Fala-se muito, Faz-se pouquíssimo! O que eu quero?
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Fala-se muito, Faz-se pouquíssimo! O que eu quero? Luz Câmera Ação!
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Fala-se muito, Faz-se pouquíssimo! O que eu quero?
Fala-se muito, Faz-se pouquíssimo! O que eu quero? Luz Câmera Ação!
Vestimos arte Pincelamos beijos Vangoguiamos amor!
Cada vez que nos destruímos, alguma coisa de ruim nos abandona... E cada vez que nos reconstruímos agregamos em nós qualquer coisa de bom... Assim, nessa inabalável transformação, tornamo-nos pouco a pouco pessoas melhores...
Meus olhos refletiam o céu... E comprimidos em suas linhas Iluminaram-se na manifestação de um Deus
Meus olhos refletiam o céu... E comprimidos em suas linhas Iluminaram-se na manifestação de um Deus Que preencheu, mansamente, os espaços Onde outrora nasciam somente os ecos do coração . . .
Danças o sal Na pele minha Ondeada de mar
Quero os rastros teus nos meus dias, a luz da ternura tua a iluminar-me as emoções,
Quero os rastros teus nos meus dias, a luz da ternura tua a iluminar-me as emoções, os braços teus ao redor das minhas agonias, cada verso teu a derrocar muralhas e aflições... Quero tanto, tanto, tanto, encurtar distâncias, a presença tua nas tramas do tempo meu...
Justamente agora que o sol aqueceu os ares, aqui dentro faz frio... Enregelaram os sentires e as atitudes,
Justamente agora que o sol aqueceu os ares, aqui dentro faz frio... Enregelaram os sentires e as atitudes, as lágrimas e o riso, as mãos e os ossos... A solidão jamais foi tão implacável e a distância . . . ahhhh essa aumentou seu tamanho
Triângulo Há duas sombras velando o teu coração...
Triângulo Há duas sombras velando o teu coração... Retiro-me espectro quieta distante do teu silêncio e paixão . . .
As palavras Agarram-se a garganta Deixando vazar
As palavras Agarram-se a garganta Deixando vazar Apenas O silêncio . . .
Reluzia marés e adormecia estrelas....
Têm momentos na vida da gente que o silêncio e a oração são as melhores atitudes.
Enleias-me em tuas vagas de sal... E alagada de afeto mantenho-me areia cândida a espera de ti...
Primeiro, lavei as feridas Depois, livrei-me delas .
Primeiro, lavei as feridas Depois, livrei-me delas . . .
Devo frear as palavras porque hoje elas estão desvairadas...
Quem está certo? Quem está errado? Para mim pouco importa... Eu quero é ser feliz!
Há tempos que a GRATIDÃO resplandece em todos os espaços do meu ser... Sinto-me grata por cada dificuldade, pois foi através delas que me descobri forte; pelas perdas porque aprendi a valorizar o que me rodeia;
Há tempos que a GRATIDÃO resplandece em todos os espaços do meu ser... Sinto-me grata por cada dificuldade, pois foi através delas que me descobri forte; pelas perdas porque aprendi a valorizar o que me rodeia; pelas lágrimas que me mantiveram sensível as coisas do universo; pelos inimigos que fizeram de mim uma pessoa melhor; pela aventura, a magia, o amor, o carinho, por todos os beijos, abraços, sorrisos, apoio, amigos.... Sinto-me grata simplesmente por existir nesse mundão de Deus...
Ahhhhhhhhh! olhos teus que volvem afoitos dos sítios ignotos
Ahhhhhhhhh! olhos teus que volvem afoitos dos sítios ignotos que me consomem por dentro que, em feitiços prateados, me acendem feito lua no céu negro que me incitam sorrisos que me estimulam estrelas que me alongam ardências e delícias que me liquefaz em êxtase . . .
Deito-me nas cores Adormecida nos sonhos .
Deito-me nas cores Adormecida nos sonhos . . .
Ah! alvorecer infindo criador de sensações
Ah! alvorecer infindo criador de sensações perpetrou-me uma desejosa paixão e nela perdi a minha razão . . . desfaço-me em afeto adornada de cores incandescente fluida ardente . . .
Confesso, penso em ti! Penso quando, delicadamente, a tua lua girante atinge o alto do céu imenso. É um pensar noturno, sentido, quieto, profundo...
Confesso, penso em ti! Penso quando, delicadamente, a tua lua girante atinge o alto do céu imenso. É um pensar noturno, sentido, quieto, profundo... São pensamentos doces que inflamam no corpo E deságuam nos olhos um mar gigante de saudade Neste luarento instante Vestem-me tuas lembranças Preenchem-me teus segredos Colorem-me tuas estrelas e mistérios Uma nostalgia movediça que abocanha-me excitante pouco-a-pouco que roça-me íntima os pés rendidos que rouba-me insana o sentido que devora-me toda sem piedade sem cessar sem pressa . . . E nesse adágio infindo tresloucado tu, longínquo e contíguo, liquefazes-me de amor!
Nos dias certos, sinto-te intenso nos errados, mais ainda .
Nos dias certos, sinto-te intenso nos errados, mais ainda . . .
Há nos olhos um cortejo constante de desejos destinados
Há nos olhos um cortejo constante de desejos destinados Há nos lábios uma comoção lancinante que veleja entre beijos infindos Há nas digitais uma ânsia vibrante que pulsa nos corpos rendidos Há na pele labaredas que agigantam uma vontade que atravessa o Atlântico Há na alma uma cumplicidade viciante feitiços de um sentimento desmedido Há nos dias, nas horas, nos instantes pensamentos que buscam incessantes um mesmo sentir um mesmo porvir...
uma ventania chegou chegando, arrebatando as cores dos limites dos meus traços... cada bocado
uma ventania chegou chegando, arrebatando as cores dos limites dos meus traços... cada bocado atravessou o deserto das inquietações, feito pétalas perfumosas... e para os longes, essas porções minhas esvoaçantes, foram estendidas... nessa revoada de impressões coloridas, nesse sopro de confissões desmedidas, a melhor parte do meu sentir, aterrissou enfim na palma de tua mão . . .
Arde-me um crepúsculo de saudade Desnudando-me os pensamentos... E nessa vastidão de sensações
Arde-me um crepúsculo de saudade Desnudando-me os pensamentos... E nessa vastidão de sensações Soluçam-me os olhos a procura dos teus.