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Frases de ERASMO MANUEL VAZ CONTREIRAS

8 frases

POESIA LÍRICA DO CONTO HISTORIADO é uma obra da realidade que expressa a poesia e a literatura da mais nova e recente linguagem literária que abrange a todos os níveis de entendimento e transparecia a imagem da letra de forma a divulgar os acontecimentos não vividos mas sonhados…
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POESIA LÍRICA DO CONTO HISTORIADO é uma obra da realidade que expressa a poesia e a literatura da mais nova e recente linguagem literária que abrange a todos os níveis de entendimento e transparecia a imagem da letra de forma a divulgar os acontecimentos não vividos mas sonhados por aqueles que escrevem a imaginação real da ilusão amorosa.

Lágrimas da Alma Sofrida A alma que trauteia a verdade do ser que vive em mim e agora é, levou com ela distante de mim a vontade do combalido, que instruía a falsidade em mim, “famosa justiça daqueles que prezam a nulidade com naturalidade”, mas, empapelada e sem tamanha sabedor…
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Lágrimas da Alma Sofrida A alma que trauteia a verdade do ser que vive em mim e agora é, levou com ela distante de mim a vontade do combalido, que instruía a falsidade em mim, “famosa justiça daqueles que prezam a nulidade com naturalidade”, mas, empapelada e sem tamanha sabedoria foi justificada na historicidade da imaturidade, onde chorou por longo tempo, até que um dia por se tornar Filho de Deus, lhe foram esquecidos os momentos passados e rasgados de belos desejos forjados, lançados em desertos húmidos de chamas, de tempos secos e dispersos, localizados nas zonas íntimas da tristeza, aonde vivem os choros daqueles que desconhecem a cor das suas dores e o peso das suas lágrimas. Aquela alma é a imagem da dor no fundo do sofrimento, a existência de uma sentença fria, crua e nua, no corpo de um imortal letrado e visado sábio sofrido e sofredor.

ESPERANÇA DE VIDA Minha esperança de vida Os que me abarcam na vida
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ESPERANÇA DE VIDA Minha esperança de vida Os que me abarcam na vida Não acreditam na tamanha visão da minha escrita Cinge-me forte, tu que agora és minha Porque de ti farei minha esperança de vida E minha fiel letra de confiança Apresentar-te-ei ao mundo do mudo surdo O negro ndengue da minha aldeia Em feição de poesia no poema da minha letra Aquela letra que queima como a lavareda Que brilha mesmo no charco da lama E que a todos ela chama Esperança ardente nos lençóis brancos da minha cama E radiante no clarear do sol ao meio-dia Saiba pois, ó letra Letra da minha caneta Que me penetra e de rimas, me importa poesias Que tu és a minha esperança de vida

Lágrimas Tímida do Conhecimento Todo aquele que teme o Alto, cria em si um princípio de conhecimento oculto. Tal conhecimento que afecta a escrita sobre a vida no futuro de uma longa caminhada, vida perdida pelos insensatos do escuro, aqueles que desprezam a sapiência do sentido…
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Lágrimas Tímida do Conhecimento Todo aquele que teme o Alto, cria em si um princípio de conhecimento oculto. Tal conhecimento que afecta a escrita sobre a vida no futuro de uma longa caminhada, vida perdida pelos insensatos do escuro, aqueles que desprezam a sapiência do sentido oculto, servida como principal utensílio da intuição do homem que pensa uma letra, porque também chora na porta da ponta do mestre, para que sua frase seja lida pelos sábios que de nada ainda têm, com finalidade de instruir um povo sobre os caminhos da escrita e da vida divina; aquela escrita que forma a lenda dos seres e que amanhã será vista como lágrima da vitória de um herói, porque até agora por ela ainda chora uma lágrima tímida do conhecimento.

A CALMA DA BEUMA Acalma sua alma Porque dela vem a minha calma
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A CALMA DA BEUMA Acalma sua alma Porque dela vem a minha calma Não acresça em ti a fúria Porque dela já chispou a flor …yela Acalma da Beuma Não teima, mas queima como a chama da …ela Porque quem na ama Acalma sua alma Bem no meio da chama de uma cama É uma calma que afoguenta os fantasmas É uma calma que nos resgata das lamas É uma calma que resplendece na cama É uma calma que alegra a alma A calma da Beuma Ela não teima, mas queima

INCERTEZA Penosamente Me despedi do nada
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INCERTEZA Penosamente Me despedi do nada Por causa da decepção Que verdejou o meu coração De emoção e ilusão Enterrando em mim a tristeza e sem beleza Cuja natureza era sua incerteza Agora, que caia uma lágrima ao além da esgrima Onde os nossos corações confrontam-se pelo troféu de um amor perdido e desiludido Malhando minhas lágrimas E acendendo minhas mágoas Que caia uma chuva Como símbolo de incerteza Em meu eu, Um eu que há muito desviveu E perdeu seu véu, Esquecendo o caminho para o céu Como o soba da cidade dizia …! Pobre meninozinho …!Procurando seu destinozinho …!Vagueando pelos ares sozinho …!Ignorando seu antigo ninho Sua natureza é sua incerteza Num vento sem beleza Por esta maldita incerteza Não mais conheço a cor da felicidade Nem a grandeza da minha mocidade

ALDEIA ESQUISITA Aquela aldeia Cheia de cubatas e sereias
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ALDEIA ESQUISITA Aquela aldeia Cheia de cubatas e sereias Marcou-me para sempre De esquisitos ensejos, a minha mente Mente que gere a poesia do cassule Naquela aldeia esquisita Ao ver aquelas areias Banhadas pelas águas dos rios Pequeníssimos como as lágrimas Me escondi daquele presente de tempo maldito Onde o Jacaré a beira do rio Parecia até sentir frio Só depois entendi que era próprio Porque estava num local frugal E tão sóbrio como Portugal Naquela aldeia esquisita Bem debaixo da árvore Ao cantar dos pássaros Acalmei minha alma Abracei meu poema E escrevi minha letra naquela – mal ou bendita e esquisita aldeia Aldeia em que os peixes eram negros de pretos espinhos e grossos ossos Cuja morte na panela de barro do branco negrado Era um sonho de barcos brancos do mulato pretado Aldeia aluaziada pelos faróis da noite Onde escondia-se o branco negro sereiado de barro a beira do rio do peixe burro cacussado

Lágrimas Uma dor nutriu minha alma, bem no fundo da minha chama, quando enlutadamente saiu-me a lágrima e fez dissipar minhas ocultas envergas para uma prosa que em rima dormia, cujo meu eu recitou. E ao ler minha prosa, vernou em mim a calma na alma da chama, bem no âmago que…
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Lágrimas Uma dor nutriu minha alma, bem no fundo da minha chama, quando enlutadamente saiu-me a lágrima e fez dissipar minhas ocultas envergas para uma prosa que em rima dormia, cujo meu eu recitou. E ao ler minha prosa, vernou em mim a calma na alma da chama, bem no âmago que chora pela vida do nada. Apertadamente, eu tampei meus olhos; mas como as fontes dos rios no meu horto miolo nunca secaram, minha lágrima saiu e caiu, quando diante de Deus me inclinei e em alta voz o clamei. Agora não mais sou a fonte das lágrimas, somente procuro enxuga-las pela certeza da minha letra; é ela ou aquela que reveste de alegria o ser de um oculto, quando nela mergulho, porque dela até hoje me orgulho.