O sabor da vitória reside na boa luta como caminho
Frases de Bruno Bezerra
33 frases
Simples assim A paixão não precisa ser entendida Apenas sentida... celebrada... vivida...
O poder da paixão O poder da paixão é o único... Capaz de aprisionar o pensamento
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O poder da paixão O poder da paixão é o único... Capaz de aprisionar o pensamento E deixá-lo livre ao mesmo tempo.
Uma das maiores forças do universo reside no amor de mãe.
SONETO DA AUTENTICIDADE (para o mestre Ariano Suassuna) Expoente muito mais do que digno
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SONETO DA AUTENTICIDADE (para o mestre Ariano Suassuna) Expoente muito mais do que digno Da alma e da autêntica cultura nordestina. Autor duma obra que traz um brio condigno Expresso em livros e no abrir das cortinas. Professor... Escritor... Igualou-se aos gênios E fez da aula, um nobre espetáculo Multiplicando o valor de cada vocábulo Como se todos tivessem algum irmão gêmeo. De vigorosa identidade e analogia cultural Porque Mateus, todavia preferiu os seus Tal qual na história do Movimento Armorial. Notável dramaturgo, mundialmente paraibano Que o Nordeste há tempos vem atiçando E o Brasil reverencia como Mestre Ariano.
Viva São João! Durante o São João Não é o Nordeste que respira a alegria...
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Viva São João! Durante o São João Não é o Nordeste que respira a alegria... É a alegria que respira o Nordeste.
GRANDIOSIDADE (poeminha do amor de mãe) Lamentar-se em pranto na praia
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GRANDIOSIDADE (poeminha do amor de mãe) Lamentar-se em pranto na praia Não polui o mar... Pois que toda aquela água São tão somente lágrimas De uma mãe que também chora Na mesma proporção... Do amor que tem pra dar.
AMPARO SAGRADO Amor de mãe é o que existe Na inquietação e no sossego
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AMPARO SAGRADO Amor de mãe é o que existe Na inquietação e no sossego Como se não existisse Distância, só aconchego...
INESTIMÁVEL VALIA Se tudo na vida tem seu preço Quanto vale matar uma grande saudade
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INESTIMÁVEL VALIA Se tudo na vida tem seu preço Quanto vale matar uma grande saudade Sem prazo de validade... Sem meio, fim, nem começo?
Empreender é o pensamento seguido da atitude de fazer acontecer
Tributo ao livro (poeminha do prazer) O sumo prazer humano
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Tributo ao livro (poeminha do prazer) O sumo prazer humano Sente o ser que é seduzido Não apenas pela leitura Mas, sobretudo, pelo livro Porque o livro é o corpo E a leitura, o espírito.
VIVÊNCIA É quando a vida nos ensina Uma “nova” lição
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VIVÊNCIA É quando a vida nos ensina Uma “nova” lição Em cada velha esquina.
BAÍA DOS PORCOS (Morro Dois Irmãos) Serenos são teus seios negros ao mar
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BAÍA DOS PORCOS (Morro Dois Irmãos) Serenos são teus seios negros ao mar Ornatos supremos de um éden despido... Onde o regozijar nos faz te ver sem te olhar Na acepção de sentir o que ali está contido. Baía convergente da beleza de um lugar Onde um pouco da gente deixamos por lá E um muito de lá conosco sempre estará Na visão imponente que da ilha é o altar. Do mirante sentimos a veleidade... Voar Com a presença de Deus pairando ali no ar E em tuas águas assenhoreiam-se os desejos. Seios negros que aguçam os sentidos... Eis o mais belo dentre os bustos audazes Onde o esplendor enfeitiça olhares.
AS ONDA (poema do projeto Noronha – Imagem e Poesia) Ondas que parecem abraços
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AS ONDA (poema do projeto Noronha – Imagem e Poesia) Ondas que parecem abraços Calorosos, afetuosos, apertados... Em verdade As ondas de Noronha Não são ondas, são abraços... Que lavam a alma De homens, arraias e barcos...
COLARES DE ESMERALDAS (poema do projeto Noronha – Imagem e Poesia) A cor de tuas águas
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COLARES DE ESMERALDAS (poema do projeto Noronha – Imagem e Poesia) A cor de tuas águas Tanto no mar de fora quanto no mar de dentro Dois mares, dois colares... de esmeraldas De um lado... as esmeraldas tranqüilas Do outro... as agitadas Porém, todas belíssimas Estejam elas, vibrantemente calmas Ou serenamente açoitadas. Assim Noronha é banhada... e guardada, Por dois mares que são dois colares... de esmeraldas.
