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Frases de Bia Pardini

46 frases

⁠Histórias Todas as histórias já foram contadas um dia. Todas as histórias têm dedicatória, umas de vitória, outras inglórias. Todos têm algo semelhante, brilhante ou humilhante ao feitio do Criador, o genitor de almas alvas, calmas ou brutas da labuta absoluta. Histórias de suc…
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⁠Histórias Todas as histórias já foram contadas um dia. Todas as histórias têm dedicatória, umas de vitória, outras inglórias. Todos têm algo semelhante, brilhante ou humilhante ao feitio do Criador, o genitor de almas alvas, calmas ou brutas da labuta absoluta. Histórias de sucesso nem sempre contam o avesso, o pregresso nem o progresso. Histórias de amor também têm conflitos, mesmo benditas tem gritos aflitos ou fervor com ardor. E atenção!... é necessária a bênção do lar para brilhar na história, a manutenção do trabalho na trajetória da vida para que a lida não seja sacrifício. A jornada para a felicidade é uma constante e é reconhecida verdade velada sempre mutante. (Bia Pardini)

⁠DIVAgando (a uma amiga que já se foi) “Amigos não precisam estar, precisam ser.”
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⁠DIVAgando (a uma amiga que já se foi) “Amigos não precisam estar, precisam ser.” Embora ausente, fisicamente, você faz parte dos meus pensamentos todos os dias, dos meus sorrisos, das minhas lembranças boas. Uma amizade marcante: conselheira, generosa, confidente, nossos assuntos não tinham fim. Nossos encontros de todas as tardes estarão na minha memória para sempre. Nossas crianças, hoje homens e mulheres feitos, formados, casados, com filhos, ou não, mas adultos, que brincavam ali, aos nossos olhos, eram as preocupações e alegrias de momentos inesquecíveis. Tudo muda todo dia, a cada segundo, nossas vidas vão tomando outros rumos, cada uma com a emoção que mais se identificou, perpetuando, assim, nossos nomes. E hoje você se foi para junto do Pai, mas deixou um legado inesquecível de amor que ensinou aos seus, a direção indicada pelo senso de justiça, a virtude da integridade, a doutrina da moral e dos bons costumes, uma verdadeira ciranda de emoções. Quem sabe um dia voltamos a nos encontrar. (Bia Pardini)

⁠Apelo Oh asas do bem-te-vi Mais fortes que meu caminhar
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⁠Apelo Oh asas do bem-te-vi Mais fortes que meu caminhar Levem-me daqui Para outro lugar Devolvam-me a liberdade O viver com alegria Mesmo que seja a eternidade Ou vida com euforia Oh asas do bem-te-vi Levem-me com meu par Os frutos que não colhi Com ele quero encontrar Um jeito de ser feliz Em um novo olhar Voltar a ser aprendiz Um sonho realizar Oh asas do bem-te-vi Devolvam-me a vida Tão doce como seu cantar Para a terra pretendida Levem o nosso encantar Voando com seu canto Até nosso acabar Oh asas do bem-te-vi! (Bia Pardini)

⁠Sonho final Um dia, num sonho, ele caminhava tristonho, seguia o curso, ele que mal dormia, o percurso era uma oração. No seu confortável leito, em acomodação sempre desfeito, as dores eram trejeitos e incomodação. O sono, cada vez mais raro, em abandono era-lhe caro quando ch…
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⁠Sonho final Um dia, num sonho, ele caminhava tristonho, seguia o curso, ele que mal dormia, o percurso era uma oração. No seu confortável leito, em acomodação sempre desfeito, as dores eram trejeitos e incomodação. O sono, cada vez mais raro, em abandono era-lhe caro quando chegava. Noites de insônia ele fazia poesia, sem cerimônia a lua o espiava e o inspirava. Dores, tremores, poemas com lema pessimista, mesmo assim um artista cujas lágrimas borravam as páginas, mas lavavam sua alma. E orava. Na calma pedia aos santos que constavam da sua lista de protetores, anjos provedores, a conquista da salvação. Em vão! Então, no seu monólogo da noite, mendigava perdão, lembrava dos tempos passados, ventos a favor, agora credor de diálogos atrasados. Deus, como ele amava sua família, a vigília a amigos em perigos e tinha compaixão de irmãos que sofriam. Mas a oração ouvida, sentida, não olvida, concedeu-lhe a compensação do prazer, ao seu fraco colo, no opaco solo, o nascer de sua continuidade e um final com dignidade. (Bia Pardini)

