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Frases de EdsonRicardoPaiva

1.461 frases

Juliana. Menina linda Minha linda menina
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Juliana. Menina linda Minha linda menina Amor de criança Que nos meus tempos de menino Fez conhecer A luz do Divino amor Amor que ensinou O quanto a vida Pode ser bacana Às vezes a vida engana e chega a parecer triste pra mais tarde a gente ver A Luz que da Luz emana Luz que vem de Juliana Só quem te conhece pra saber O quanto é bom viver E poder ver O sorriso que sempre sorriste Quando me via chegar Meu coração leviano também bate Por Lavínia e Alessandra, Ana Júlia e Beatriz Outros poemas já fiz Por Marina ou Mariana Outros sorrisos eu dei Por Giulia e Nathaly Por Simone ou por Luana Por Larissa ou por Andressa Por Aline e por Vanessa Por Alice e Maria, Laurinha ou Giovana Meu coração se arrepia de lembrar do momento solene Do dia que conheci Shirlene e toda menina que mereça Permanecer assim, na cabeça Assim como sempre penso Em Ana Paula ou em Verônica Manuela, Isabella, Mirella ou Carlinha Por Patrícia, Menina bobinha E por Sandra, Menina malandra Amor que no peito fica Quando lembra da Vivica Porém, hoje eu escrevi Um poema pra dizer Que meu coração desde sempre Bateu contente por você E é claro que a gente precisa Lembrar da Maria Luiza Mas...você não é mais uma Você é única e divina Você é e sempre foi Minha linda menina Hoje eu mando este simples poema Qual se fosse uma oração Que eu oraria uma semana Cantaria esta canção pra você E somente pra você Juliana.

Deus não deu-me um coração Doou-me um novelo de lã Talvez amanhã
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Deus não deu-me um coração Doou-me um novelo de lã Talvez amanhã Ele Mude Me ajude a entender o sentido de ter perdido o remo desse barco que segue e navega sem rumo Eu tento, mas não me acostumo Nem mesmo a força destas águas Podem manter no Prumo O fio de lã orienta-me o Norte Mesmo assim, não há porquê Como um rio A vida me leva, ao sabor da Sorte Qual Teseu sem labirinto Por não ter um coração Não entendo a razão Desta aflição que me vem E este medo exauriente Existente em meu novelo Que pulsa sem ninguém Qual fosse uma pedra de gelo Gelo quente Em água corrente Coisa que existe Sem razão Novelo de gelo Que segue Prossegue e me impele A fingir que ainda sou gente Todo dia de Manhã

Voltando pra casa vou cantando pela estrada estou sorrindo
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Voltando pra casa vou cantando pela estrada estou sorrindo pois não há hoje nada Que me tire esta alegria de Olhar pelo caminho a luz do Sol As verdejantes folhas passeando no caminho Os pássaros alegres Num alegre vai e vem Pelos seus ninhos e outros Num alegre vai e vem a formar novas famílias borboletas e romãs Maçãs e silhuetas de anjos alguns tocam trombetas outros Harpa e outros banjo Eu estou à caminho de casa Mas não da casa Aonde não gostavam de mim Eu estou a caminho de outra casa De onde eu parti há muito tempo E volto hoje com o sentimento e a certeza de ter finalmente cumprido uma missão cuspiram no meu rosto Me enganaram Recusaram-se a apertar a minha mão então Estou feliz Pois mesmo assim consegui fazer tudo que eu fiz e nada mais me resta A não ser caminhar caminhar de volta para a linda festa que me aguarda no meu lar de onde há muito parti

A Mensagem Que meu pensamento exprime Talvez não seja clara
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A Mensagem Que meu pensamento exprime Talvez não seja clara Às vezes, muitas vezes é muito complicado Inviável Inacreditável Inverossímil e Mirabolante enxergar Aquilo que está assim tão pertinho da sua cara a mensagem Que meu pensamento exprime Subliminarmente sublime Comprime a sua mente Pois tu enxergas somente Aquilo que vem no escuro Me diga de verdade Do alto da tua vaidade Qual de nós dois está realmente Do outro lado do muro?

Há de chegar em forma de abelha Marimbondo do bom
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Há de chegar em forma de abelha Marimbondo do bom fazendo desenhos no ar fazendo casinha na telha Mudando o tom da melodia até que um dia Há de voar qual borboleta A haverá de achar até aquele desenho de flor que você escondeu na gaveta Haverá de levar de você O passado de sonhos tristonhos E vocês vão voar juntas Diversas vezes...muitas Até quando você se cansar de voar e sonhar e olhar a paisagem lá de cima Haverá tanta conquista Que um dia Velha e cansada Haverá de perdê-la de vista Pois o voo da águia é bem alto impossível acompanhar E é isso que ela será.

