A política faz-nos jurar-lhe amor incondicional e, condiciona o nosso amor infinito pela família.
Frases de Edgar Fonseca
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O político não pode viver de ansiedade, nem pode ser ansioso, pois, ele é a ânsia permanente da melhoria de vida do povo.
A política é a solução mais certa em tempo de crise.
A política não gera oportunidade para o povo, mas, gera programas sólidos, capazes de permitir que o povo realize os seus anseios.
A política é arte de criar convicções sociais, aí onde a esperança parece não mais existir.
A política é a capacidade de viver os problemas do povo como se fossem nossos.
O céu foi feito a medida dos deuses e dos anjos, assim como a terra foi feita a medida dos humanos, bons e maus; tal são as leis feitas à medida de quem as cria e, de quem as interpreta.
Quando as sociedades entenderem que os rios não servem só para alavancar a agricultura, acreditemos, nenhuma criança mais irá morrer de sede por falta de água.
Somos nobres por excelência, mas, preferimos assumir uma postura de meros indigentes arrogantes, talhados ao sabor da vida.
Um País que conta com centenas de rios no seu território, mas, festeja-se pela inauguração de um chafariz em determinada comunidade, só demostra que não temos discernimento sobre o que significa melhorar a vida das populações.
Repugnante o homem que participa da feitura formosa de um filho e, na altura de creditá-lo o seu amor, perde-se pelo mundo, deixando um inocente órfã de pai vivo desvairado.
Não se percebe porque motivo muitas mulheres sagradas, carregam durante certo tempo o seu filho no ventre e, depois de o trazer ao mundo abandona-o como se fosse um nada.
Repousa a mulher que marcha pelas ruas em busca de pão para os seus filhos e, num tom inebriante, cantarola em sua solidão, para embalar o seu filho ao colo, cujo progenitor perdeu-se pelo mundo em busca de aventura.
Paramos no tempo, quando nos deixamos consumir pela vaidade do que não somos e, nos esquecemos de viver em nossa própria realidade.
Os filhos são a parte da nossa alma transformada em sublimes e valorosos humanos, que nos tornam criadores, em terra de descobrimentos.
A valentia das mulheres deve ser reconhecida na sua plenitude, porque são o porto seguro dos seus filhos e a estabilidade de uma sociedade que se quer sã.
A alma aflita não se deixa consolar com palavras, mas, suaviza-se, com afago ternurente dado com sinceridade.
Deixamos a honra ser despida pelo orgulho, quando assumimos cargos de destaque e assistimos o povo a morrer de fome, mas, ainda assim, utopicamente, atiçamos a sua esperança num programa de combate à pobreza que parece ser pós-morte.
Os seios que amamentam os nobres filhos de uma terra, não podem ser flagelados, pois, a realeza da mulher-mãe não tem preço que se compare ao seu amor.
Os livros lidos na calada da noite, enobrecem a pureza do nosso raciocínio.
A nossa mente é um verdadeiro centro teatral, onde cada peça de arte racional aí refeletida, nos leva para uma dimensão de alegria ou de tristeza.
Sempre que o tempo não justificar as lágrimas que correm nos olhos de uma mulher que cuida os seus filhos sobre a ausência de um progenitor aventureiro, não podemos olhar impávidos e serenos o declínio que se impõe à sociedade da próxima geração.
Somos santificados pela nossa própria companhia, mas, simulamos ser pervertidos para agradarmos aos olhos da sociedade.
Ao colo de uma mulher de forças e de guerra, está aquela criança a quem pedimos gratidão por ter uma protetora, para além de mãe.