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Frase de Fabi Braga

Quando eu era uma criança, e depois adolescente, torcia pra crescer logo. Sim. Queria mesmo ficar mais velha... Queria ser levada a sério logo, porque a sensação que tinha era a de que ninguém me ouvia. Queria ter amigos bons e verdadeiros porque, até ali, só se aproximavam os de qualidade duvidosa.. Era arredia, recebia críticas, tinha baixa-estima e por vezes me sentia só. Queria trabalhar logo, porque "viver" de uma mesada escassa não me parecia coisa digna ou boa. Queria ter uma conta bancária logo, porque achava que isso atestaria minha maturidade.. Queria ser logo adulta, para ver - daquela fase - o que de bom a vida me traria. E sonhava, porque pensava que o melhor da vida só aconteceria lá: no depois. Hoje sou adulta. Já se passaram três décadas e mais "alguma coisa". Amadureci. Acho que estou na melhor fase de minha vida. Hoje consigo ver tudo de maneira mais clara. A vida me parece mais clara. Tenho bons amigos, aos quais amo. Consegui superar velhas mágoas. Amo mais a minha família. Aprendi a amar a Deus! Ah, também tenho conta bancária (lembro que fiz uma festa quando isso aconteceu!!); um bom emprego; um salário digno. Com o tempo, naturalmente, pude compreender melhor o significado das palavras: fé, amor, família e amizade. Hoje consigo amar, mesmo sem esperar pela recíproca.. É bem verdade que toda moeda tem dois lados.. Hoje tenho preocupações, responsabilidades, contas a pagar, cobranças, um caráter a ser aperfeiçoado e mantido no mais alto nível... A certeza da morte é algo que também me parece mais "palpável". Às vezes isso parece assustador, de tão real que é! Quando eu era apenas uma criança, ou mesmo adolescente, não "tinha" que me preocupar com essas coisas. Lá, tudo parecia um sonho perfeito e suave. Dormia sempre um sono despreocupado. Meu corpo quase nunca se queixava de dores e tinha uma disposição e vitalidade preciosíssimos! Há muito tempo, ouvi dizer que a vida é passageira. Só agora entendo isso de maneira mais profunda. Pode parecer paradoxo, mas às vezes sinto saudades daquela época. Às vezes queria voltar no tempo. Mas sei que não dá... Finalmente cheguei a uma conclusão, após meditar nessas coisas; e que chega a ter o peso de decisão: Ultimamente estou procurando investir meu tempo, não em uma correria estressante e desnecessária, após coisas fúteis e que pouco me acrescentariam nessa breve vida, mas numa ocupação que fará bem à minha alma nos meus dias: amar a Deus cada vez mais, e ao meu próximo como a mim mesma. Quanto mais me reparto, compartilhando o melhor de mim entre as pessoas, mais me sinto completa e feliz. (Fabi Braga, 15/05/2014)

Fabi Braga

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Fonte e informações de autoria

Pensador.com

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Às vezes leva um tempo para que se amadureça... Para que se aprenda de fato a valorizar momentos e pessoas, já que eles são únicos. E podem não voltar... É preciso viver cada segundo, da melhor maneira e se tudo tiver um fim, que deixemos impresso o melhor de nós. A melhor marc…
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Às vezes leva um tempo para que se amadureça... Para que se aprenda de fato a valorizar momentos e pessoas, já que eles são únicos. E podem não voltar... É preciso viver cada segundo, da melhor maneira e se tudo tiver um fim, que deixemos impresso o melhor de nós. A melhor marca! Às vezes leva tempo para se perceber que por uma infeliz imaturidade ou euforia momentânea, excesso de felicidade talvez ou mesmo por não dosar bem a razão, você acaba magoando a alguém, que não merecia isso.. Aliás, quem merece ser magoado? Acho que ninguém... Essas coisas não deveriam demorar para serem percebidas, sabe? Bom seria que fosse automático, ali, na hora em que tudo acontece, só pra dar tempo de corrigir e acertar... Mas nem sempre é assim, infelizmente... O que sei é que um dia se aprende....um dia a gente aprende! (21 abr 2011)

Quando somos nocauteados pelo coração, dificilmente percebemos a nossa capacidade de ficar em pé mais uma vez. Ainda que saiamos carregados daquele ringue, chegará o momento em que um espelho denunciará que ainda estamos ali; sobretudo quando nos for anunciado o próximo desafio.…
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Quando somos nocauteados pelo coração, dificilmente percebemos a nossa capacidade de ficar em pé mais uma vez. Ainda que saiamos carregados daquele ringue, chegará o momento em que um espelho denunciará que ainda estamos ali; sobretudo quando nos for anunciado o próximo desafio. Quanto ao coração, se cansará? Permanecerá invicto todo o tempo? Ou também é ele atingido, tal qual seu dono? (Fabi Braga, 05-05-2014. Editado.)