⁠Autorretrato a vida presenteou-lhe com mimos e harmonia de cores o mundo que nasceu sobrevivia do silêncio da oração
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⁠Autorretrato a vida presenteou-lhe com mimos e harmonia de cores o mundo que nasceu sobrevivia do silêncio da oração o silêncio da emoção que bastava... e sem dores cada pétala de cada flor pulsava-lhe o coração no mundo que nasceu, ornado de ipês... um encanto! encanto do poema que não sobreviveu ao escutar a magia da poesia não revelada... nem sob o olhar nem pelo sentimento mais nobre e sacrossanto ela sentia um mundo onde o pulsar do coração era muito mais que bater... era cadência, mas ausência do ritmo da poesia sonhada a fragrância dos ipês não bastava... silêncio a vida presenteou-lhe com inspiração... calada como solidão de poeta genuflexo em oração a carência dos versos enfim brotou-lhe um dia e com o regozijo da autonomia o parto da poesia. (Bia Pardini)

⁠Brincando com as palavras O desamor descumpre o destino dos desvalidos desdenhados, destruídos. O descaso desintegra a destreza no desalento dos descabidos.
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⁠Brincando com as palavras O desamor descumpre o destino dos desvalidos desdenhados, destruídos. O descaso desintegra a destreza no desalento dos descabidos. O desbravar a desventura desalinha o desenlace dos destemidos. O desmemoriado desaprova o desvelo do desistir. O desorientado desconfiado da desobediência é destituído. O desfigurado e desalinhado desvenda o desencanto e desintegra desiludido. (Bia Pardini)

⁠Aconchego Existem pessoas que entram em nossa vida de leve, de mansinho, como uma semibreve, invadem e duram com carinho, não evadem e perduram. As que cessam dores, medos, devolvem amores, logo cedo nos ressuscitam e suscitam sonhos como anjos e arcanjos num esbanjo de paz.
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⁠Aconchego Existem pessoas que entram em nossa vida de leve, de mansinho, como uma semibreve, invadem e duram com carinho, não evadem e perduram. As que cessam dores, medos, devolvem amores, logo cedo nos ressuscitam e suscitam sonhos como anjos e arcanjos num esbanjo de paz. Incapazes de despertarem fantasmas para aportarem em nosso coração escolhem ser doação e nos aceitam com todas as imperfeições. Aquelas com sintonia, como sinfonia, soam acordes e nunca discordam do nosso tom ao som do indesejado dando sua melhor voz no canto do mais veloz encanto. Como passarinhos na flor escolhem fazer ninho e ficar, acalentar a dor e fecham as asas como em água rasa, privam da liberdade e permitem-se dar felicidade. (Bia Pardini)

⁠Ves e Efes Vida fadiga Vacila fluxo
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⁠Ves e Efes Vida fadiga Vacila fluxo Voz frágil Vazia fonte Vaidosa flor Verso fugaz Velha ferida Vão feitiço Vulgar fusão Veloz fogo Vulcão fêmea Viril fúria Visceral fera Vicio frívolo Valente fútil Vulcão finito (Bia Pardini)

⁠Carnaval O show vai começar. Fogos de artifícios preparados a espera do apito do samba. Os corações pulsam no ritmo da bateria. Fantasias, confetes, serpentinas... ilusões. Atrás da máscara a tristeza esconde-se, mas a magia do momento desfila o enredo marcado pelo surdo. Tamb…
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⁠Carnaval O show vai começar. Fogos de artifícios preparados a espera do apito do samba. Os corações pulsam no ritmo da bateria. Fantasias, confetes, serpentinas... ilusões. Atrás da máscara a tristeza esconde-se, mas a magia do momento desfila o enredo marcado pelo surdo. Tamborins, reco-recos, cuícas, caixas transbordando um som em explosão; alegorias enfeitam e exaltam foliões anônimos e celebridades, meninas ainda crianças num sonho de gente grande, senhoras balzaquianas num sonho de adolescente e assim a alegria toma conta do coração levando consigo toda uma perspectiva de no final sair feliz, completa e plenamente. Foliões levam adereços enfeitando os seus desejos, porta-estandartes giram no samba com “borogodó”. No balancê da roda viva o sentimento de liberdade, o sabor da felicidade, a chance da conquista que renova-se a cada ano. Uma bateria com inúmeros participantes a sincronizar um ritmo que embala desde os simples brincantes aos mais sérios e elegantes. Um trabalho de mestres que sem temer o resultado final confiam na sua equipe e fazem do seu trabalho uma bela resposta aos ouvidos mais afinados. Poetas desfilam seus sambas-enredos com toda grandeza de uma esplêndida apresentação, muito brilho, muita animação. E na quarta-feira retorna a rotina e de cinzas é chegada a realidade num imenso caldeirão de fantasias calcinadas e sonhos espargidos, somente restos. (Bia Pardini)

