vindo até mais uma noite. Em uma fase bonita da Lua. Milhares de estrelas brilhavam. Na escuridão profunda e majestosa do céu. Milhares de brilhos eram a noite. Com tantas estrelas nessa maravilhosa escuridão. Não tão distante como as milhares de estrelas uma revoada branca vinha de um certa direção. Uma revoada branca e leve. De um instante e na cor branca vinham iluminadas por estrelas que estavam atrás dessa revoada. Na maravilhosa noite de Lua essa revoada branca e silenciosa seguia as estrelas que estavam nos seus olhos. Uma revoada sob um anoitecer. Uma revoada graciosa e branca de uma direção que já tinha constelações. Dos muitos anos-luz de distância até os olhos daquela revoada. Cada coração via estrelas,enquanto seguia voando para um outro lugar na mesma fase da Lua. Em uma noite maravilhosa e com as estrelas de um luar. Milhares de brilhos na imensidão. Cada estrela no céu indicava um caminho,uma esperança. Aos corações daquela revoada branca e aos olhos da Lua. Antes dessa noite se reencontrar com uma outra manhã essa revoada já estará distante. Ainda seguindo outras estrelas que estarão diante dos seus movimentos à milhares de anos-luz de distância. Ainda nessa mesma noite antes de repousarem como revoada as milhares de estrelas e a Lua estarão nos seus sonhos. Brilhantes e também seguindo sinais naturais que ficam sobre cada noite. Como mais um milagre que refaz cada fase,os milhares de brilhos. E uma revoada de um instante até um outro anoitecer.

No Marron,Vermelho,E Amarelo Das Folhas Renasce Uma Estação. O seu começo é visto em cores que estão à sua espera. Principalmente nas folhas de tantas árvores.
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No Marron,Vermelho,E Amarelo Das Folhas Renasce Uma Estação. O seu começo é visto em cores que estão à sua espera. Principalmente nas folhas de tantas árvores. Com cores que se fortalecem nessa sua aparição. Nas folhas das árvores que preenchem cada galho,cores indicam a sua proximidade. Após manhãs iluminadas por uma forte luz de uma outra estação o seu começo também é feito de Sol. Brilhante por essa estrela,mas com um outro jeito no seu começo. Com o tempo e a serenidade da estação que é,as folhas se transformam. Em uma outra metade do Planeta Terra em lugares que estão sob um mesmo Sol,um mesmo céu. Em um lado que uma natureza também vive,floresce e continua. Como se já tivesse feito isso antes assim como as suas folhas que mudam de cor. Do verde se tornam marrons,vermelhas e amarelas. Dessa metade do Planeta Terra o seu começo é em uma manhã de março. Nos rastros da luz do Sol de uma primeira estação nessa parte do Planeta Terra o seu começo é agraciado por uma luz amarela e sonhadora. Em uma manhã no mês de março as folhas despertam em marrom,vermelho e amarelo. Com a sua serenidade de estação a cor verde ainda em esperança é vista e sentida. Esperança que colore outras folhas com cores de uma serena estação. E o Sol atravessa o céu e essa estação. As suas folhas e a sua sensatez. E são tantas as folhas amarelas,vermelhas e marrons que fazem essa estação. E ainda com folhas verdes. Folhas coloridas nas árvores e nas brisas. Que voam lentamente colorindo vários instantes. De um nascer do Sol no mês de março até o mês de junho. De um lado do Planeta Terra. Uma estação se transforma. Na serenidade que cobre as suas folhas com cores da sua existência. Um começo novamente colorido e cativante. Nas árvores que nascem sob o Sol com as suas milhares de folhas que se curvam nas brisas de afeto. Árvores de tantas espécies com os seus traços desde a semente até a folha mais alta. Em uma manhã no mês de março são várias as folhas que mudam de cor. E as que permanecem verdes sentem a serenidade e o renascer dessa estação. As brisas que vêm entre os galhos tocam cada folha como o Sol faz. Do céu uma cor azul se faz sentir nessa fascinante serenidade. Que nasce em uma manhã de março e até junho desse lado do Planeta Terra colore as folhas transformando cada árvore. Até o Sol é tocado por sua folhas. Do seu recomeço nas brisas de uma manhã. Que permanecem voando no seu nome e na sua serenidade. Levando as suas folhas coloridas mais longe. Na direção do céu e de outras árvores. As suas cores são cobertas por algo emotivo. De uma manhã em março até outras folhas coloridas no mês de junho. Uma estação é refletida pelo Sol com serenidade. Nas brisas dos dias sobre ela e nas cores que estão ao seu redor. Em vermelho,amarelo e marrom e no verde que ainda permanece. Uma estação que fica nas folhas das árvores e nas brisas que passam. Como o Sol faz no céu. Iluminando novamente o seu recomeço. Em cada folha a sua presença é marcante. Nas folhas que ficam perto das árvores cores colorem o chão. Nas gramas,plantas e nos telhados das casas. Essas cores também colorem o tempo. Que sabe o começo dessa estação. Em um lado do Planeta Terra em que folhas têm formas distintas. Como as árvores que crescem por lá. E quando ela irá retornar em uma manhã do mês de março. E antes dela o Sol brilhará mais uma vez no céu e nas brisas. Em cada árvore,em cada folha. Com serenidade uma estação irá se transformar quando em uma outra manhã do mês de março,certas cores tocarem outra vez as suas folhas.