Nesta vida aonde entrei e haverei de sair um dia Cheio de dúvidas
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Nesta vida aonde entrei e haverei de sair um dia Cheio de dúvidas Pergunto, retoricamente O quê será que haverá de haver Depois da próxima curva Além de mais uma Triste e fingida gravura A enfeitar de alegre A triste vida Com a qual deparamos Dia a dia com quadros falsos De imagens claras Pintadas com cores escuras Árvores mortas, carregadas com podres frutas maduras e dores a arremedarem Inexistentes coragens Voamos e navegamos Fingimos sentir emoção Nesta viagem Tão sem graça Que ao final Mentimos bela Mesmo sentindo a variação da procela à calmaria No período de menos de um dia Não há quem faça Eu achar graça Nesta aventura Sem alegria Em que vejo brilharem no Céu Estrelas que há muito se apagaram. Amores de pessoas Cuja unica verdade É que nunca gostaram da gente Paixões que foram iguais à frutas sem semente Palavras para as quais gesticularam, porém Ninguém entendeu Poemas que ninguém leu Infindável estrada de amáveis caras fingidas aonde vivi Cada dia desta vida.

Sentado ao frio, de madrugada observava extasiado, o Céu noturno visão celeste em versão celestial
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Sentado ao frio, de madrugada observava extasiado, o Céu noturno visão celeste em versão celestial inacreditável panorama Leste-Oeste flutuando muito além da linha imaginária que limita meu quintal o imaginário, de repente transportou-me a um lugar totalmente inesperado talvez fosse a imaginação sempre latente um sonho, uma esperança ou pesadelo ou quem sabe apenas desprendimento que me torna não fixo a lugares ou momentos contemplei os poderes da Lua que molhava as mãos nos mares distante de olhares mais atentos e a dança ilusionista das estrelas o tempo, deus atrapalhado que não sabe e nem consegue passar sem causar atropelos sem precisar de ajuda, tudo muda desde a vida da gente até a cor dos meus cabelos o vento que sopra suave se alia ao seu amigo tempo e juntos, montanhas esculpem o limite de linguagem não permite explicar a imagem se eu fracassar, me desculpem de repente eles percebem que eu olhava e o tempo fecha a cortina então a Luz do Sol meus olhos lava a noite assim termina quando muda a paisagem celeste tudo isso acontecendo e você, com quem queria dividir tudo isto dormindo sem lembrar que eu existo

Você olha pro Céu de vez eu quando e a claridade
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Você olha pro Céu de vez eu quando e a claridade a vista ofusca há coisas que a Luz oculta e depois nem vai saber Se foi rápida ou lenta essa busca Senta-se em frente a um pedaço de papel não sabe se desenha ou escreve viver simplesmente tornou-se uma espécie de doença sem cura Uma empreitada sem ganho Uma janela onde se olha e a paisagem é muito escura Não há mais porque prosseguir na infinda procura pela alegria sem tamanho que sabes não existir assim como a busca Pelo lugar onde nascem os sonhos levou-te então a encontrar apenas e tão somente O ponto Aonde morre a esperança Você olha para o Céu e descobre simplesmente haver chegado finalmente ao dia Em que novamente nasce o Sol Porém Não nasce alegria.

Quanto mais, em minha vida Eu procurei descobrir O valor, o sentido e também
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Quanto mais, em minha vida Eu procurei descobrir O valor, o sentido e também Uma forma de viver sob a Luz Tanto mais eu descobri Que não decido meu destino Há uma força maior Muito superior a mim e a tudo E então, simplesmente me leva Me serve de escudo Me afasta das trevas Mas me fez viver a vida toda sob a cruz Cruzou meu destino Com pessoas A quem eu não queria conhecer Fez-me cruzar Com projéteis ogivais de ponta em cruz Levou-me a cruzamentos sem saída apenas para ver me decidir e conduzir-me novamente a caminho de outra cruz A Cruz que carreguei Se chama vida Lugar de pouca Luz Se fui feliz Este não era meu destino Não nesta vida Aonde já se encontrava escrita e decidida Espero ao menos Que algo tenha valido Nesta escura busca Aonde me parece Ter sido apenas eu A entender o sentido da Cruz que Deus me deu.

