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Frases de Fabrício Ferreira

16 frases

⁠Intensa como fogo perene e furioso, faminto por consumir tudo o que há pela frente. Teus olhos dilaceram os céus, sob a cólera das luzes das tempestades violentas, tal como um ensaio da fúria divina. Queimas, consomes a ti mesma, por teus amores, risos e dores, mas a violência d…
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⁠Intensa como fogo perene e furioso, faminto por consumir tudo o que há pela frente. Teus olhos dilaceram os céus, sob a cólera das luzes das tempestades violentas, tal como um ensaio da fúria divina. Queimas, consomes a ti mesma, por teus amores, risos e dores, mas a violência da tua existência, como uma força da natureza, me lembra que existes e me questiono, livre de medos: Seria sadismo, desejar em doce agonia, infligir a minha própria carne e espírito esta doce pena, abraçando tuas chamas?

"E cá estamos, cobertos com luzes boreais, sob o véu da noite, nos ocupando um do outro. Tua voz dulcíssima, em entrelaços as cordas que junto a ti toco, como um rio tranquilo junto a luz dos astros, a ecoar e fazer vibrar a alma. Um sentimento que se torna tangível quanto escut…
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"E cá estamos, cobertos com luzes boreais, sob o véu da noite, nos ocupando um do outro. Tua voz dulcíssima, em entrelaços as cordas que junto a ti toco, como um rio tranquilo junto a luz dos astros, a ecoar e fazer vibrar a alma. Um sentimento que se torna tangível quanto escuto tua voz, quando toco tuas mãos e te laço com o olhar. Eis que surge da profundidade dos teus olhos e sorriso, uma paz que me acalma. Por que isso precisa acabar? Ciente estou que terei de acordar, para minha infelicidade. Quisera eu ali congelar, viver de ti neste mesmo momento eternamente, mas ainda permanecerás aqui, no melhor lugar de mim que reservei somente a ti, meu amor."

Não sei se fragmento-te ou guardo-te. Se penso saudoso ou esqueço-te. Mais vil que tal dúvida, é este silêncio, que vocifera bradando por tua ausência. Ainda dói, teu cheiro e beijo são o que me destroem, mas eis que como a erva humilde, debaixo dos teus pés, eu ei de morrer sob…
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Não sei se fragmento-te ou guardo-te. Se penso saudoso ou esqueço-te. Mais vil que tal dúvida, é este silêncio, que vocifera bradando por tua ausência. Ainda dói, teu cheiro e beijo são o que me destroem, mas eis que como a erva humilde, debaixo dos teus pés, eu ei de morrer sob doce agonia. Tento esvaziar-me de ti, tento distanciar-me dos teus caminhos, mas não importa o quanto o tempo rugir, não importa o quanto a tua ausência lancetar, não importam os adiamentos, as distâncias ou muito menos as impossibilidades. Tudo isso o meu amor por ti deteve e mesmo que consiga esvaziar-me por completo, é muita saudade pra pouco eu. Eis que transbordo apenas isso e de tão grandiosa que é tal ausência, não sinto mais, me tornei ela.

⁠⁠Coisas ditas a ti que flutuarão no vácuo do nada, pois tua atenção ao que te oferto do melhor de mim que ainda tenho, está embriagada pela escuridão do que sentes do passado. Eu danço com teu desprezo, abraço tua indiferença, argumento e dialogo com teu silêncio, pois ainda é v…
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⁠⁠Coisas ditas a ti que flutuarão no vácuo do nada, pois tua atenção ao que te oferto do melhor de mim que ainda tenho, está embriagada pela escuridão do que sentes do passado. Eu danço com teu desprezo, abraço tua indiferença, argumento e dialogo com teu silêncio, pois ainda é você, até a última gota de ti que ainda há em mim. A ti, me reservo no silêncio, me despi de todo ego para ocupar-me somente de ti, mas ainda sim, sou morada simples e humilde. Se desejas palácios, eu sou ruína, porém erguendo os olhos para cima, verás as estrelas, pois o que te cobre não são pedras e sim o que me representas: O infinito em sua mais profunda e interminável imensidão, onde clara ou escura, ainda te fazes bela e sublime.

