Pular para o conteúdo

Frases de Douglas Azevedo

49 frases

A razão d'eu ter escolhido você é o que eu não teria ao escolher outra. Não houve opção ou indecisão, foi a mando do coração: rápido, reto afeto, eterno antes de começar. Foi.
Continuar lendo

A razão d'eu ter escolhido você é o que eu não teria ao escolher outra. Não houve opção ou indecisão, foi a mando do coração: rápido, reto afeto, eterno antes de começar. Foi. É. Será... Você!

Caminhos de pedra Pelos caminhos gretados, Duas paixões são divididas,
Continuar lendo

Caminhos de pedra Pelos caminhos gretados, Duas paixões são divididas, Por caminhos estreitos, Às vezes existem barreiras Impedem o florescer De uma paixão a dois, E o amor, tão grande, Não consegue derrubá-las Mas, pelos labirintos de pedra, Sempre haverá vida, Uma rosa... Vermelha, branca ou colorida. O amor imenso, pode não derrubar, Mas o que lhe impede de desviar? Seguindo este longo caminho São encontrados espinhos, É encontrado escuridão. Mas no fundo, sabem de sua paixão. E, todo caminho que tem espinhos, No final/ápice traz um botão Que floresce da união de dois corações.

Eu não aguento esperar, Meu amor por mim só crescerá Se o que concebi for amado,
Continuar lendo

Eu não aguento esperar, Meu amor por mim só crescerá Se o que concebi for amado, Pois nasci para amar Quero muito ter orgulho de mim Eu não duvido que possa existir o amor Em cada caminho que sigo Sempre procurando... Se não o vejo em algo, O confiro amando A razão eu não sei, Mas o amor me fez E me fez amando Vivendo, Perdendo-me, Perdendo-te, Reencontrando-te E refazendo o amor fraco Cansado, deixado de lado. Em cada canto Eu só quero amar Quem me quer amando, Vai me amar E mais vivo vou ficando Não me deixe desolado, Se você rejeita meu amor Empurre-o para o buraco Faça por mim! Mata-me ser o responsável Por um amor aniquilado Vou ter orgulho de mim Quando sentires amor comigo Sem fim!

Desatino do amor “O simples desatar da insanidade de amar” Ela te percebe e mira,
Continuar lendo

Desatino do amor “O simples desatar da insanidade de amar” Ela te percebe e mira, Alcança-te e conhece, Enrubesce-se. Ela te vive e faz vivo, A todo tempo contigo Espreita o perigo. E começa a suspeitar Do arraigar de um veneno, O veneno de amar. Num desatento, A sedenta doença Traz o fim adentro Neste amor sonolento. Traz um fim violento, Antes que o verdadeiro Possa se despertar.

O que estou pensando De manhã, quando fico te olhando, Imaginando o que você está pensando,
Continuar lendo

O que estou pensando De manhã, quando fico te olhando, Imaginando o que você está pensando, Você olha pra mim, com seus olhos brilhando. Fico imaginando se não estou sonhando. Compelido a falar algo, Subo em nosso palco, E para que nunca se esqueça, Digo bem alto: “Eu sei, tenho sido pressuroso, Mas se visse minha mente, Só veria seu rosto! Eu sei que já estou perto, Seguirei o rio do seu amor, Até seu mar aberto.” De manhã, quando fico te olhando, Pergunto: o que você está pensando? Você volta pra mim com um sorriso brando, Chega bem perto e me responde beijando. / Chega perto e diz estar me amando. Abraçados e quentes então, Tenho uma proposta a fazer: Me aceite em seu coração... Que levo o meu amor para preencher.

Quando? Quando deixaremos de ficar sozinhos? Quando assumiremos o que sentimos?
Continuar lendo

Quando? Quando deixaremos de ficar sozinhos? Quando assumiremos o que sentimos? Quando uniremos nossos caminhos? Quando deixaremosos devaneios E diremos um para o outro, Para o mundo inteiro? Quando assumir que nosso amor Bateu cedo no coração E só agora reconhecemos sua razão? Quem de nós saberá aduzir Todo este sentimento confinado, Que só sofre porque não foi libertado? Quem de nós agirá direito E ousará dar o tiro certeiro Que espera ansioso, o peito? Quando iremos unir os lados, De nossos desejos perenes Há muito já alentados? Senão você, Quem mais pode me conceder O melhor de todos os amores que desejo receber?

