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Frase de Fabi Braga

Dois anos. É...dois anos tentando inutilmente erguer e reerguer um castelo! Acontece que do outro lado não há cooperação; pelo contrário, o que se percebe é um descaso tão implacável que obriga o construtor do castelo a desistir do empreendimento. Sim, dois anos é tempo suficiente. Essa é a hora de desistir de tudo isso. O melhor é reunir forças e esperar por um novo projeto. Quem sabe uma nova construção contará com apoio mútuo, necessário para que se erga a mais alta torre, onde beija-flor algum sonhou alcançar? Tudo tem um tempo determinado... "tempo de abraçar, tempo de afastar-se de abraçar". (Fabi Braga, 09 Nov 2011. Editado.)

Fabi Braga

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Fonte e informações de autoria

Pensador.com

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Eu não entendo perfeitamente a relação existente entre a bipolaridade e a contradição, mas que são parentes, ah isso são! (29 abr 2011)
Às vezes leva um tempo para que se amadureça... Para que se aprenda de fato a valorizar momentos e pessoas, já que eles são únicos. E podem não voltar... É preciso viver cada segundo, da melhor maneira e se tudo tiver um fim, que deixemos impresso o melhor de nós. A melhor marc…
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Às vezes leva um tempo para que se amadureça... Para que se aprenda de fato a valorizar momentos e pessoas, já que eles são únicos. E podem não voltar... É preciso viver cada segundo, da melhor maneira e se tudo tiver um fim, que deixemos impresso o melhor de nós. A melhor marca! Às vezes leva tempo para se perceber que por uma infeliz imaturidade ou euforia momentânea, excesso de felicidade talvez ou mesmo por não dosar bem a razão, você acaba magoando a alguém, que não merecia isso.. Aliás, quem merece ser magoado? Acho que ninguém... Essas coisas não deveriam demorar para serem percebidas, sabe? Bom seria que fosse automático, ali, na hora em que tudo acontece, só pra dar tempo de corrigir e acertar... Mas nem sempre é assim, infelizmente... O que sei é que um dia se aprende....um dia a gente aprende! (21 abr 2011)

Quando somos nocauteados pelo coração, dificilmente percebemos a nossa capacidade de ficar em pé mais uma vez. Ainda que saiamos carregados daquele ringue, chegará o momento em que um espelho denunciará que ainda estamos ali; sobretudo quando nos for anunciado o próximo desafio.…
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Quando somos nocauteados pelo coração, dificilmente percebemos a nossa capacidade de ficar em pé mais uma vez. Ainda que saiamos carregados daquele ringue, chegará o momento em que um espelho denunciará que ainda estamos ali; sobretudo quando nos for anunciado o próximo desafio. Quanto ao coração, se cansará? Permanecerá invicto todo o tempo? Ou também é ele atingido, tal qual seu dono? (Fabi Braga, 05-05-2014. Editado.)