Vermelho I Agora, o que mais desejo Desejo em vermelho
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Vermelho I Agora, o que mais desejo Desejo em vermelho Do beijar tua boca vermelhaça E bela... como um mar de rosas Rosas vermelhas... De um vermelho-sangue ardente Molhado... e quente Não um molhado de mar Mas um molhado de gente... da gente.
ÚNICO O homem é o único animal Capaz de matar um rio.
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ÚNICO O homem é o único animal Capaz de matar um rio. Prática suicida... irracional Assassinato a sangue frio.
JUSTIÇA Não é o mar de Noronha que tem a cor das esmeraldas São as esmeraldas que têm a cor do mar de Noronha.
AGRESTE AZUL E ALARANJADO Paz de espírito e clima de Agreste Com vento bom de fazenda
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AGRESTE AZUL E ALARANJADO Paz de espírito e clima de Agreste Com vento bom de fazenda Num alpendre celeste E uma rede de renda. Passarinho assobiando Junto com o sol de fim de tarde E o vento perambulando Desprovido de vaidade. E o vento... O vento do Agreste é afetivo Como carinho de avô Aquele carinho sem motivo Ou melhor, o único motivo é o amor. E o cheiro de mato verde Correndo solto na campina Aprisionado pelo vento E pelo perfume... Da morena-menina. E um gosto alegre de milho verde Assado e cozinhado E mesmo sendo do céu O sabor é um pecado. E o som da poesia Musicada com a alegria Do xote e do baião Do forró e do xaxado. E o céu... O céu do Agreste Cenário azul e alaranjado Onde a tarde beija a noite E o sol dorme enluarado. Eita!... Que saudade do Agreste Do Agreste que vive em mim E esse... Esse nunca terá fim!...
Domingo Um bom domingo Dá-se... quando conseguimos
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Domingo Um bom domingo Dá-se... quando conseguimos Fazer brotar desse dia A leveza e a alegria Como no rosto de uma criança... Sorrindo.
FINADO SENADO (dedicado ao 12 de setembro de 2007 no Senado Federal) Triste fim do Finado Senado
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FINADO SENADO (dedicado ao 12 de setembro de 2007 no Senado Federal) Triste fim do Finado Senado No papel do descarado Insolente e desavergonhado Triste fim do Finado Senado Estrelando o gangrenado Arrogante e mal-intencionado Triste fim do Finado Senado Fingindo-se de coitado Sendo falaz e mascarado Triste fim do Finado Senado Vivenciando o desonrado Ímprobo e empenado Triste fim do Finado Senado Na pele do depravado Corrompido e desmoralizado Triste fim do Finado Senado Incorporando o desmascarado Sem moral e avacalhado Triste fim do Finado Senado Vivendo um desencarnado De alma vendida... ao diabo.
SOBERANO Quando nascemos, a vida abre aspas Para o nosso bem mais precioso... o tempo.
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SOBERANO Quando nascemos, a vida abre aspas Para o nosso bem mais precioso... o tempo. E então o tempo dispara O tempo não pára O tempo acelera O tempo não espera O tempo inspira O tempo conspira O tempo escraviza O tempo liberta... Faz esquecer Faz relembrar Faz amadurecer Faz envelhecer Faz apodrecer... Mas o tempo endurece O tempo amolece O tempo padece O tempo clareia O tempo escurece O tempo acolhe O tempo não escolhe O tempo precede O tempo impede O tempo socorre O tempo consola O tempo permite O tempo decide O tempo amanhece O tempo entardece O tempo anoitece O tempo revolta O tempo conforma O tempo não volta O tempo é passado O tempo é futuro O tempo é presente (sempre) O tempo é bondoso O tempo é maldoso O tempo acompanha O tempo abandona O tempo aprisiona O tempo é uma zona O tempo nos passa... E a vida então... fecha aspas.
O VENTO E O TEMPO Se o vento movimentasse o tempo O tempo seria assim como um cata-vento
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O VENTO E O TEMPO Se o vento movimentasse o tempo O tempo seria assim como um cata-vento Girando e parando a todo o momento O tempo seria assim como um barco à vela Indo e voltado em diferentes momentos O tempo seria assim como a poeira Pairando e assentando em cada vão momento O tempo seria assim como a inspiração Fluindo e fugindo no exato momento O tempo deixaria de existir... em certos momentos Como não existe o vento... na calmaria do tempo...
AGORA (o tempo presente) O futuro só existe...
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AGORA (o tempo presente) O futuro só existe... Na inquietude constante De um presente amiudado. E o passado sobrevive Numa cela de vidro De um presente que insiste Em todo dia... sonhar acordado.