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Frase de Charlanes Oliveira Santos

O barco no rebento do mar a corda fisga segurando o sol aquarela a te a pintura horizontal no céu baunilha na zona de rebentação da minha mente a área onde as ondas se quebram ate a praia formando espuma e borbulhas brumas... A tarde se derrama lenta, derrete o âmbar do sol no azul, como se o horizonte respirasse poesia, como se cada sopro de vento fosse um sussurro antigo do oceano. O mar canta seus segredos nas costas das ondas, e o céu, cor de damasco e silêncio, inclina-se sobre mim como um abraço. Gaivotas riscavam os céus nas altura em arabescos livres, e a luz em lâminas suaves deslizava nas águas como dedos tímidos procurando tocar a alma templo aberto, onde o sol repousa sem pressa, onde o mar conversa com o céu numa língua que só a sensibilidade entende. Eu ancorado nesse instante, sinto o mundo suspenso entre duas respirações a do vento que passa e a tua lembrança que fica. E quando o sol se inclina um pouco mais e o mar acende brilhos dourados refletindo na água pedaços de luz que escapam entre as ondas e correm até meus olhos. O céu, já quase vinho-pêssego, derrete horizontes em linhas suaves, e cada nuvem parece costurada por mãos invisíveis da calma... O barco balança lento, obediente, e sua sombra se estica na superfície como se também desejasse tocar o fim da tarde. A água murmura mansa e profunda um idioma líquido que embala o pensamento. E tudo entra num silêncio perfeito, não o silêncio do vazio, mas aquele carregado de sentidos, de memórias que o mar devolve em marolas brandas, de saudades que o vento leva, mas não leva. No encontro entre céu e água, a luz se transforma em promessa: promessa de paz, de poesia, de eternidade breve, aquela eternidade que só existe quando o coração se abre em silêncio e aceita ser mareado por dentro. Aos poucos a cor se desfaz, sobra um azul profundo escorrendo pelos cantos do mundo, e a noite nasce como se despontasse das próprias ondas. Eu sigo ali, entre o murmúrio do mar e o último brilho do dia, sabendo que cada tarde assim é um pedacinho de milagre que a alma coleciona em segredo. Tudo vira cor, sombra, desejo, no suave encontro entre mar e infinito, onde cada onda leva algo e devolve mais encanto ainda.

Charlanes Oliveira Santos

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Pensador.com

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És tu minha princesa a minha essência do amor Minha deusa lírica minha musa inspiradora Uma flor unica em raridade na luz da lua rara
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És tu minha princesa a minha essência do amor Minha deusa lírica minha musa inspiradora Uma flor unica em raridade na luz da lua rara Que poucos jardins possuem quero regras você com chuvas pateadas e no ouro dourado do meu amor Minha amada, minha protegida quero espalhar o polem do seu aroma no meu ser Que me encanta e fascina sua voz agradável És tu a mulher da minha vida e sem ti não respiro sem chorar cada dia longe de você é uma perda da minha felicidade que não acorda e adormece em sono profundo que só você pode despertar Te amo deixa me esta com você por toda minha vida hó bela minha ah como eu gosto de ser seu amado minha namorada é o meu amanhecer, entardecer e anoitecer Aquela a quem eu digo todos os dias que a amo Aquela pela qual eu acordo todo dia e agradeço a Deus por tê-la minha namorada é a luz que me guia na escuridão sem ti meus caminhos são sinuosos e sanguinários Por Charlanes Oliveira Santos ( Charles )

⁠Costuro a boca abano as vestes e abraço o corpo empoeirado e saio a procura de algo que sei que não vou encontrar Antes me encosto no canto onde palavras ficaram e envelheceram Tento trazer o tempo acendo os castiçais e na imensa biblioteca de memorias presas destrói-me
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⁠Costuro a boca abano as vestes e abraço o corpo empoeirado e saio a procura de algo que sei que não vou encontrar Antes me encosto no canto onde palavras ficaram e envelheceram Tento trazer o tempo acendo os castiçais e na imensa biblioteca de memorias presas destrói-me Fujo da dor meus passos sobre a alçada cabeça baixa e as gotas de chuva passam diante dos meus olhos e a luz resplandecendo as lagrimas se confundem com a chuva fina Do abismo fujo e na casa adentro e nos braços adocicados me aprisiona me sinto estranho e na frenesia me esqueço Lábios molhados e palavras vazias a madrugada me afastando de mim mesmo O vento sopra e a vida me consome nos braços de outro alguém Da janela dela observo o tempo que não perdura vejo ao longe uma jovem que a corre destorcendo a silhueta que se torna igual a sua Me embriago de prazer e na penumbra a beleza e pele macia de olhos cerrados imagino você sobre meu corpo Já faz uma semana de corpo engando mais a mente não satisfeita rejeitou o seu desejo nesta noite tão vil

⁠Sobre mima alma pesares a dor Lamento e carrego a sina de um amor cruel será meu carma arde nos lençóis do averno Minha vida aborrecida sem meu amor
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⁠Sobre mima alma pesares a dor Lamento e carrego a sina de um amor cruel será meu carma arde nos lençóis do averno Minha vida aborrecida sem meu amor O sussurros da noite tem voz da morte que ecoa ate meus ouvidos agravados Morro agora uma vez mais nas escuma do meu sangue as veias são como cordoes me puxando para baixo O seu amor jogado aos ventos ar envenenado não respiro me sufoco lentamente Ah como desejo a morte que me leve e sobre os montes faço morada antes de se sugado e condenado por adis Antes que meu corpo seja consumido pela geena e queimo torto no tártaro lançarei ate ti uma ultima vez mais Peço as estrelas que em seu jubilo sela meu corpo e que entre as eras não morra meu amor Vejo que é romântico me matar por amor onde a vida não tem mais graça sem ti oh amor A areia da ampulheta conta meus últimos dais O som da madrugada e soprada pelo vento ninguém percebe mais esta é diferente O cheiro do vinho não é notável e coberto pelo cheiro do sangue que escorre Os olhos ainda consegue derramar as ultimas lagrimas

⁠A palavras trancadas em um baú serrada em um coração vazio elas golpe me os sentidos na tentativa de liberta se... Adio o momento de escrever... Mas lembro; lembro
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⁠A palavras trancadas em um baú serrada em um coração vazio elas golpe me os sentidos na tentativa de liberta se... Adio o momento de escrever... Mas lembro; lembro Meus sonhos eram ventilados de poesia As flores soprada pelos ventos semeava o ar exalando com o néctar e seu perfume mesclados a das flores naqueles dias livres adornado de amor em meus braços Seu copo nas tardes admirado desejado nas noites amado inflamado depositado na alma sua As estrelas riscavam o céu e o brilho da lua adentrava a janela e banhava seu corpo nu te olhava e com pensamentos achava que seria eterno... Mas hoje me arrasto desfazendo como o pó, a doença não sara retalhado com chagas e no peito a estaca rasgando uma lembrança que não cessa, nas veias corre o fel onde bebo todos os dias... Me lembro de ter tido um sonho e te contei mais nos não ligamos naquele tempo era assim: O céu azulado em algum lugar com o azul do mar se tocava em sua beleza você andava em passos pequenos e fazia coração com a mão de alguém mais eu não estava lá. hoje sei que nosso amor foi vendido e alguém comprou