⁠Asas Meu coração tem pressa acelera os momentos
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⁠Asas Meu coração tem pressa acelera os momentos o passo mais lento peço um tempo Meu coração tem pressa rouba-me o ar descompassado faz-me silenciar Meu coração tem pressa aciona as asas esperança finda e confessa que não atrasa Meu coração tem pressa. o ritmo acelera até tropeça nem pondera Meu coração tem pressa um tempo é o que peço sinto a ameaça e me despeço. (Bia Pardini)

⁠Abstração Era uma noite escura e velas resistiam aos ventos intensos violentos da memória. Nas gavetas as sensações da imaginação criavam um passado que sucumbiu na tempestade da perturbação intempestiva e inoportuna. O que haveria do outro lado do absoluto esquecimento de cen…
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⁠Abstração Era uma noite escura e velas resistiam aos ventos intensos violentos da memória. Nas gavetas as sensações da imaginação criavam um passado que sucumbiu na tempestade da perturbação intempestiva e inoportuna. O que haveria do outro lado do absoluto esquecimento de cenas, agora vazias de vida, vítima de versos talvez revoltos, escrotos ou singelos, quem sabe, esculpidos e tingidos de paz, pureza, leveza? Cenas criadas, concebidas, fantasiadas remeteram a uma multiplicidade de sentidos, imagens, talvez geradas e abortadas de um juízo errôneo, irrefletido. Qual deus, qual nada, qual tudo lhe suprimiu, subtraiu a memória como um larápio poderoso que sublimou, apropriou-se daquele passado na gaveta vazia. E a lágrima perdeu-se no curso natural, devastada pela letargia do tempo olvido, pela tempestade profunda e prolongada da memória enlutada do esquecimento. Lágrima a deriva, nem verso, nem rima, nem nada. (Bia Pardini)

⁠Algemas Triste ecoa o pássaro veloz enjaulado asas condenadas
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⁠Algemas Triste ecoa o pássaro veloz enjaulado asas condenadas no cárcere seu canto lamenta coração silente regido por algoz sonha com suas presas afiadas rasgando nuvens sem tormenta. Anúncio da presença de Deus cativo a liberdade pressente passivo espreita a hora do adeus. A espera do impiedoso ausente a voz do silêncio será ouvida grita o pranto que nele habita. Silêncio! Um pássaro cantará se liberto num dia de felicidade asas tem para seu vôo alçar a voz de Deus o algoz tocará num momento de sobriedade liberto ecoa o mais belo cantar. (Bia Pardini)

⁠Chuva Amanheceu cinzento, ela chega mansa calma, recatada aquieta a alma, amável.
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⁠Chuva Amanheceu cinzento, ela chega mansa calma, recatada aquieta a alma, amável. Elegante traz respiração que não cansa. Em gotas suaves é música na folhagem umedece os sonhos de mulher da lida encharcada de esperança, fluída. Desassossega a moça da vida livre, solta, rebola entre os pingos que de amor carente, mendiga. Oh Chuva! Bênção do céu!. (Bia Pardini)

⁠A FORMA DA ÁGUA Frenética demoníaca obscena criatura presa secretamente
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⁠A FORMA DA ÁGUA Frenética demoníaca obscena criatura presa secretamente vida experimental aquática descoberta por zeladora atenta encanta-se em aventura fantástica. Um corpo devasso pelo fogo clama de animal em pecado então dormente que solta do lábio misteriosa lama macabro apraz donzela silente o pelo na pele fêmea goteja regozijo. Assassinada por revelar a criatura pelo ser amado é revivida ao mar e seguem na forma da água impura. (Bia Pardini)

⁠Banho Enquanto banhava-me senti tua presença. Molhada, envolvida, enlaçada em teu corpo, senti tua sensualidade rondar meu sangue. Tenho vivido no silêncio dos teus beijos querendo gritar teu nome até enrouquecer. Mas calo-me para que não ouçam minha respiração ofegante imagin…
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⁠Banho Enquanto banhava-me senti tua presença. Molhada, envolvida, enlaçada em teu corpo, senti tua sensualidade rondar meu sangue. Tenho vivido no silêncio dos teus beijos querendo gritar teu nome até enrouquecer. Mas calo-me para que não ouçam minha respiração ofegante imaginando-me dentro do teu corpo. Comprazer-me e dar-te prazer é mais do que uma conquista, é abrir a porta dos teus desejos, enquanto sou alguém que espera ser aberta por uma palavra. (Bia Pardini)

