Frase de Elisa Salles
A TRISTEZA DAS SUAS PALAVRAS Nunca foi uma mulher de alma leve e alegre Corria atrás da graça, mas não sorvia a leveza Seus caminhos cobertos por uma frieza de neve Trazia nos ombros a dor do mundo. Tristeza... Ninguém nunca ofertou-lhe rosas ou lírios... Pedras e espinhos, foi tudo o que sempre colheu Erou em sonhar os feitiços do amor onírico No seu mundo, toda a carícia, aos poucos fenesceu. Eis o porque dos seus versos negros e infelizes Onde a poesia não questiona seu lamento. aceita. Não se fez filha das sombras. É fruto das raízes... Por isso, não se atentem pela dureça da sua poesia Perdoem-a se derrama sua amargura no papel Ela é a poetisa do Corvo. Mas sua alma é vazia. Anna Corvo (Pseudônimo de Elisa Salles)
No pensador.ai desde