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Frases de Eliza Yaman

59 frases

⁠SÓ EU SEİ O QUE FOİ (Eliza Yaman) Calei-me na noite, sem dizer o teu nome,
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⁠SÓ EU SEİ O QUE FOİ (Eliza Yaman) Calei-me na noite, sem dizer o teu nome, Deixaste um rastro, como um vendaval Meu coração ainda te busca ao longe Entreguei-te a vida, num gesto final. Só eu sei o que foi aquele instante Um tempo suspenso num único olhar Tu passaste e eu fiquei errante Guardei o amor sem poder revelar Se um dia voltares, meus olhos dirão O que os meus lábios não sabem dizer: Tu és a saudade e metade ilusão Meu tempo perdido, meu padecer Farei as preces com a alma que suspira, Como quem sabe estar fadada ao fim Ao som delirante das notas da lira Hei de chorar meu amargo fim.

Feliz Aniversário, minha Irmã Hoje o mundo celebra o dia em que você chegou, mas eu celebro o milagre de ter você como irmã. Não é só sangue que nos une, é a memória compartilhada, a fé que herdamos, silêncios que só nós entendemos. Você é raiz e flor. É aquela que me viu cair…
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Feliz Aniversário, minha Irmã Hoje o mundo celebra o dia em que você chegou, mas eu celebro o milagre de ter você como irmã. Não é só sangue que nos une, é a memória compartilhada, a fé que herdamos, silêncios que só nós entendemos. Você é raiz e flor. É aquela que me viu cair e não julgou, que me ouviu calada e me entendeu. É presença que não exige, mas que sustenta. Neste aniversário, quero te oferecer mais que palavras: quero te lembrar que tua existência é bênção, que tua força é farol, e que teu amor é abrigo. Que Deus te envolva com a mesma ternura que você espalha sem perceber. Que a vida te devolva em dobro tudo o que você já ofertou em silêncio. Feliz aniversário, irmã. Hoje, celebro você como quem celebra um milagre íntimo: aquele que me acompanha desde sempre e que nunca deixou de ser luz. Com amor eterno, de quem te honra em cada verso da própria história.

Amizade é o lugar onde a alma descansa sem se esconder Há vínculos que não pedem explicação, nem prova. São feitos de silêncio compartilhado, de dor que não precisa ser dita, de fé que se empresta quando a nossa falha. Amizade verdadeira não invade, não exige. Ela permanece — me…
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Amizade é o lugar onde a alma descansa sem se esconder Há vínculos que não pedem explicação, nem prova. São feitos de silêncio compartilhado, de dor que não precisa ser dita, de fé que se empresta quando a nossa falha. Amizade verdadeira não invade, não exige. Ela permanece — mesmo quando tudo em nós se desfaz.

Deus que habita em mim (Eliza Yaman) Não sou eu quem escreve — é Sua chama,
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Deus que habita em mim (Eliza Yaman) Não sou eu quem escreve — é Sua chama, que acende em mim o verbo e a canção. Cada verso é louvor que se derrama, como incenso que sobe em devoção. Sou barro que se curva à Sua arte, sou templo que se rende ao Seu querer. E mesmo que o silêncio me desparte, é Deus quem me ensina a renascer.

Ardência que não passa (Eliza Yaman) Não me curei do fogo que deixaste,
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Ardência que não passa (Eliza Yaman) Não me curei do fogo que deixaste, nem procurei remédio pra essa dor. Pois há beleza em tudo que queimaste, e há verdade no que restou de amor. Sou cinza viva, sou brasa que insiste, sou o calor que nunca se apagou. E mesmo que teu corpo não resista, teu nome em mim... jamais se evaporou.