Elegi o céu Quando olho para o céu... Não é bem o céu que estou vendo, na verdade, não estou vendo nada, estou é pensando em tudo! Olhando para o céu, para este infinito azul; o azul, aquela cor serena, que traz tranquilidade, paz de espírito e segurança, que parece conduzir nos…
Continuar lendo

Elegi o céu Quando olho para o céu... Não é bem o céu que estou vendo, na verdade, não estou vendo nada, estou é pensando em tudo! Olhando para o céu, para este infinito azul; o azul, aquela cor serena, que traz tranquilidade, paz de espírito e segurança, que parece conduzir nossos olhos quando precisamos refletir; quando olho para ele, pode ter certeza que estou pensando muito, não posso descrever todas as coisas que já pensei olhando para este céu, mas foi ele o meu primeiro ouvinte intimo. Ele é o papel em que enxergo toda minha vida, é o papel em que escrevo meus sonhos e amores, que lanço meus arrependimentos e horrores. Foi o primeiro cinema que fui e em que assisti sozinho (ou não) ao filme que eu queria, ao filme do que já vivi. Talvez o céu não seja só um vácuo, nunca achei que fosse um vácuo mesmo, o céu pra mim é quem guarda tudo de todos, é quem acorda minha mente quando ela jaz adormecida, é quem conversa com minha mente, quando ela quer ser ouvida, é quem tranquiliza minha mente corrida, a minha mente mal dormida. Quem sabe o céu seja mesmo a morada de Deus, os homens não se enganaram nisso, tudo que Deus fez para os homens, o céu fez para mim: nunca me julgou pelos meus erros, mas sempre me fez percebê-los e encontrar uma forma de corrigi-los. Mas, ao contrário dos homens, tolos homens, eu olho para este céu todo dia. É... Afinal, o céu pode ser a morada do Deus, é o único espaço que poderia cabê-lo, os homens erraram ao dizer: “o céu é o limite”. Eu não sei bem explicar o que é, de fato, o céu, sei que nele estão coisas minhas, que também são coisas das quais não sei bem explicar... Por fim, quero que o céu sempre esteja acima de mim, gosto assim, deste modo não preciso dividir ele com os horrores dos outros, os horrores do mundo ruinoso em que habito e definho, até porque é justamente para esquecer isso, o motivo das muitas vezes que olho para o céu azul. Meu céu azul.

Alimento para dois Por favor, exagere! Mostre-me o todo e mais! O tempo passa e ela está faminta! Não deixe a fome se cansar, não deixe... Não deixe de procurar! Ela precisa em demasia e você, você depende da necessidade dela para se saciar e para saciá-la!
Continuar lendo

Alimento para dois Por favor, exagere! Mostre-me o todo e mais! O tempo passa e ela está faminta! Não deixe a fome se cansar, não deixe... Não deixe de procurar! Ela precisa em demasia e você, você depende da necessidade dela para se saciar e para saciá-la! O tempo passa, Ela sempre faminta... Peço que não deixe essa boca sedenta, saliente e quente! Não a deixe ir agora! Mude a receita, onde aquele sentimento está? Exagere e, então, prove! Provem os dois, saciem-se até que se possa ver o fundo emergulhem! Sintam os dois como deve ser... Devorem-se! Seus corpos são um alimento que quanto mais se consome maior fica a fome. Exatos e sublimes por vocês dois! E justamente porque são dois...

Teu ser Não consigo me suportar Nos momentos de breu,
Continuar lendo

Teu ser Não consigo me suportar Nos momentos de breu, Em que já não quero ser eu. Quando meu único desejo é ser para ti, Para não fazê-la sofrer, para deixar o amor viver! Mas, repentino, me lembro que é difícil, que sou complicado, Que penso no amor Mas que o amor não pensa em mim. Perto de ti, distante de mim, Longe de ti, tudo ruim.

Ensaio de um mês Assopra-me o vento, Trazendo-me teu perfume,
Continuar lendo

Ensaio de um mês Assopra-me o vento, Trazendo-me teu perfume, Reforçando meu alento. Querer-te já é costume. Teu olhar assinalado, Ensaia-me a traduzir, Como um leitor fascinado, Nosso destino que irá seguir. Sinto sob o peito, Forte anseio da hora, Aplacar-me-ei no teu leito Da noite até a aurora. Digo-lhe que, Nosso tempo junto Foi tudo para mim, Mas da lembrança de um mês, Sei que, ainda, não foi muito, Comparado à inexistente fim.