Você poderá sempre atrasar os seus ponteiros mas nunca poderá
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Você poderá sempre atrasar os seus ponteiros mas nunca poderá Não irá jamais Voltar aos tempos primeiros A areia que passou pela ampulheta Registra meia hora, hora e meia E será a mesma novamente, Sempre a mesma areia Mas marcará outra hora Outra data Outro momento O tempo perdido Fica na saudade Na lembrança No passado Um dia o tempo pára e te olha E você diz: -Não pare aqui, tempo E o tempo responde -Eu não parei, sua hora chegou, seu tempo expirou. E o tempo segue a jornada Corre por diferentes estradas por que será e quê será que o tempo esconde? O tempo corre sobre trilhos como um bonde Longe, vai deixando Pais, irmãos e filhos Numa trilha que não finda aquilo que finda Haverá de prosseguir, ainda Sempre em frente Rumo a um lugar escuro que chamamos de futuro Você sempre poderá atrasar o seu relógio mas nunca entenderá a Mágica Do tempo, Que corre sem lógica

Aline Margeando a sombra das lembranças Sombreando as margens daquilo
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Aline Margeando a sombra das lembranças Sombreando as margens daquilo Que te faz perceber a chegada do vulto que divide tudo Entre aquilo que ainda existe e aonde a esperança não há mais Um dia, numa linda tarde haverás de olhar As roupas coloridas balançando ao sabor dos fortes ventos que chacoalham seus varais Esse vento haverá de trazer-te Um longo, triste e doído lamento E te fará lembrar Coisas que fizeste e que disseste e que deixaste cair no esquecimento Perceberás então Que a mágoa que sentias Não possuia simplesmente Fundamento ou razão de ser Talvez tenhas nessa hora Vontade de pedir perdão e segurar um pouco a mão de alguém que desprezaste e deixaste partir Sem pelo menos poder se despedir Enxugue suas lágrimas Esqueça suas mágoas Essa mão estará Como sempre esteve à sua disposição Embora nesse dia Não possa mais vê-la Basta lembrar-se dos motivos que a levaram A não te balançar nos primeiros anos Assim como hoje O vento balança o varal Vindo de muito longe Sentirás um beijo Um carinho E novamente Outro pedido de perdão Quem sabe outra estação Um dia vai Permitir que sejamos finalmente Filha e Pai.

Está decidido À partir de hoje É proibido odiar
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Está decidido À partir de hoje É proibido odiar falar mal e reclamar À partir de hoje É proibido ser infeliz proibido fazer fofoca proibido o diz que me diz é proibido ficar doente é proibido não entender é proibido ser carente Fica também decretado Que todos serão obrigados a gostarem uns dos outros e também se olharem como irmãos Se você não tem religião Esta lei é fundamentada Na Eva Mitocondrial Mãe dos seus pais e dos meus Se você tem religião esta Lei se baseia Nos Mandamentos de Deus Ciência ou Religião tanto faz À partir de agora É obrigatório Viver em paz.

Meu coração é uma casa, uma caixinha, uma praça Meu coração é um lugar
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Meu coração é uma casa, uma caixinha, uma praça Meu coração é um lugar aonde ponho aquilo Que tenho de valioso Mantenho as portas abertas aonde entram quem me deixa entrar também Mesmo assim Muita gente entra sem pedir e fica Mesmo quando pensa não estar mais lá Nem nunca ter estado aqui Eu tento pintá-lo novamente sempre Com as cores que encontrar Tem uns passarinhos voando ali São aqueles que o Eu menino matou Eu os deixo lá, esperando o perdão Tem gente que ofendi Tem também quem me ofendeu Há aqueles que não me perdoam Estão todos aqui...no coração. Quem prestar atenção Verá um cachorrinho branco e preto foi o unico que tive em toda esta vida egoísta hoje ele brinca com um gato que tem aqui em casa Aqui o Céu nem sempre é azul Mas a culpa é minha e não de quem está nele Tem buracos nas paredes muitos Feitos por quem eu menos esperava mesmo assim ainda voa viaja, flutua, passeia E leva todos juntos Mesmo quem pensa nem estar lá Isso é segredo Tem nuvens e sempre chove Mas só chove no escuro aonde choro e ninguém vê Não é um coração rico Mas é sincero e verdadeiro E vocês estão todos aqui Quem pediu para sair eu deixei Partiram e ficaram ficaram sem perceber Apesar dos anos passados e do aparente desgaste físico é ainda um coração de criança aonde estão presentes aqueles que me esqueceram Mas que eu guardo na lembrança

Quando olhar para algo aproveita o tempo e a oportunidade
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Quando olhar para algo aproveita o tempo e a oportunidade que a vida te oferece e faça mais que ver Enxergue. Quando escutar, aproveita a oportunidade que poderá não voltar e ouça com atenção Aproveita hoje o livro que tens nas mãos e não o leia Estude-o Aproveita hoje a vida e viva-a, não para você aprenda antes a servir Aproveita o tempo presente ele é seu melhor talismã da sorte viva antes da morte mas viva para o Mundo Sem tentar conquistá-lo Você há de partir sem nada levar procure deixar boas lembranças talvez, então possa levar desta vida um pouco de Esperança Escrevo meus versos Mas não os escrevo pra mim Os deixo para a Humanidade antes que chegue meu fim Se puder deixar algo ao Mundo deixe o que for verdadeiro Pois haverás de partir sem ter a certeza Que realmente viveu

