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Frases de Ednar Andrade

10 frases

É Natal o ano inteiro Então, não é que seja Natal. Você teve 365 dias para desejar o bem, ser feliz, fazer feliz também... amar, dizer que ama, dar presentes, distribuir sorrisos... Louvar ao Criador, agradecer a benção de Jesus ser o Senhor. Mas só em dezembro você resolve dize…
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É Natal o ano inteiro Então, não é que seja Natal. Você teve 365 dias para desejar o bem, ser feliz, fazer feliz também... amar, dizer que ama, dar presentes, distribuir sorrisos... Louvar ao Criador, agradecer a benção de Jesus ser o Senhor. Mas só em dezembro você resolve dizer tudo isto? O aniversariante, este não é aplaudido? O que mais importa é o valor do seu vestido? Por isso e por tudo isso, para mim o ano todo é Natal. Amo a todos o ano inteiro, desejo o bem a qualquer um. Façamos assim: a felicidade, o bem querer, a bondade, o amor, não apenas em dezembro deve nascer. E sem mais, declaro que ele veio para mim e para você. Então, é Natal? O que é o Natal? A ceia? O cartão de crédito? A mesa farta? A roupa nova? O Natal poderia ser... Não direi, diga você! Por que para mim, o ano inteiro, a vida é o renascer.

Uma história Desliza no ar um véu cinzento, Em algum lugar toca um sino…
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Uma história Desliza no ar um véu cinzento, Em algum lugar toca um sino… “Toca um sino”! Um homem faz a mochila, Uma mulher passa o café, Uma criança pede a mamadeira, Muitos sobem uma ladeira, Outros descem na volta, As máquinas vão silenciando, Despede-se o operário, O mestre reserva as ordens… O gato cochila e dorme… Ou mia comemorando a noite que já vem vindo. O gado muge enfadado… Os animais se aconchegam. Agora o véu é mais denso, E a moça então se perfuma, sente-se mais bonita. O rapaz assobiando caminha pensando na namorada, As escolinhas vazias ficam sem a criançada… É que está vindo num açoite, silenciosa, a noite… E eu fico mais inspirada

Homo Libris O homem carrega dentro de si um livro, Alguns com páginas jamais editadas...
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Homo Libris O homem carrega dentro de si um livro, Alguns com páginas jamais editadas... Alegrias derramadas, sofrimentos contidos, O homem carrega dentro de si o seu próprio livro. Entre verdades e fantasias, Seu habitado mundo Pode ser seu próprio sepulcro. Homem, bicho que pensa. Escreve, arquiteta seu destino; Feito para amar e mata; Feito para beijar; maltrata. O homem, arquitetura de Deus; Obra feita com graça; Órfão ruim, largado na desgraça. Homem, tradução imperfeita Do seu absoluto e reticente ser É de si cruel e capataz. Condenado está de si mesmo; Sentencia-se por pura opção: A ser feliz ou viver em vão. Escreve tantas vezes, Com letras invisíveis, histórias negras. Em sua secreta alma habita o anjo Do bem ou do mal E com ele bebe fel, destila veneno E perde a própria essência... Mas há também o homem, Aquele raro homem, Que ao seu anjo atende, Desfaz-se em amor E vive contra qualquer sorte Na guerra de vencer O seu anjo da morte.

Sépia Estou com cara de fotografia em sépia; Com saudade do verde…
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Sépia Estou com cara de fotografia em sépia; Com saudade do verde… Da minha casa… Do vento, da paz. “Estou em sépia”. Quero ser beijada pelo vento, Tocada pelo Sol da tarde. Quero sentir o cheiro verde do mar, Deixar que o entardecer me envolva de prazer… Estou como uma folha, Como uma folha seca, Caída e esquecida no bosque da minha vida, Esperando a Primavera chegar Com seus florais de mil cores… E minhas tardes… Perfumar. Estou em sépia e sou o outono antecipado; O silêncio morno do Deserto E o meu olhar tem o açoite do tempo; O murmúrio das ondas E um poema largado.