Convocado ao assassinato Pegar, trancar, matar teu menino Não fugirás das leis do divino
Continuar lendo

Convocado ao assassinato Pegar, trancar, matar teu menino Não fugirás das leis do divino Escorre por cada olho fechado Lágrimas de gana pelo diabo Cegar, machucar, dopar a paixão Blefar e forjar tua razão Não vês adiante um destino? Comece este com fascínio, assassino Chamar, trair, ferir teu irmão O mesmo que lhe ditou perdão Extermine o inimigo, tredo genuíno Não há líder de honra, foi-se Saladino Acaba a morte, teu fardo amado Podes enxergar sua alma impoluta No reflexo de sangue derramado? Não negue o descaso, foi culpa tua Doar fé para assassinato.

Há quanto tempo, meu bom amigo Esses dias sonhei contigo e lhe reconto o já vivido:
Continuar lendo

Há quanto tempo, meu bom amigo Esses dias sonhei contigo e lhe reconto o já vivido: Sonho contigo, estou nos verdes de Goiás Pois você, meu bom rapaz, Acompanhou-me por caminhos Em que todos ficariam para trás. Meu bom amigo que durante horas proseava, Assunto de cada coisa inesperada! Decorríamos em discussão até a madrugada Um amigo sem limites, sempre que preciso me ajudava. Hoje estou em cima, hoje já não preciso de mais nada Obrigado meu amigo, por ajudar a construir minha escada. Espero vê-lo de novo, pra mais nova passeata. Saudade, Capitão C.

Intuition É quando estou observando, atento, o tempo, Relacionando-o com um acontecimento
Continuar lendo

Intuition É quando estou observando, atento, o tempo, Relacionando-o com um acontecimento Sinto-te, me invadir, o saber dos saberes E o que pode dizeres? Quanto sabes, quanto?! Já te conheço de erros passados Poderia, eu, evitá-los... Mas por que não lhe cedo o senso? Tu me vens e eu desconfio, penso, penso... Mas, ao final, desconsidero-te, ó Intuição Porque tu não dispões de razão Vezes contrariastes insistente, minha vontade Sei, só queres dizer-me a verdade Mas quem saberá o momento, a ocasião Em que terei de creditar-te o sucesso de uma ação? Vivo o medo de bem agir E não saber, no desfecho, explicar Porém os passos haveriam de surgir E esquecer-me-ia de lhe honrar. Queria eu saber usar-te, Apesar de não entender de tua arte Sei que funcionas bem e nada cobras É o melhor saber para quem a detém Para o que acompanha tuas manobras Certas vezes, confiei em previsões tuas E é certo dizer que sempre acertei Porém, não hei de conhecer tuas ruas E nunca, nada importante arriscarei. És e serás, portanto, do meu dia-a-dia Das decisões pequenas e da mente vazia Quando eu já não dispuser de artifício nenhum Que justifique o passo seguinte, o estagnar ou a escolha do rum

Renúncia ao conflito Não precisava ter escrito, Mas o que presenciei,
Continuar lendo

Renúncia ao conflito Não precisava ter escrito, Mas o que presenciei, Nunca busquei E não quero levar comigo Neste dia, meu coração bateu forte, Como a sentir a dor da morte Daquela que me estende a vida E que nunca mais quero ver ferida Eu nunca depreendi a humanidade, Mas não há razão para tamanha crueldade, Para quem busca entender sua natureza, De estréia, afirmo: encontrará rudeza Deixo agora, então, uma lágrima Por um ódio ensandecido Que afligiu tanto este amor que sigo E deixo, eternamente, o meu sorriso, Fruto do mais lindo sentimento vivo, Que vai sempre me acompanhar Enquanto ao meu lado ela ficar.

Turva direção Paz armada é minha situação. Percebe quem sente a briga
Continuar lendo

Turva direção Paz armada é minha situação. Percebe quem sente a briga Da mente com o coração. Vaguei até aqui pensando em mudar de direção, Mas cheguei cansado e optei pela avenida da maioria, Em que seguem todos mudos numa vida fantasia. Aqui somos semelhantes e tristonhos, E por sermos muitos, um não significa tanto A mente já nos omitiu do destino, os sonhos. Meu coração tem fome, sofrendo por pouco, Ele me perturba querendo amar de novo. Não há de ter chance, neste mau agouro. De qualquer incentivo dado a este coração, Meu passado errado tira-me a motivação. Viajo olhando para as esquinas, Mas continuarei na Avenida Solidão. Minha esperança se foi com a garota do riso frouxo, Tentei de tudo, até mesmo voltar em contramão, Mas já estou magoado e cansado. Quem caminha bem é quem ama pouco e vive errado.