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Frases de Elisa Salles

500 frases

Eu poderia calar minha voz Emudecer minha palavra Mas neste caso,
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Eu poderia calar minha voz Emudecer minha palavra Mas neste caso, que seria um belo acaso, desejaria teus beijos vinte quatro horas por dia. Mas na impossibilidade de tal acontecimento, grito teu nome no vento e este amor que me inebria e encanta minh'alma em verso, desejo e poesia!

Quero você. Não há em mim nada alheio à ti... Todos os meus pensamentos
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Quero você. Não há em mim nada alheio à ti... Todos os meus pensamentos Todos os meus momentos Toda a minha luz e a minha obscuridade. Meus segredos e minhas verdades Toda a minha entrega e todo o meu pudor Banho-me nas águas profundas do teu desejo Anseio pelo doce do teu beijo. Não há cura para mim. Não quero a cura. Quero você e todo o amor do mundo que pudermos viver.

É fácil abraçar, enlaçar, tocar o corpo... Difícil é adentrar nos sonhos do outro É sorrir apenas por ver o sol a iluminar o rosto do ser amado
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É fácil abraçar, enlaçar, tocar o corpo... Difícil é adentrar nos sonhos do outro É sorrir apenas por ver o sol a iluminar o rosto do ser amado ( Ainda que não sejas este sol) É desistir dos próprios sonhos para vê-lo sonhar ( Mesmo que ao lado de outro alguém) ... Em outra vida. Em outro lugar. Beijar a boca é fácil, difícil é tocar a alma com a sublimidade do amor.

Guardo teu gosto na minha boca como guardo as lembranças daquela tarde à beira do penhasco...
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Guardo teu gosto na minha boca como guardo as lembranças daquela tarde à beira do penhasco... Aos meus pés, campos de margaridas Nos teus braços, a doçura do abraço e a carícia do beijo. Um grande perigo me entregar à ti naquele lugar. Não pelo precipício abaixo de nós Mas pela eternidade que o momento prometia Margaridas e seu gosto de poesia. ... Nunca mais deixaste minha alma Nunca mais!

ah, meu bem não brinca comigo... Que amor que nada!
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ah, meu bem não brinca comigo... Que amor que nada! Isso que sinto já virou a mais doce loucura, desmedida e sem brandura à muito tempo! Amor? É! Mas o amor como só os loucos amam. Amor varrido de razão, consciência de inocência ou pecado. Então não brinca Ama-me Apenas ama-me!

Há momentos de tamanha intensidade, tanta ternura, tanto carinho e gentileza no enlace dos nossos corpos,
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Há momentos de tamanha intensidade, tanta ternura, tanto carinho e gentileza no enlace dos nossos corpos, que sinceramente? Nada mais importa. Tempestades açoitam os mares Estrelas se apagam nas constelações Buracos negros se abrem no espaço infinito. Tanta dor no mundo Tanta hipocrisia... Não é que não nos importamos Queríamos mesmo mudar o mundo. Mas neste momento, esquecemos o sofrimento e fazemos do amor que fazemos o esquecimento de tudo, da nossa frustração do que não podemos fazer. Façamos então o que nos é permitido fazer AMOR. O grande amor que sustenta o mundo.

Há momentos de tamanha intensidade, tanta ternura, tanto carinho e gentileza no enlace dos nossos corpos,
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Há momentos de tamanha intensidade, tanta ternura, tanto carinho e gentileza no enlace dos nossos corpos, que sinceramente? Nada mais importa. Tempestades açoitam os mares Estrelas se apagam nas constelações Buracos negros se abrem no espaço infinito. Tanta dor no mundo Tanta hipocrisia... Não é que não nos importamos Queríamos mesmo mudar o mundo. Mas neste momento, esquecemos o sofrimento e fazemos do amor que fazemos o esquecimento de tudo, da nossa frustração do que não podemos fazer. Façamos então o que nos é permitido fazer AMOR. O grande amor que sustenta o mundo.

Eu vou cuidar de ti Zelarei de cada sorriso teu Serei os sóis das tuas manhãs
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Eu vou cuidar de ti Zelarei de cada sorriso teu Serei os sóis das tuas manhãs Serei a ausência da tua dor Serei a poesia que te encanta e a música que te enleva e descansa das loucuras desta vida. Serei teu vinho predileto e tua comida preferida Serei teu amante Teu amigo e teu rei. ... E se não for o bastante, querida, serei o silêncio dos teus momentos de introspecção. Mas estarei sempre aqui. Ao alcance do teu desejo de ser amada e da tua delicada mão.