⁠Acorda, poeta! Está voltando a claridade um novo amanhecer
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⁠Acorda, poeta! Está voltando a claridade um novo amanhecer traz a oportunidade de recuperar o prazer. O sol traz dias quentes e abrem novas portas fecham velhas feridas antes de sua partida Venha ver o que sente no ciclo, volta da noite sonhos, brilhos, silêncios tempo de viver intenso. Sonha, poeta... veja o que vem de dentro separe do joio, o trigo da flor, o espinho do pranto, o riso... (Bia Pardini)

Sentido Sonha sorte Sente samba
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Sentido Sonha sorte Sente samba Sua sucesso Soa sino Supera sono Setênio sina Sábio sereno Sintoma silente Suave semblante Sofre solidão Sentido sol Soleira sentado Sem sustância Semente seca Santo sacrário (Bia Pardini) ⁠

⁠Apelo II Oh bem-te-vi Tanto lhe pedi
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⁠Apelo II Oh bem-te-vi Tanto lhe pedi Leve-me daqui Já se foi abril Um pouco hostil Maio é esperança De vir a bonança Oh bem-te-vi Ao lado de Raví Astro da odisséia Sua onomatopéia Da manhã a comover Pode devolver-me A alegria de viver Oh bem-te vi !!! (Bia Pardini)

⁠(Des)esperas A espera é sempre ameaçadora e dominadora.
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⁠(Des)esperas A espera é sempre ameaçadora e dominadora. A espera da sentença do tempo de ouvir a desavença. A espera do contratempo do sentir do falar e de calar. A espera de ontem, de amanhã o medo de esperar nunca no divã. Todos esperam por alguém ou alguma coisa ao contrário de hoje, sem horário. Nunca a dor e sim a cura. Por fora aspecto frágil por dentro sem ternura aos gritos. Um naufrágio! Com olhar longínquo restrito em silêncio sem atrito nem delinquir. Na chegada ou na partida a espera do sair na fila e no entrar controvertida ou de nunca mais voltar. (Bia Pardini)

⁠Almas Gêmeas Numa história de amor estão os mistérios da vida. Duas almas se encontram, se acham no meio de tantas outras e se aproximam, pois algo de especial as une. Gêmeas? Elas se encontram depois de pensarem que suas vidas estão acomodadas. Mas não imaginam que os dois des…
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⁠Almas Gêmeas Numa história de amor estão os mistérios da vida. Duas almas se encontram, se acham no meio de tantas outras e se aproximam, pois algo de especial as une. Gêmeas? Elas se encontram depois de pensarem que suas vidas estão acomodadas. Mas não imaginam que os dois destinos estão fadados ao fracasso. Viajaram juntas até o ponto final com frequentes subidas e descidas. O mesmo destino que as uniu as distanciou em meio a tantas semelhanças marcantes que se tornaram diferenças relevantes. Combustível e comburente, altamente inflamáveis incapazes de reverter uma reação que deu origem a um produto de gosto amargo, instável e que ao ser experimentado provocou efeitos adversos. Uma que a vida ensinou a ser forte, outra solitária carregando um sentimento que machuca, fere, buscando encontrar um outro caminho. Obstáculos exteriores e interiores, medo, culpa, preconceito levaram à desilusão da mentira, aos dramas rebuscados cheios de altos e baixos. E então o desfecho: a morte da chance de provar não aos outros mas a si próprias que seria sim possível fazer brotar uma rosa no deserto. Mas um novo desejo, uma nova experiência surgiu e ambas, as almas que se imaginavam gêmeas, sem despedidas se aportaram em outras plagas e um novo ciclo recomeçou. DIVAgando sempre até onde suportar e ter que voltar ao ponto inicial, onde o Universo as projetou, onde raízes se fincaram e onde vão terminar os seus dias. Infelizes almas, não são gêmeas, apenas tentam sair da solidão... DIVAgando...de-va-garinho... contornando... indo... voltando... até o ponto final. (Bia Pardini)

⁠Amanhecer É fascinante sentir o perfume da manhã, o encanto e as cores do céu amanhecendo, a Deusa Aurora se mostrando altiva ao Raví Luz.
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⁠Amanhecer É fascinante sentir o perfume da manhã, o encanto e as cores do céu amanhecendo, a Deusa Aurora se mostrando altiva ao Raví Luz. É sua hora, Sol, de penetrar através das nuvens, atraído, estendido, determinado, seduzido pela esperança, perseverança, afastando fadiga, desatando nós, aderindo ao novo. Visto pela fresta da janela avisto a vista de mais um dia, que avisa a nova luz. É fascinante o amanhecer, a luz de um dia melhor, de confiança, realização e de saudação à Vida. (Bia Pardini)