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Frases de Celina Vasques

258 frases

Para sonhar o sonho impossível Sigo aquela estrela... Inatingível... Não me importo se está tão longe...
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Para sonhar o sonho impossível Sigo aquela estrela... Inatingível... Não me importo se está tão longe... Onde minhas mãos não a podem tocar...! O amor é fatal tal quão intensamente A paixão pelas luas castas que atravessam a vida Quais sussurros de brisa... E recordo dias em que a nostalgia Era o teu apelido na minha cútis inflamada de ausência... Tu és memória que me surpreende em noites mal dormidas... E em delírio te afago nos amanheceres que se debruçam sobre mim... E me sorris... E eu floresço em versos que têm a tua face...!

Relembra os sonhos Divididos na fluidez do deleite Das manhãs inesquecíveis...
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Relembra os sonhos Divididos na fluidez do deleite Das manhãs inesquecíveis... Onde buscava nos teus braços o porto inevitável... E ancorava meu destino... Desbravei o luar nas fontes do teu corpo Bailei ao gosto da brisa... E do aroma das flores E vi que as aves roçavam as ondas... Deste mar que sempre foi meu... -mas a vida mudou – Faz tempo que te perdi... Volta ao sonho Recorda-te e acha-me... Amor!

Vem dividir comigo este mar... Admirar os céus azuis unindo nossos olhares E de mãos dadas sorrindo junto corrermos na praia...
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Vem dividir comigo este mar... Admirar os céus azuis unindo nossos olhares E de mãos dadas sorrindo junto corrermos na praia... Vamos voar como pássaros num júbilo entorpecido... Se vieres... Será a lágrima doce Que me escorre na face... E que molha meus lábios... Existem muitos anseios em minha alma... Quero muito mais que te ver! Eu te quero sentir... Todos os dias... Seguir teus passos Como se eu fora a tua majestosa sombra...! Vem... Abraça-me como se fosses o vento... Liberta-me desta longa espera... Para depois amarmo-nos loucamente neste divino momento!

Não me falem do tempo... Não quero saber quão passou e quanto ainda virá Só sei que continuo caminhando na busca
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Não me falem do tempo... Não quero saber quão passou e quanto ainda virá Só sei que continuo caminhando na busca De um anjo de olhar profundo Que se perdeu de mim em tardes ardentes Num passado ainda tão presente... Que de tanto vou derramar um pouco desse amor infindo Pelo Mar...

Saiba que te amei...! Confiei a ti Os segredos do meu coração
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Saiba que te amei...! Confiei a ti Os segredos do meu coração E todos os meus sonhos E o que havia de melhor em mim... Até o meu primeiro arrepio... O primeiro beijo de amor... e de mãos dadas Caminhava contigo naquelas tardes De primavera... Onde flores perfumavam todos os nossos caminhos Sentia a brisa a voejar beijando nossos rostos e Esvoaçando meus cabelos...! Vivemos esse encantamento... Pra ti entreguei minha alma... E o mais terno dos meus sorrisos... Foram tão doces tempos... - E éramos tão jovens...! - Faz tempo te perdi dentro de mim... Vaguei por Muitos dias buscando esse amor na canção dos passarinhos Ou no silêncio das noites... Encontrei apenas o caminho da Solidão...!

Louco gostar... Poucas palavras de amor... E eu ali já em teus braços... Com este louco gostar
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Louco gostar... Poucas palavras de amor... E eu ali já em teus braços... Com este louco gostar No teu corpo encontrei meu aconchego... E me sentia sublime... Nos meus sonhos mais profundos amei... - E ainda amo-te - E te dei o melhor de mim até o meu último frêmito E eu te cobri de flores... De beijos... E te dei meu céu nos dias Mais ensolarados... Pois era sempre verão... Na minha vida! Mas tu partiste... Seguiste outros caminhos... Levando meus encantos... Meu riso e as minhas lágrimas... E aqui fiquei triste... Com meu coração partido... Hoje restam as lembranças deste louco gostar Quando eu fui tua...

