O sorriso é uma arma que ilustre que ilumina a vida dos humanos, que atormentados pela dor de viver, socorrem-se da alegria de estar no mundo e saboreiam os momentos de bem-estar que este universo oferece.
Frases de Edgar Fonseca
1.136 frases
As políticas gizadas pelos Governos visionários, não se atém apenas as vitórias eleitorais, atém-se, sobretudo, a melhoria contínua da vida da população.
Os Estados desenvolvidos, crescem em função da dinâmica social e econômica imposta pelos seus cidadãos.
A paz não se vive nos discursos políticos, nem se festeja sobre o sudário das convicções políticas ideológicas partidárias, ela tem de ser a marca moral e sentimental que domina a vivência total do POVO.
As leis não são no essencial criadas para uma generalidade de pessoas, elas são criadas sob a forja da satisfação da vontade e do interesse dos seus criadores.
Quando um político acredita que as suas ideias e convicções agradam a todos, é porque perdeu a sua essência e vive sobre a vontade manipulada daqueles que o rodeiam.
Não se aplaudem discursos, pelo simples facto de ter sido lido por um bom orador forjado na política, aplaude-se antes, um bom discurso, quando percebemos a essência do seu conteúdo.
O referendo é a via mais eficaz e mais consensual para se alcançar o consentimento do povo, na criação de leis ou programas políticos que visam resolver os problemas de um Estado, de outro jeito é tudo fantasia teatral.
Quando um deputado confunde a casa das leis com um dormitório, passa a mensagem aos seus eleitores, de que devem acordar as suas mentes adormecidas pela ignorância e pelo obscurantismo.
O maior de todos os erros que cometemos na vida, passa por acreditarmos que ser feliz é nos deixarmos viver à mercê da vontade do mundo, ainda que este mundo nos pise.
Governar em tempos de paz é a melhor maneira de mostrarmos o que valemos enquanto políticos, mas, governar sobre pressão de uma pandemia global, cujas as estratégias para derrotar o inimigo se tornam incipientes, é pior que gerir os anseios do povo em tempos de guerra.
O caminho que se segue para começar a fazer política, tem de ser o mesmo caminho que deve ser preservado, quando lá mais para frente os desagrados do povo se tornam a censura da nossa responsabilidade.
O tempo consome os programas políticos sem dó, nem piedade; as famílias clamam por estabilidade e melhores condições de vida, mas, o inimigo global, não quer saber de educação, turismo, cultura ou saúde, daí ser preciso o esforço de todos, para que possamos vencer esta batalha ci…
Continuar lendo
O tempo consome os programas políticos sem dó, nem piedade; as famílias clamam por estabilidade e melhores condições de vida, mas, o inimigo global, não quer saber de educação, turismo, cultura ou saúde, daí ser preciso o esforço de todos, para que possamos vencer esta batalha circunstancial.
Os programas de governação têm um tempo determinado para serem cumpridos, a pandemia não tem tempo, nem previsão para desaparecer, por isso, politicamente, devemos estar preparados para adiarmos o ano 2020 e, consideramo-lo o ano de graça.
Mesmo que quiséssemos saber mais de nós, nunca seria possível percebermos o quanto nos oprimimos, por pensar que a nossa felicidade é completada por alguém.
Sobre a dependência do tempo, temos o nosso coração, que intensificado pela dúvida de vivermos amando, acabamos por nos transformar em seres quase inutilizados pela amargura da ingratidão.
A linha do tempo não nos define por completo, pois, quanto mais o tempo passa, menos compreendemos a nossa personalidade.
As linhas de força de um Governo, cujo País se encontra de mãos dadas com a crise sanitária global, passa essencialmente por criar medidas eficazes para estabilização empresarial, como forma de garantir a continuidade da subsistência económica das famílias.
O povo sofre e chora pelo aumento substancial do desemprego e a vida das famílias vai se tornando cada vez incerta a cada dia.
O grande desafio que se impõe hoje aos Governos, para além da pretensão de estabilizar a economia dos Estados no pós-covi-19, passa por manter o emprego dos seus concidadãos, pois, sem o qual, a economia baseada na tributação se tornará um fracasso.
Em momento de pandemia, não se consegue reinventar à economia de uma País com o discurso sobre a democracia, pois, a vontade do povo acaba subsumir-se a vontade sublime do Governo.
O povo que atravessa o deserto do desespero causado pela fome e pela incerteza da pobreza que se aproxima dia após dia, encontra nos seus governantes a esperança de que tudo irá voltar ao normal em breve.
Os programas econômicos paliativos criados pelos Estados, para fazer frente a COVID-19 têm se mostrado pouco eficazes para manter a subsistência alimentar de muitas famílias pelo mundo, isto porque, até ao momento, o povo ainda não tomou consciência de que é parte necessária no c…
Continuar lendo
Os programas econômicos paliativos criados pelos Estados, para fazer frente a COVID-19 têm se mostrado pouco eficazes para manter a subsistência alimentar de muitas famílias pelo mundo, isto porque, até ao momento, o povo ainda não tomou consciência de que é parte necessária no combate deste mal que a todos oprime.
A maior luta que os Governos irão enfrentrar pós-covid, será essencialmente, encontrar formas de recompor a economia e manter estável os níveis de empregabilidade, que se estão a perder por força desta pandemia que asfixia a economia mundial.