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Frases de Fabi Braga

104 frases

Estrelismo e Brilhantismo! Parentes próximos. Mas quanto antagonismo...
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Estrelismo e Brilhantismo! Parentes próximos. Mas quanto antagonismo... Aquele, próprio dos néscios; este, visível nos sagazes! (Fabi Braga, 16/03/2014. Editado.)

Dois anos. É...dois anos tentando inutilmente erguer e reerguer um castelo! Acontece que do outro lado não há cooperação; pelo contrário, o que se percebe é um descaso tão implacável que obriga o construtor do castelo a desistir do empreendimento.
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Dois anos. É...dois anos tentando inutilmente erguer e reerguer um castelo! Acontece que do outro lado não há cooperação; pelo contrário, o que se percebe é um descaso tão implacável que obriga o construtor do castelo a desistir do empreendimento. Sim, dois anos é tempo suficiente. Essa é a hora de desistir de tudo isso. O melhor é reunir forças e esperar por um novo projeto. Quem sabe uma nova construção contará com apoio mútuo, necessário para que se erga a mais alta torre, onde beija-flor algum sonhou alcançar? Tudo tem um tempo determinado... "tempo de abraçar, tempo de afastar-se de abraçar". (Fabi Braga, 09 Nov 2011. Editado.)

Há coisas que eu amaria ouvir, enquanto detestaria ler... Em quem está o teu coração? Ouvir, olhar...interessante.
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Há coisas que eu amaria ouvir, enquanto detestaria ler... Em quem está o teu coração? Ouvir, olhar...interessante. Ler...às vezes entediante. Isso parece-me uma parede de vidro, sabe? E de lados opostos dessa parede, é como se corpos exaustos se esforçassem em mímicas insanas, para dizer o que nem sempre é compreendido. Para você, quem está de cada lado? Decifra, se fores capaz. Decifra-me! (Fabi Braga, 21 abr 2011. Editado.)

Quando eu era uma criança, e depois adolescente, torcia pra crescer logo. Sim. Queria mesmo ficar mais velha... Queria ser levada a sério logo, porque a sensação que tinha era a de que ninguém me ouvia.
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Quando eu era uma criança, e depois adolescente, torcia pra crescer logo. Sim. Queria mesmo ficar mais velha... Queria ser levada a sério logo, porque a sensação que tinha era a de que ninguém me ouvia. Queria ter amigos bons e verdadeiros porque, até ali, só se aproximavam os de qualidade duvidosa.. Era arredia, recebia críticas, tinha baixa-estima e por vezes me sentia só. Queria trabalhar logo, porque "viver" de uma mesada escassa não me parecia coisa digna ou boa. Queria ter uma conta bancária logo, porque achava que isso atestaria minha maturidade.. Queria ser logo adulta, para ver - daquela fase - o que de bom a vida me traria. E sonhava, porque pensava que o melhor da vida só aconteceria lá: no depois. Hoje sou adulta. Já se passaram três décadas e mais "alguma coisa". Amadureci. Acho que estou na melhor fase de minha vida. Hoje consigo ver tudo de maneira mais clara. A vida me parece mais clara. Tenho bons amigos, aos quais amo. Consegui superar velhas mágoas. Amo mais a minha família. Aprendi a amar a Deus! Ah, também tenho conta bancária (lembro que fiz uma festa quando isso aconteceu!!); um bom emprego; um salário digno. Com o tempo, naturalmente, pude compreender melhor o significado das palavras: fé, amor, família e amizade. Hoje consigo amar, mesmo sem esperar pela recíproca.. É bem verdade que toda moeda tem dois lados.. Hoje tenho preocupações, responsabilidades, contas a pagar, cobranças, um caráter a ser aperfeiçoado e mantido no mais alto nível... A certeza da morte é algo que também me parece mais "palpável". Às vezes isso parece assustador, de tão real que é! Quando eu era apenas uma criança, ou mesmo adolescente, não "tinha" que me preocupar com essas coisas. Lá, tudo parecia um sonho perfeito e suave. Dormia sempre um sono despreocupado. Meu corpo quase nunca se queixava de dores e tinha uma disposição e vitalidade preciosíssimos! Há muito tempo, ouvi dizer que a vida é passageira. Só agora entendo isso de maneira mais profunda. Pode parecer paradoxo, mas às vezes sinto saudades daquela época. Às vezes queria voltar no tempo. Mas sei que não dá... Finalmente cheguei a uma conclusão, após meditar nessas coisas; e que chega a ter o peso de decisão: Ultimamente estou procurando investir meu tempo, não em uma correria estressante e desnecessária, após coisas fúteis e que pouco me acrescentariam nessa breve vida, mas numa ocupação que fará bem à minha alma nos meus dias: amar a Deus cada vez mais, e ao meu próximo como a mim mesma. Quanto mais me reparto, compartilhando o melhor de mim entre as pessoas, mais me sinto completa e feliz. (Fabi Braga, 15/05/2014)