Palavras que eu não te disse... Digo-as agora! No êxodo de meus sentires mais profundos
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Palavras que eu não te disse... Digo-as agora! No êxodo de meus sentires mais profundos Escrevo na areia branca... Faço num coração Enorme teu nome e o meu... Uma seta transpassa Quase sangrando... Fragmentando... Inflamam mudas todas as palavras As que eu te disse... E as que não te disse... E o que eu não te consegui dizer... Os poemas que escrevi eram pra ti... Todos! Sentimentos foi sempre a minha história... E eu a contei... Pra ti... Jamais parti sem novamente chegar... E nunca te disse nada... Doía muito... E eu apenas chegava... Via-te... E pra ti corria... Braços abertos... Sorriso nos lábios... Deixava a melancolia escorrer pelas pedras... Que encontrava no caminho... Minha latejante esperança pinta delírios Voar qual aves de volta ao ninho...Neste Crepúsculo…

O sorriso do vento... O vento sorri por entre as rochas... E na sua impulsividade pisa na alma de quem
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O sorriso do vento... O vento sorri por entre as rochas... E na sua impulsividade pisa na alma de quem O sente... E de quem também lhe sorri... E na vastidão das florestas rasgando o silêncio Daquele lugar... Sopra-me a boca como se quisesse beijá-la E eu em delírios... Sufoco um lamento E deixo fluir aquela gota de lágrima... E sinto uma coragem enorme...para entregar-me... Não há rocha que resista a violência do vento... Não há ventos que destruam um grande amor!

O silêncio fala... Às vezes invado as madrugadas Olhando o mar de minha janela...
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O silêncio fala... Às vezes invado as madrugadas Olhando o mar de minha janela... O que seria o mundo sem mar Sem a imensidão dessas ondas em fúria Que se quebram na areia... Sem este verde esmeralda... Da cor dos olhos teus... Conto os sorrisos de um júbilo entorpecido... E nestas noites de luar onde o meu silêncio fala Na inquieta prece... Palavras que me saem do coração... E em silêncio sussurro um poema... e passeio a alma Sentindo o aroma das flores... Das montanhas... Dos campos e da brisa que vem do mar... Nos meus lábios o Verbo... Amar!

Ausentes ao meu acaso estão às estradas, Sem saber quantas lágrimas escorreram de meus olhos Sem conseguir esquecer por quem a minha saudade chora...
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Ausentes ao meu acaso estão às estradas, Sem saber quantas lágrimas escorreram de meus olhos Sem conseguir esquecer por quem a minha saudade chora... Noto o tempo varrer meus passos... Por isso... Jamais deixei marcas onde passei... Nem nunca viajei por onde quis...

Marchar rumo ao horizonte incomum e desabitado Atormentar o corpo a fleuma do vento... Com a sensação de temor e da audácia de ser eu mesma...
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Marchar rumo ao horizonte incomum e desabitado Atormentar o corpo a fleuma do vento... Com a sensação de temor e da audácia de ser eu mesma... As razões que tenho são frágeis... Mesmo quando anseio ser intensa Assim, pago pela causa e efeito de ser louca... E pela coisa de somente a lágrima revelar que existo...

É teu meu coração... Empresto-te meu peito onde sangra meu coração casto Pois sofre as dores de um amor nunca correspondido... E
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É teu meu coração... Empresto-te meu peito onde sangra meu coração casto Pois sofre as dores de um amor nunca correspondido... E Assim espero por qualquer dia que a este amor venhas A acolher... Forte... Insaciável com todo o entusiasmo que tenhas E nunca mais devolvas a este peito o coração... Que sempre bateu por ti!

Minha ausência... Quero deixar de chamar-me - Ausência-
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Minha ausência... Quero deixar de chamar-me - Ausência- Na tua vida... Quero dar-te Os meus sorrisos mais formosos Também a minha alegria entorpecida E nas longas noites em que não pude falar-te As palavras que vem de minha alma... Quero ver-te... Querer-te... Amar-te Não mais sentir o teu partir Já plantei saudades e vi a dor surgir Sou pássaro e voo por entre mares e montanhas E do firmamento vejo o tempo e a vida passar veloz... Sem ti!