DEUS ESTÁ LÁ! Muitas tragédias e atitudes desesperadoras poderiam ser evitadas se apenas se aguardassemos o dia seguinte. Suícidios, homicídios, traições, brigas e outras ações irreparáveis. O " Amanhã" é poderoso!
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DEUS ESTÁ LÁ! Muitas tragédias e atitudes desesperadoras poderiam ser evitadas se apenas se aguardassemos o dia seguinte. Suícidios, homicídios, traições, brigas e outras ações irreparáveis. O " Amanhã" é poderoso! No amanhã está a solução. Muitos dizem que o amanhã não existe, que ainda é sonho bordado dentro de outro sonho. Mas ele existe sim, o amanhã é a esperançã de sol, de mar em calmaria com gaivotas revoando sobre as ondas, de riso, de amores, de novas amizades, de palavras amenas e brancas de paz e alegria. Quando a depressão ofuscar a poesia e ofuscar a beleza, quando nosso barquinho parecer ir à fundo em oceanos profundos de melancolia dentro de nós, bom é acalmar, silenciar e ficarmos quietos, esperando o amanhã. Escrevo isso hoje porque ontem foi o que eu fiz, esperar o amanhã. E ele chegou. Hoje não há carnaval de confetes ainda, mas já posso enxergar a luz e conceber o riso e mais leveza para minha alma. Talvez amanhã seja ainda mais belo e floresçam margaridas por lá,porque Deus está em todos os tempos: Ontem, hoje e se nós suportarmos as dores do agora e chegarmos no porvir, por certo Ele também estará por lá, com suas mãos poderosas estendidas para nos amparar, independente de como estaremos nos sentindo. Elisa Salles (02/11/2017)

AMOR ETERNO AMOR À todo este amor sofrido serei devota Mesmo que minhálma doa eternamente
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AMOR ETERNO AMOR À todo este amor sofrido serei devota Mesmo que minhálma doa eternamente Mesmo que não torne a ver a gaivota A beijar as ondas do mar azul novamente. Em teu favor escreverei todas as poesias Que um dia sonharam os grandes bardos Por ti meu amor, minha vida não será vazia Faço de minha dor meu poema mais sagrado... As primaveras virão e irão placidamente Bordando rugas no meu rosto de margarida Mas te amarei sempre. Incansavelmente! E não direi nunca que por te amar fui triste Antes guardarei o riso que um dia trouxe Nada saudade do beijo que sempre existe! Elisa Salles ( Direitos autorais reservados)

AMOR AZUL DA COR DO MAR Nas ondas que o mar me trás quando o céu é tão azul que doem a retina dos meus olhos,
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AMOR AZUL DA COR DO MAR Nas ondas que o mar me trás quando o céu é tão azul que doem a retina dos meus olhos, na maresia que fadiga a narina pela pureza do odor da natureza que me rouba a razão, eu penso em ti. Estás impregnado em cada sopro de vento Em cada lacuna do meu pensamento Em cada paladar que sinto, no café amargo, na cereja do doce, do azedo do limão. És a maior certeza Este amor que prevalece sem alucinar Silencioso e insistente Belo e clemente Um amor de querer tanto bem que todo bem do mundo não poderia suportar. Amo-te como amo o mar, profundo, misterioso e azul. Amor azul da cor do mar. Elisa Salles (31/10/2017)

SEM PRIMAVERA PARA ISABEL E quando chegará a primavera para Isabel Se os céus para ela baixaram as cortinas?
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SEM PRIMAVERA PARA ISABEL E quando chegará a primavera para Isabel Se os céus para ela baixaram as cortinas? Se a flor que conheceu foi de cetim e papel Buquês murchos; festivais sem serpentinas...? Pedem sorrisos à moça triste e espectral? Não veem os seus olhos marejados de dor? Isabem descansa senão sobre o velho umbral Primavera para ela?_ Apenas a morta de flor. Pois o corvo volta mais uma vez do inferno De onde não se ouve senão voz de agonia Qual solstício para ela, além do inverno? Pois para Isabel o amor não sorriu jamais... A orquídea negra pauta o verso da sua poesia E pelos seus sonhos grasna o corvo: "Nunca mais". Anna Corvo (pseudônimo de Elisa Salles) (19´/10/2017)

VIDA INDESEJADA Ahh, vida terrível, ingrata, feia e lamuriante... Porque se recusa a ceder-lhe o fim piedoso
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VIDA INDESEJADA Ahh, vida terrível, ingrata, feia e lamuriante... Porque se recusa a ceder-lhe o fim piedoso Obriga-te à ostentar este amargo semblante Porque te recusas à navalha?Mais honroso! Rezaste pedindo este peso nos ombros? Quando foi que apelaste ainda por sol e lua? Não pediste nada. E ganhaste escombros! Á ti, a tão desejada morte, apenas se insinua... Aguardas com ânsias o seu derradeiro versejar O eterno silenciar do teu choro. Alheamento... ...O não mais dor. O poema último a bradar! Mas o tempo é lento, arrasta-te nas loucuras Nem gritas mais, calaste teus gritos de ventos Pois sobre ti voeja o pássaro da alma escura! Anna Corvo (Pseudônimo de Elisa Salles