Ápice … É mistério… Se para morrer, nascemos,
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Ápice … É mistério… Se para morrer, nascemos, Para que viver? … É mistério… É menos que sonho, Mera caminhada vã. Inútil é querer, sofrer, desejar, amar Se para morrer, estamos? Então – para que - nascer, querer, sonhar, sofrer? Se para morrer, nascemos. É mistério? Para que nascer, se para morrer vivemos? Morrer é a glória sem glória, É o ápice da espera; o final.

Festa divina? Todos falam de festa (Festas) O mundo parece que espera uma fusão de felicidade e sonhos... Luzes e cores em toda parte, anjos de papel, pura arte. Sinos e sons, canções e versos. É tudo tão controverso. E onde mora a paz?
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Festa divina? Todos falam de festa (Festas) O mundo parece que espera uma fusão de felicidade e sonhos... Luzes e cores em toda parte, anjos de papel, pura arte. Sinos e sons, canções e versos. É tudo tão controverso. E onde mora a paz? Papai Noel é o rei ou o aniversariante? Parece que há uma con-fusão no sentido da data. * Quem nasceu em Dezembro? Quem trouxe a paz e as promessas? Quem deu pelo homem a vida? Quem acendeu nos corações o amor? Quem tão humilde em simples manjedoura nasceu e brilhou? Quem anunciou a paz entre os homens? Quem é o menino tão pobre e lindo? (............) * PAPAI-DO-CÉU “Sempre novo” nos abençoa e enche de graça e de paz.... Sempre paz...... Nos dá todos os dias, mesmo que não mereçamos sua benção e raros presentes. Nos dá flores, Sol e mar, pássaros, rios e verde. Tudo enfim ...E como se não bastasse, Deus deu ao mundo seu amado filho, seu grande e único amor. Mas o homem tudo faz errado, nada agradece, não aprendeu o mandamento que salva a todos de tudo que está errado: AMOR. Natal Festa divina, festa de amor fraterno, festa ao Deus menino... É festa do alter-ego, deuses inflados. Festa na mesa de alguns... Fome na rua dos meninos, Fagulha apagada nos abandonados... Nos bêbedos, nos viciados: a fome voraz cracoolizados.... Mas é Natal e nas lojas tudo é colorido e caro, tudo é de alguns... E o que resta é encher a cara de festa, engolir falsos sorrisos, usar o melhor vestido, rir louco, desordenado, - sem aplausos o menino - sem se importarem com os velhos, com os pobres descalços e sujos... Aqueles que não têm lar, nem bolo, nem panetone. Comem do lixo o que sobra da festa mentirosa e porca. ...Então é Natal e o que você fez?

Outonais Tudo bem, Não há tristezas, nem mágoas.
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Outonais Tudo bem, Não há tristezas, nem mágoas. O céu está nublado, pintado de chumbo, Sem estrelas, nem luar... Mas a poesia, beija a noite e aquece. Hoje nenhuma estrela brilha, Nem a lua prateia minha saudade. Uma música suave, em mim, sempre será plena: Ave Maria... Silencio e descanso... Ouço na noite dos grilos o canto, Final do dia, de abril tardes outonais As noites descem lentas como um manto. Sussurros nos ventos, Nos amantes corações; amores... Sépias, rubras, quentes cores, São as noites, o outono no final...

Espera Tudo bem... Silêncio também é fala...
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Espera Tudo bem... Silêncio também é fala... Também é amor e oração. ...Canção e poesia... Silêncio...Estou gritando... Estou regando a riso;o pranto. A calma,as interrogações... "Silêncios" ( ... ) Estou rezando por ti,por nós... Enquanto:em-cantos, Sussurro...Estou colhendo brisas... Guardando as sementes, Com todo o cuidado, Com todo este silêncio, Do meu fechado abril, Cheia de saudades e de esperanças; des-maio... Como uma criança; aguardo, Descanso... Espero, Em silêncio...Sou-rio...Passo>>>>>