Frase de Douglas Azevedo
Intuition É quando estou observando, atento, o tempo, Relacionando-o com um acontecimento Sinto-te, me invadir, o saber dos saberes E o que pode dizeres? Quanto sabes, quanto?! Já te conheço de erros passados Poderia, eu, evitá-los... Mas por que não lhe cedo o senso? Tu me vens e eu desconfio, penso, penso... Mas, ao final, desconsidero-te, ó Intuição Porque tu não dispões de razão Vezes contrariastes insistente, minha vontade Sei, só queres dizer-me a verdade Mas quem saberá o momento, a ocasião Em que terei de creditar-te o sucesso de uma ação? Vivo o medo de bem agir E não saber, no desfecho, explicar Porém os passos haveriam de surgir E esquecer-me-ia de lhe honrar. Queria eu saber usar-te, Apesar de não entender de tua arte Sei que funcionas bem e nada cobras É o melhor saber para quem a detém Para o que acompanha tuas manobras Certas vezes, confiei em previsões tuas E é certo dizer que sempre acertei Porém, não hei de conhecer tuas ruas E nunca, nada importante arriscarei. És e serás, portanto, do meu dia-a-dia Das decisões pequenas e da mente vazia Quando eu já não dispuser de artifício nenhum Que justifique o passo seguinte, o estagnar ou a escolha do rum
No pensador.ai desde