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Frase de EdsonRicardoPaiva

Juliana. Menina linda Minha linda menina Amor de criança Que nos meus tempos de menino Fez conhecer A luz do Divino amor Amor que ensinou O quanto a vida Pode ser bacana Às vezes a vida engana e chega a parecer triste pra mais tarde a gente ver A Luz que da Luz emana Luz que vem de Juliana Só quem te conhece pra saber O quanto é bom viver E poder ver O sorriso que sempre sorriste Quando me via chegar Meu coração leviano também bate Por Lavínia e Alessandra, Ana Júlia e Beatriz Outros poemas já fiz Por Marina ou Mariana Outros sorrisos eu dei Por Giulia e Nathaly Por Simone ou por Luana Por Larissa ou por Andressa Por Aline e por Vanessa Por Alice e Maria, Laurinha ou Giovana Meu coração se arrepia de lembrar do momento solene Do dia que conheci Shirlene e toda menina que mereça Permanecer assim, na cabeça Assim como sempre penso Em Ana Paula ou em Verônica Manuela, Isabella, Mirella ou Carlinha Por Patrícia, Menina bobinha E por Sandra, Menina malandra Amor que no peito fica Quando lembra da Vivica Porém, hoje eu escrevi Um poema pra dizer Que meu coração desde sempre Bateu contente por você E é claro que a gente precisa Lembrar da Maria Luiza Mas...você não é mais uma Você é única e divina Você é e sempre foi Minha linda menina Hoje eu mando este simples poema Qual se fosse uma oração Que eu oraria uma semana Cantaria esta canção pra você E somente pra você Juliana.

EdsonRicardoPaiva

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Pensador.com

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Outras frases de EdsonRicardoPaiva

"E tudo acaba Sendo eternamente igual Não se divide o invisível
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"E tudo acaba Sendo eternamente igual Não se divide o invisível Em partes iguais Ponto final Nada mais." Edson Ricardo Paiva.

⁠Nasce o dia na janela Bela luz que resplandece Cresce o canto de pássaros lá fora
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⁠Nasce o dia na janela Bela luz que resplandece Cresce o canto de pássaros lá fora Poesia infinita pra olhares falantes Olha o ar com olhar de ouvinte Um certo manto vem cobrir-me a alma O momento, o instante, o segundo seguinte Um mágico nascer de dia A magia sobrepõe-se à lógica Transcende ao frio caminhar das horas Põe as coisas onde estão Aquece o caminho Navega o mar sem pressa Atravessa bem devagarinho todo o ar que me permeia Se compõe, se sobrepõe, vagueia e aquece Nasce o dia como a prece que agradece a poesia primeira Tem que ver como é bonito Quando o espírito da gente Volta lá na primeira manhã Relembra o quente que era Cada sol que alvorecia e mostrava Toda gota brilhante Cada instante percorria a nova primavera Vivida ou vindoura Cada lágrima chorada Pois a vida é nada, se a gente não chora também Se são elas que douram as lembranças De todas as dores e alegrias Noites bem ou maldormidas Manhãs orvalhadas São as horas da vida e há de sempre faltar Vamos sempre carecer daquele mero instante Irmãos e irmãs, um olhar aos ponteiros Corre o tempo, passa tudo O nada, a saudade, a solidão, um sorriso e a gratidão Nasce o dia na janela, é preciso viver E se a vida é bela ainda Cada um de nós precisa ouvir A voz que tem o coração Só ela pode dizer. Edson Ricardo Paiva.

Quando o teu relógio Finalmente despertar Pode ser recordação
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Quando o teu relógio Finalmente despertar Pode ser recordação Ou a frase que porventura Lhe vier à cabeça Em mais uma oração Um ponteiro tardio Mostrando que a hora passou Um palco vazio A cortina, há muito fechada A roda gigante da vida girou Teus relógios brilhantes Mostram sempre as mesmas horas Mas os tempos são outros Este mundo está tão diferente Luzes apagadas Não há nada, não há mais ninguém Um dia o relógio desperta É momento de despedida Nesta vida Pra tudo existe a hora certa. Edson Ricardo Paiva

Margarida. O ponto de mutação Um canto de pássaro
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Margarida. O ponto de mutação Um canto de pássaro Aquele traço profundo Meus passos cada vez mais lentos Quatro ventos Quatro pontos Quatro estações Não sei em qual delas eu desço desde o começo eu desconfiava Que essa estrada Não leva a lugar nenhum Pressinto o quinto dos infernos Resumindo tudo isso Eu meço a distância e concluo a relevância do nada E é nisso Que tudo consiste Sigo mudo e cego Ouvidos ouvindo absurdos A cada dia mais corretos E cada vez menos lerdos Á minha esquerda Jaz a margarida Quase apagada Semi-desenhada na parede Milhões de Céus Bilhões de mundos Eu no chão É quando chego ao ponto Porém este de interrogação Edson Ricardo Paiva