Eu enjoei Enjoei dessas coisas que já não me fazem bem. Enjoei dessas coisas que, agora percebo, são dispensáveis para a minha vida.
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Eu enjoei Enjoei dessas coisas que já não me fazem bem. Enjoei dessas coisas que, agora percebo, são dispensáveis para a minha vida. Como aquele que se põe a comer algum doce, o qual inicialmente lhe proporciona a mais saborosa impressão, mas que agora - pelo exagero do ato, talvez - apenas impulsiona o “degustador” a vomitá-lo, recusando-se o tal a sequer olhar para o pote. Tenho medo de que isso possa me trazer alguma sensação parecida com a culpa lá adiante, sobretudo se – pelo esforço – eu vier a esquecer de tudo isso. Será que sinto pena? Seria um remorso antecipado? Medo da perda? Será que ouvirei queixas? Será que suportarei acusações ou incompreensões? Eu não o sei, mas conheço Alguém que o sabe bem, O qual certamente compreenderá que estou a ponto de sequer suportar o cheiro exalado por esse doce, que tanto mal me veio causar. Tudo porque a “indigestão” que a tal iguaria me trouxe foi absolutamente traumatizante e também paralisante. Será que estou certa? Será que exagero? Será maldade de minha parte? O doce permanece ali, mudo desde muito tempo... Mas se ainda me demoro a pensar se eu deveria ou não sorver o restinho do que sobrou naquele pote, levada por mero receio de um eventual desperdício ou mesmo por dó, me dou conta de que ainda permanecerei, sabe Deus por quanto tempo, sob o efeito desta paralisia que castiga, aleija, corrói e quiçá, pode até ser letal. Resolvo-me por abandonar o que restou de tudo aquilo. Decido-me pela vida; por uma inteira vida. Vai lá! Não vou lançar o pote ao lixo! Mas estou dando as costas para o que, agora, ficará para trás! Sem mágoas, sem culpas, sem peso. Ou isto, ou tornar ao que ainda poderá me provocar males ainda maiores. Já me bastam todos estes cacos; já me bastam os lamentos. É já a hora de se levantar em meio às cinzas e contemplar o brilho de um sol que anuncia coisas novas! Vou em busca de uma nova vida, porque agora consigo enxergar que Aquele que a todas as coisas criou, ainda reserva - para o futuro - as melhores surpresas. Esteja aí, doce! És doce e sempre o serás. Mas se tu não mudas, permitirei que a mudança ocorra em mim. E já o é! (Fabi Braga, 12/06/2014)

A mesma inclusão digital que ampliou o acesso à informação, estampa dia após dia a agressividade inexplicável dos que usam o anonimato - ou a ilusão acerca deste - para atacar "rivais" desconhecidos e/ou que pensam conhecer. Males da modernidade. (Fabi Braga, 16/03/2014. Editad…
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A mesma inclusão digital que ampliou o acesso à informação, estampa dia após dia a agressividade inexplicável dos que usam o anonimato - ou a ilusão acerca deste - para atacar "rivais" desconhecidos e/ou que pensam conhecer. Males da modernidade. (Fabi Braga, 16/03/2014. Editado.)