As Flores De Sua Estação. Manhã de Sol e a sua luz amarela. Com uma cor para mais um dia consegue iluminar ao longe.
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As Flores De Sua Estação. Manhã de Sol e a sua luz amarela. Com uma cor para mais um dia consegue iluminar ao longe. Quando outra vez retorna no céu. Trazendo um outro dia dentro de sua luz. Com uma cor do que ele significa ao despertar no céu tão cedo. Como o Sol uma estação começa em uma manhã. Com ventos de quietude de uma outra estação nas suas cores. Em uma manhã do mês de setembro até um outro dia do mês de dezembro. Uma estação nasce com Sol e o céu. Deslumbrante na cor amarela de estrela sendo mais um dia. Em uma manhã de Sol uma estação recomeça nas flores. Nas suas cores e nos seus aromas. Em uma manhã no mês de setembro e nessas flores vai até um dia no mês de dezembro. Uma estação que nasce em uma manhã. Em amarelo e azul claro. Uma estação que nas flores tem a sua delicadeza. De uma metade do Planeta Terra flores colorem essa estação. Com a cor do céu e na cor de uma manhã de Sol. Do mesmo Sol o tempo muda a sua cor. De um amarelo claro ao alaranjado claro. Para o céu azul também. No tempo está essa colorida estação. Que no seu percurso recomeça em uma manhã do mês de setembro e vai até um dia no mês de dezembro. Uma estação aromática e delicada. Em cada pétala de flor. Nas cores que o Sol e o céu também têm. A sua delicadeza entre as tantas flores permanece. Flores com os seus bonitos nomes,lindas cores e os seus sensíveis aromas. Nessa manhã do mês de setembro cada flor desabrocha com mais sentimentos. Que o Sol e o céu têm. Com o tempo que novamente é aromatizado por essa estação. Nas paisagens onde essa colorida estação recomeça as flores sentem os seus sentimentos de alguns jeitos. Em certos lugares as suas flores desabrocham com o Sol e algo calmo do tempo. Coloridas e com pétalas bonitas. Nos galhos,cipós e no chão. Nesses lugares de uma imensa claridade de Sol e da calmaria do tempo. Em outros lugares um pouco distante desses,mas ainda em um azul e alaranjado claro as flores desabrocham com o Sol nas suas pétalas. Como uma estação e o seu aroma sentimental. Em plantas e nas suas outras árvores. Com mais cores nas suas pétalas. Com delicadas coisas de uma estação. Que recomeça em uma manhã do mês de setembro e com delicadeza segue até um outro dia no mês de dezembro. Nascendo com duas cores sobre as suas flores. Um amarelo claro e um azul assim. Em uma manhã de setembro colorindo as manhãs que nascerão até um outro dia no mês de dezembro. Na metade do Planeta Terra que sente cada pétala colorida. Pétalas bonitas e delicadas. Que desabrocham nesse nascer de Sol e do céu sobre os seus aromas. Uma estação que vive nos sentimentos das flores. Colorindo os dias e o seu recomeço. De uma manhã nas cores do Sol e do céu. Uma estação florida e com sentimentos coloridos. Por vários lugares em que terras estão distantes as flores desabrocham de um jeito. E com cores semelhantes deixam aromas nesses lugares. Não sendo distantes do Sol e nem do céu. Nem mesmo de um amarelo e azul claro. Ou de um alaranjado que o tempo sabe. Em amarelo,azul e alaranjado estão muitas flores. Como uma estação que nasce em uma manhã de setembro e até um dia no mês de dezembro estará desabrochando com mais cores e mais flores. Como as que florescem mais alto. Em um amarelo claro que se transforma em um branco brilhante e depois em um alaranjado. E de um azul claro que algumas vezes se torna escuro. E antes do outro seu recomeço sentimental outras cores já terão florescido sobre cada flor sua.