Atendendo a pedidos Sinceros, comovidos...descabidos Deus me dá a solução para os problemas
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Atendendo a pedidos Sinceros, comovidos...descabidos Deus me dá a solução para os problemas em frases ressentidas Por não saber então, decifrá-las eu as vou traduzindo em poemas Longe de mim as flores que plantei pelo caminho seguem seus rumos Felizes, por não terem sido escravas E eu fico aqui enraizado pensando nas palavras que cultivo às vezes sedento por tornar-me fugitivo, desertor da vida sonhando enquanto vivo Invejando os Lírios do Campo Que Ele mandou-me observar Realidades de papel vontade de porcelana tristeza de aço alma condenada ao desterro vivido aqui Na paredes da minha cela eu as escrevo palavra por palavra passo a passo E trasformo meu degredo em lembrança futura Que outros haverão de desvendar e dizer bela.

Outrora em minha vida Anjos reais eu via Outros tempos
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Outrora em minha vida Anjos reais eu via Outros tempos Tempos melhores Eu ria, nem ligava Sabia que estariam sempre ali De tudo que se esquece enquanto a gente cresce esqueci de sorrir para a vida hoje não os vejo mais talvez tenham eles me esquecido Fim de tarde O Sol de vermelho tinge o Céu Meu rosto arde Não de calor é só saudade Queria apoiar-me nos joelhos e pedir um só sorriso Sôfrego que fui da vida Deixei-a passar, despercebida Não há mais valsas Nem mesmo fados Acabou-se a melodia desta vida Há apenas dias que correm Esperanças que se perdem Sonhos dos quais a gente acaba sempre desistindo Mas ainda tenho uma certeza De algum lugar eles me olham E estão rindo das lágrimas que molham meus dedos trôpegos Pois sabem qua há sempre a parte amarga que vivemos No silêncio da noite falam comigo, ainda e pedem que eu persista pois um dia tudo finda E a Estrada novamente Será larga e linda E eles vão me levar pra escorregar num papelão por sobre um barranco gramado Nos jardins da casa de Deus.

Vida Mera ilusão Esperança perdida
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Vida Mera ilusão Esperança perdida Sonho que não se realiza Onde a ilusão mais precisa Está na mente daqueles Que se veem realizados Reles miseráveis Pobres coitados Orgulhosos, por ter vivido uma horrenda vida suja Cofres abarrotados de metais, que o tempo enferruja A noite abraça o Mundo Imundos seres sob holofotes Gente de alma vendida Seres da escuridão Montados em seus Cavalos Estão chegando E seus olhos piscam mil vezes Por não crer Que vieram buscá-lo Teu reino De orgulho e Ira Cessa com muito barulho Vem à tona tuas mentiras Subiste a escada sem pensar em ninguém e nem em nada Que os anjos digam Amém Está em andamento a luta do mal contra o bem Bem diante das suas vistas só os alheios e alienados não veem.

Assim como as pedras Não podem ser chamadas de cidade
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Assim como as pedras Não podem ser chamadas de cidade Minhas palavras eu sei Que não dizem nada Meus pés não fazem a estrada Minha alma há muito desenganada já sabe que asas Não significam liberdade Palavras no alto da montanha Ecoam Há muito eu estou lá gritando à toa Saber escrever Em linha reta Não faz, nunca fez e nem fará jamais de mim um poeta Silêncio e nem dinheiro trazem paz A luz do Sol não faz o dia Tentar achar a paz perdida Não traz mais Harmonia em minha vida.

Lua nova vem mostrar que tudo muda e nada se transforma
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Lua nova vem mostrar que tudo muda e nada se transforma muito menos se renova Lua nova, escura...apagada e ao mesmo tempo cheia faz lembrar Que todas as conquistas desta vida são simples castelos de areia às margens de um Mar turbulento Lua nova, faz-me ver Que esta vida não passa de momento o orgulho e a nobreza minguam, passam Se esfumaça a soberba crescente na escuridão da noite aonde tanta gente pensando-se oculta insulta, engana e mente.

Se Deus me permitisse e prometesse ser atendido eu lhE dirigiria hoje
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Se Deus me permitisse e prometesse ser atendido eu lhE dirigiria hoje um único pedido: Pediria somente que somasse os dias que ainda me restam E dividisse ou doasse Entre as pessoas que ainda precisam ver prolongados seus dias Neste mundo E que depois me recolhesse Agora, neste segundo A outro lugar, aonde eu sentisse Necessária a minha presença Pois eu ando tão cansado desta vida Cansei-me e meu cansaço ultrapassa as ilusões desmedidas. escondidas sob imensas cortinas de fumaça Te peço hoje, Meu Pai Escute teu filho e se eu merecer Por favor Faça.