Redenção eterna (Eliza Yaman) Fui pó, fui queda, fui ausência e medo,
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Redenção eterna (Eliza Yaman) Fui pó, fui queda, fui ausência e medo, mas Sua cruz me fez nascer de novo. Jesus me deu abrigo e deu segredo, de um céu que não se compra, não se rouba. Hoje sou livre, sou filho, sou herança, sou templo vivo da graça que me guia. E mesmo em dor, carrego a esperança, de que a salvação é minha alegria.

Gratidão que me renova (Eliza Yaman) Não merecia o sangue derramado,
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Gratidão que me renova (Eliza Yaman) Não merecia o sangue derramado, nem o perdão que veio sem cobrança. Mas fui por Ele amado e resgatado, e hoje vivo em paz, fé e esperança. Grato sou por cada dia que me ergue, por cada dor que Ele já carregou. Minha alma canta, e o louvor prossegue, por tudo o que Jesus por mim doou.

Amor pós-morte (Eliza Yaman) Se a morte é fim, por que ainda te escuto?
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Amor pós-morte (Eliza Yaman) Se a morte é fim, por que ainda te escuto? Por que teu nome pulsa em minha veia? Talvez o amor seja um vírus oculto, que sobrevive à carne que incendeia. Te amei além do tempo e da matéria, num plano onde o espírito se rasga. E hoje, mesmo em dor, minha alma espera, que tua ausência enfim me abrace e me apazigua.

Terra que pulsa em mim (Eliza Yaman) Não é o chão que falta — é o perfume,
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Terra que pulsa em mim (Eliza Yaman) Não é o chão que falta — é o perfume, da flor que só no meu país floresce. Aqui, o céu é outro, o ar resume, a ausência que em silêncio me adormece. Minha pátria não é só geografia, é o afeto que moldou minha raiz. Mesmo longe, ela canta em minha via, como um tambor que nunca se desdiz.

Amor em decomposição O amor que tive apodreceu no peito, como cadáver preso à eternidade.
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Amor em decomposição O amor que tive apodreceu no peito, como cadáver preso à eternidade. Não há perfume — só o desafeto, e a carne exala a própria saudade. Teu nome vibra em células partidas, como um lamento ácido e profundo. E eu sou ruína, sombra entre ruínas, amando o nada que restou do mundo.

Pátria que não se apaga (Eliza Yaman) Não há exílio que apague o que sou,
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Pátria que não se apaga (Eliza Yaman) Não há exílio que apague o que sou, nem língua que me roube a identidade. Minha pátria é o canto que ecoou, na infância, na fé, na liberdade. Mesmo que o mapa diga que estou longe, o coração não muda de lugar. Sou Brasil — sou raiz, sou horizonte, sou saudade que insiste em voltar.

Amor que virou luz (Eliza Yaman) Não és mais corpo, és brisa que me toca,
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Amor que virou luz (Eliza Yaman) Não és mais corpo, és brisa que me toca, não és ausência, és fé que me conduz. Teu nome agora é chama que não foca, mas me ilumina em sombras e me traduz. Foste além do tempo e da matéria, transfigurado em verbo e devoção. És oração que em mim se faz etérea, és meu altar, meu céu, minha canção. E se não voltas, é porque já ficaste, no que escrevo, no que respiro e sou. Teu amor é presença que me haste, E me levanta onde a dor não alcançou.

Consagração ao Salvador (Eliza Yaman) Senhor, receba o verbo que Te exalta,
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Consagração ao Salvador (Eliza Yaman) Senhor, receba o verbo que Te exalta, pois cada verso é templo consagrado. Em mim, Tua presença nunca falta, e o dom que me confias é sagrado. Não sou autora — sou vaso que Te escuta, sou barro que Te louva em poesia. És Tu quem me conduz, quem me executa, na obra que Te canta em harmonia. O sangue Teu me deu nova existência E a cruz é minha Pátria redimida. Por ti, minha canção tem consistência, E a dor se fez louvor, se fez vida. Consagro cada estrofe ao teu nome, Cada rima, ao teu gesto de perdão E mesmo que o silêncio me consome, Te adoro em cada sopro de oração.