E como um trovão a rasgar o véu da noite, batestes em minha porta. Meu alicerces minaram e cá estão, estendidos pelo chão. Tua luz cortou o céu escuro ferozmente, iluminou-me o caminho e deu-me rumo. Não tenho medo de molhar-me na tua chuva, pois cada gota é parte da imensidão da…
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E como um trovão a rasgar o véu da noite, batestes em minha porta. Meu alicerces minaram e cá estão, estendidos pelo chão. Tua luz cortou o céu escuro ferozmente, iluminou-me o caminho e deu-me rumo. Não tenho medo de molhar-me na tua chuva, pois cada gota é parte da imensidão da tua graça e beleza. Eis que ergo o olhar para cima e quando adoro os céus, teu rosto adoro.

⁠"Não temo mais os dias de sol, a luz adentrou-me e revelou-te diante de mim. Eu não sinto mais o que está ao meu redor, pois tudo vibra e me arremessa, violentamente pra perto de ti. As luzes dos astros caíam do céu, o tempo corria feroz e eu de alma nua e dolorida, procurando-t…
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⁠"Não temo mais os dias de sol, a luz adentrou-me e revelou-te diante de mim. Eu não sinto mais o que está ao meu redor, pois tudo vibra e me arremessa, violentamente pra perto de ti. As luzes dos astros caíam do céu, o tempo corria feroz e eu de alma nua e dolorida, procurando-te. Anularam-se o tempo, as possibilidades, probabilidades e acasos e tudo parou, porque chegastes. O silêncio vibrou, a noite amanheceu. Estou aqui em paz, pois enfim encontrei-te e teu amor se tornou meu cais."

⁠Tua ausência é como um membro arrancado ferozmente, cada átomo meu até o último vibram violentamente por ti. Você é caos e calmaria, você é oceano e tempestade, és a dúbia beleza da vida de ser e não ser. Quero meus demônios dançando com os teus, quero meus medos conversando com…
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⁠Tua ausência é como um membro arrancado ferozmente, cada átomo meu até o último vibram violentamente por ti. Você é caos e calmaria, você é oceano e tempestade, és a dúbia beleza da vida de ser e não ser. Quero meus demônios dançando com os teus, quero meus medos conversando com os teus. Nossos olhos transam e traçam desejos e sonhos nossos e final de tudo, só existirá apenas um corpo só, de nós dois juntos.

⁠Destoam os ventos, a noite e as estrelas diante da leveza dos teus risos, tão fluidos e calmos como um rio tranquilo. Da negritude sublime de teus cabelos, emerge um ar de luz que amanhece a noite e ela se faz humilde ante a tua beleza. Astros e estrelas, humildes, envergonham-s…
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⁠Destoam os ventos, a noite e as estrelas diante da leveza dos teus risos, tão fluidos e calmos como um rio tranquilo. Da negritude sublime de teus cabelos, emerge um ar de luz que amanhece a noite e ela se faz humilde ante a tua beleza. Astros e estrelas, humildes, envergonham-se de brilhar, pois teus olhos grandemente profundos e gentios, reverberam teu olhar ao fundo do infinito e todo cosmos vibra e se curva, pois não há grandiosidade nele que caiba a totalidade de tua beleza.

Sob o brilho das luzes neon e a escuridão do céu noturno, o mundo se revelava, mas a imagem que meus olhos captavam era distinta daquela vista pelas outras pessoas; jamais me encaixei, desde o primeiro choro na infância difícil
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Sob o brilho das luzes neon e a escuridão do céu noturno, o mundo se revelava, mas a imagem que meus olhos captavam era distinta daquela vista pelas outras pessoas; jamais me encaixei, desde o primeiro choro na infância difícil — e ali, no quarto escuro do começo, meu futuro já estava traçado: o diferente, o sonhador com uma visão única. Me distanciei da fonte comum, onde todos saciavam a sede com as mesmas paixões banais, os mesmos desejos de um jardim perfeito e uma vida confortável com as contas em dia; não conseguia beber daquela fonte contaminada pela tradição, daquela água estagnada da mesmice. Meu coração, essa engrenagem solitária e incansável, despertava ao som de um chamado indomável, uma gaita de foles à margem do caminho, um blues rouco e melancólico da noite, uma revelação intensa que a escola jamais apresentou e que meus pais nunca sequer mencionaram. Que lancem as críticas, os diagnósticos, os conselhos cheios de boas intenções: Eu amei, sim, eu amei profundamente o mundo e a beleza de sua desordem, mas cada pulsação, cada alegria, cada desilusão, cada traço de afeto — eu amei em solidão, dentro da caixa de ressonância do meu crânio, na imensidão deserta do meu quarto, completamente e de forma extraordinária sozinho, sem ninguém além do teto empoeirado e do eco do meu corpo ardente.