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Frases de Carolina Marinho

6 frases

⁠A culpa foi minha por não ter esquecido.
⁠Mais 7 anos de azar Quebrei mais um espelho Mais um ciclo de ma sorte pq eu não sei como me acalmar
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⁠Mais 7 anos de azar Quebrei mais um espelho Mais um ciclo de ma sorte pq eu não sei como me acalmar e são sempre neles que eu desconto a minha raiva Mesmo sendo supersticiosa, é sempre um espelho que eu quebro quando alguem me machuca muito e eu não sei como me proteger disso Eu acho que em 7 anos eu quebrei 3 espelhos São 21 anos de azar em um único ciclo de 7 Por que quando alguém quebra meu coração, é a minha imagem que eu agrido é a mim mesma que eu puno, enquanto os outros saem impunes de toda dor que me causaram E mais 7 anos de azar

⁠O rato na batedeira Todos os dias ele entra Todos os dias ele adentra pelas noites, como ladrão
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⁠O rato na batedeira Todos os dias ele entra Todos os dias ele adentra pelas noites, como ladrão E ele rouba não só a dispensa Ele rouba a minha paz, e a minha sanidade Ele me lembra dos meus traumas e da minha solidão Pra muitos ele não representa nada Mas pra mim ele é como um mau agouro ou uma lembrança ruim Todos os dias ele adentra pelas noites, como um ladrão E ele rouba não só a dispensa, Ele me rouba de mim, me arrasta pelo esgoto, me humilha e me expõe de uma forma que ninguém deveria ser exposto Ele curiosamente conhece meus horários, e observa minha rotina Ele rouba a minha paz, e a minha sanidade Eu me opus por um período, tentei me impor, gritei, xinguei, usei a violência... mas eu fui vencida pelo medo da solidão Ele agora entra a todo momento Me desafia Me mostra a minha pequeneza, literalmente, menor que um rato! Agora mesmo eu fui a cozinha, e ele tá lá na batedeira.

⁠As portas que a dor me deu Trago no peito um chaveiro antigo, onde penduro as dores que ousei sentir.
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⁠As portas que a dor me deu Trago no peito um chaveiro antigo, onde penduro as dores que ousei sentir. Não as neguei, nem as adormeci — dei-lhes nome, corpo e tempo. E por cada uma, uma porta se abriu. Oh, quantas vezes desejei não saber de mim! Mas bastava que uma lágrima caísse inteira, sem vergonha, sem pressa, e o som de uma fechadura cedia — como quem rende o coração a um amor impossível. Há portas que me levaram a desertos, onde o vento me arrancou as certezas; outras, me devolveram o riso antigo que eu pensava morto. Nenhuma delas seria minha se eu tivesse virado o rosto à dor. Porque é no instante em que ela me atravessa, que eu a torno caminho, e o sangue, mapa. Sim... cada dor que me rasgou, destrancou um tempo, uma face, um lugar. E hoje sou feita disso: de cem portas escancaradas por onde caminham os dias melhores que antes, eu apenas ousei sonhar.

Eu sei que metade das coisas que eu amo fazer são surtos. Mas elas se tornam necessárias e úteis para que eu possa manter outros surtos. No fim, eu percebo o quanto tenho surtado ultimamente e no quanto estou surtada nesse momento. Honestamente, não sei dizer se isso é bom ou r…
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Eu sei que metade das coisas que eu amo fazer são surtos. Mas elas se tornam necessárias e úteis para que eu possa manter outros surtos. No fim, eu percebo o quanto tenho surtado ultimamente e no quanto estou surtada nesse momento. Honestamente, não sei dizer se isso é bom ou ruim.