Melhor deixar pra lá. A gente insiste, insiste e não dá em nada. O que tem que ser, apenas é.
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Melhor deixar pra lá. A gente insiste, insiste e não dá em nada. O que tem que ser, apenas é. Melhor deixar pra lá e esquecer. Andorinha só não faz verão. Acho que fiz tudo o que pude. É. Eu fiz. Mas não há resposta. Não há feedback. Se é verdade que "o interessado dá um jeito", então todos os jeitos se esgotaram. Haveria diálogo quando apenas uma das partes insiste em falar? Então já não é um diálogo. É um monólogo. E quem fala só, arrisca-se a ser tido como falto de juízo. E se não vale mais a pena tentar falar, pela falta de resposta, logo penso que também é melhor não mais ver. (Fabi Braga, 04 jun 2011. Editado.)

Ser político, essencialmente, é arte! Dicionários que o digam... Para sobreviver, e com alguma qualidade de vida, é necessário saber interagir com os demais "personagens".
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Ser político, essencialmente, é arte! Dicionários que o digam... Para sobreviver, e com alguma qualidade de vida, é necessário saber interagir com os demais "personagens". Se comédia, drama ou mesmo tragédia, o estilo da grande encenação fica a cargo da escolha de cada um. Evidentemente que o tema é aí proposto, e na maioria das vezes, por força maior. Sim. Lançar mão da política, como esteio na vida, não é algo odioso em seu aspecto. Aquele que é politicamente proeminente costuma ser estimado - se não por muitos - pelos melhores. E pensar que alguns, de maneira indiscriminada e insipiente, são categóricos em abominar a coisa toda! Como se uma só fosse... (Fabi Braga, 05/05/2014. Editado.)

Quando eu digo.... Já viu beija-flor abandonar o ofício? E as flores seguem a estapear-se...
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Quando eu digo.... Já viu beija-flor abandonar o ofício? E as flores seguem a estapear-se... O que será que se passa na mente do beija-flor? O que deseja? Onde se esconde? O que faz? Às vezes penso que o vejo, que o escuto... Mas logo penso que nada vi ou ouvi. Às vezes penso que o que penso não passa de pensamento. Sina de flor... (Fabi Braga, 28 abr 2011)

É que pra mim o amor tem outra forma de ser. O amor é algo constante e calmo, bom de se sentir e transmitir. É paciente; não é leviano! Certamente buscará maneiras de se retratar ante o arrependimento por algum erro cometido.
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É que pra mim o amor tem outra forma de ser. O amor é algo constante e calmo, bom de se sentir e transmitir. É paciente; não é leviano! Certamente buscará maneiras de se retratar ante o arrependimento por algum erro cometido. Seguirá à procura do coração magoado para lhe falar, se explicar e então reatar os laços feridos. O amor verdadeiro não recusa o contato seguidas vezes, e mesmo longe, sempre estará bem perto. O Amor não recusa o calor do toque; do sentir... É um sentimento que, uma vez compartilhado, não encontrará dificuldades para falar ao coração que o corresponde. Facilmente, não Sutilmente! Mas que há por aí desenfreados sentimentos tentando estabelecer concorrência com o mais nobre e pacífico dos sentimentos, isso não se pode negar. Mas sempre serão tentativas; o Amor será sempre imbatível e único! Assim digo, que se não for por amor mesmo, é bem melhor desistir e economizar tentativas. Eu ainda prefiro o amor! (Fabi Braga, 28 abr 2011. Editado.)

Palavras para mim precisam ter o acerto de um tiro ao alvo. Também acredito que elas poderão causar danos... Mas se isso se der na direção a que se pretendeu, me dou por satisfeita.
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Palavras para mim precisam ter o acerto de um tiro ao alvo. Também acredito que elas poderão causar danos... Mas se isso se der na direção a que se pretendeu, me dou por satisfeita. Crueldade? Imagina... (Fabi Braga, 10/02/2014. Editado.)