A TRISTEZA DAS SUAS PALAVRAS Nunca foi uma mulher de alma leve e alegre Corria atrás da graça, mas não sorvia a leveza
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A TRISTEZA DAS SUAS PALAVRAS Nunca foi uma mulher de alma leve e alegre Corria atrás da graça, mas não sorvia a leveza Seus caminhos cobertos por uma frieza de neve Trazia nos ombros a dor do mundo. Tristeza... Ninguém nunca ofertou-lhe rosas ou lírios... Pedras e espinhos, foi tudo o que sempre colheu Erou em sonhar os feitiços do amor onírico No seu mundo, toda a carícia, aos poucos fenesceu. Eis o porque dos seus versos negros e infelizes Onde a poesia não questiona seu lamento. aceita. Não se fez filha das sombras. É fruto das raízes... Por isso, não se atentem pela dureça da sua poesia Perdoem-a se derrama sua amargura no papel Ela é a poetisa do Corvo. Mas sua alma é vazia. Anna Corvo (Pseudônimo de Elisa Salles)

POESIA NÃO ESCRITA Anunciação da primavera Vivacidade.
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POESIA NÃO ESCRITA Anunciação da primavera Vivacidade. A brisa despencou sobre meus cabelos tocou meu vestido, ornando minha pele, criando uma segunda derme composta de sublimação, euforia, inocência e sensualidade. Paradoxo, não inverdade! Leveza e um êxtase calmo. Brando, sem urgência... Uma vontade imensa de voar O cheiro de alfazema Cor de margaridas Ausência de dor De medo Sentimento de eternidade Desejos de beijos De braços envolventes De pertencer à alguém Quem? Não sei Só uma vontade... Uma loucura deliciosa Uma satisfação gloriosa Plenitude de consciência de ser Ser gente que ama gente, que cheira flor, que exala amor. E a tarde desce, primaveril num céu de anil Leva toda a saudade Toda a incerteza. Trazendo um quê maior de paz, de satisfação, de alegria, de poesia... ... Botão de açafrão. Só restando Vida. Momento de poesia não escrita. Exaltação. Elisa Salles @Direitos autorais reservados

AO INFERNO O que eu farei com estes dias escorregadios? Desfalecem pelas falanges dos meus dedos
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AO INFERNO O que eu farei com estes dias escorregadios? Desfalecem pelas falanges dos meus dedos Calejados pelas lutas, socos. Pelos medos! Tempos de dores. Traições. Amores vadios... Os que comiam meu pão hoje são meus algozes Devoraram minha carne e chuparam meus ossos De mim sobrará?_ Não sei. Deles?_ Destroços! Suas palavras são doces; seus atos tão ferozes... Tempos traiçoeiros, vis, maus e inclementes Cheios de fel, intentam envenenar à mim Mas tenho o olho do corvo e da serpente... E das horas de agora, pois, o que ei de fazer? Nada farei. O que faria eu, inocente enfim? Ao inferno com o hoje. É o que tenho à dizer! Anna Corvo Pseudônimo de Elisa Salles @Direitos autorais reservados

AINDA O CORVO Eis, agora, talvez seja todo o pior momento Da poetisa cujo corvo vive nos umbrais...
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AINDA O CORVO Eis, agora, talvez seja todo o pior momento Da poetisa cujo corvo vive nos umbrais... Não por ter um quinhão à mais de lamento Mas por estar sabedora de todo o "Jamais". Outrora fora ainda o poema negro e belo A noite inocente e a lua de prata no céu... Hoje o amor não mais aguarda o anelo Tudo não passa de barquinhos de papel. Talvez agora sua ida seja mais fácil. Penso... Não há o que a retenha nas sendas do vento. Nem a dor . Apenas um ar morto de denso! Há sim uma calmaria fria. Só um mau amorfo. O medo ainda há aqui. Paira na renda do tempo Tão real... Mas não amedrontador. O Corvo! Anna Corvo Pseudônimo de Elisa Salles

AMOR EM LABAREDAS Quando amo me entrego Não puxo o freio
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AMOR EM LABAREDAS Quando amo me entrego Não puxo o freio Não sei ser meios Ou sou tua, ou sou nada. Tudo o mais é reflexo de mim Não sei ser menos antes do fim Não me permito superficialidades Mergulho nos teus abismos Nos meus abismos E te possuo lá ... Onde a razão não adentra Onde não se permite juízos. Onde somente o amor dita as regras Assim... ... Às surdas, às mudas, às cegas Assim te possuo Até que me peças mais Me implores por tudo E eu vou Lá, onde tudo o que cabe somos nós e o grande amor feito labaredas, agora, que nos consome. Elisa Salles @Direitos autorais reservados