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Frases de Bia Caires

80 frases

Tente não encontrar as respostas. Deixe-a levar Segurar a tua mão
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Tente não encontrar as respostas. Deixe-a levar Segurar a tua mão Faça-a querer tudo você mais um pouco. Teu beijo Ela precisa do teu sorriso. de você de um limite. O limite entre a distância e teu coração. O espaço entre o amor e a tua ignorância. Sentir. Ambos decifram os transtornos que se passam no interior por fora do lado de dentro.

(...) andavam silenciosamente, mãos entrelaçadas, respiração ofegante. A alma dela abria a porta do paraíso. Eis que a moça parou. O puxou para perto, tocou seus lábios, delicadamente, com a ponta dos dedos. E riu daquilo tudo. Sua feição de interesse pelo que se passava dentro d…
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(...) andavam silenciosamente, mãos entrelaçadas, respiração ofegante. A alma dela abria a porta do paraíso. Eis que a moça parou. O puxou para perto, tocou seus lábios, delicadamente, com a ponta dos dedos. E riu daquilo tudo. Sua feição de interesse pelo que se passava dentro dele era inexistente. Mas ele a observava, sem ter reações. Não mexia os lábios, não palpitava, não demonstrava nada. Era frio, gelado. Só a olhava profundamente, sem cuidado, insistindo-a em desistir. Entretanto, ele tinha um pedaço do céu nos olhos, mas aquele céu não a pertencia mais, as flores do céu já não cintilavam em sua presença e ela não percebia. Era cega, coitada. Cega de amor. Como pôde pobre garota, se entregar assim? Desfaça tudo, desvaneia tua alma, segue teu caminho, solte a mão dele, e vai indo. Vá, e não olhe pra trás, tu não perdeste nada aqui

(...) Ando por ai tentando encontrar as explicações para tudo. Procurando meios e maneiras de ser feliz, de fazer feliz quem eu amo. Mas eu não ando por ai sozinha, vivo buscando formas de não me sentir confortável com a solidão. Eu também tenho sonhos, sonhos utópicos. Vivo de s…
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(...) Ando por ai tentando encontrar as explicações para tudo. Procurando meios e maneiras de ser feliz, de fazer feliz quem eu amo. Mas eu não ando por ai sozinha, vivo buscando formas de não me sentir confortável com a solidão. Eu também tenho sonhos, sonhos utópicos. Vivo de sonhos. Às vezes, minha consciência foge do que realmente sou, e frequentemente me encontro em um vazio sem fim. De certa forma, eu sempre procuro não sair de mim. Venho trabalhando com isso, mas é bem obvio e irracional querer ser o que o meu ego julga perfeito, mas meu sistema límbico não nega meu eu. A todo momento surge aquela vontade de fugir de mim, fugir da futilidade, fugir da ignorância, fugir da melancolia de ter sentimentos nobres. Talvez um dia, eu fuja. Fuja pra bem longe, mas quem sabe, eu leve comigo o que eu sou e tudo aquilo que me faz bem.

Coisas que me fazem bem: seu olhar, seu sorriso, seu cheiro. Me perco em sua espontânea vontade de falar besteiras. Procuro sempre não insultar a sua disponibilidade em poder me ver. Mas sempre te procuro. Ganho um sorriso e você me estende os braços em um abraço apertado, cheio…
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Coisas que me fazem bem: seu olhar, seu sorriso, seu cheiro. Me perco em sua espontânea vontade de falar besteiras. Procuro sempre não insultar a sua disponibilidade em poder me ver. Mas sempre te procuro. Ganho um sorriso e você me estende os braços em um abraço apertado, cheio de afeto... amor.

Por que tão deprimente, criança? Olhe em volta. Pessoas, chuva, gotas de felicidade inundando a cidade,
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Por que tão deprimente, criança? Olhe em volta. Pessoas, chuva, gotas de felicidade inundando a cidade, inundando a alma das pessoas. Por que tão triste, criança? Observe, observe os impasses dos apaixonados pelo vento. Por que tão insensível, criança? Sinta, menospreze o desprezo. Por que tão calada, criança? Fale pelos cotovelos, entregue-se aos teus ouvidos. Por que tão inamável, criança? - Porque o amor é tão deprimente que não sobra tempo para se tornar amável. ...

Ei, caro inocente. Não ofenda as minhas exigências. Eu não sou do tipo que usa, mas depois que experimenta, se aproveita do desprezo para fazer qualquer um cair fora. Não se aposse da minha meiguice, ela é meio temporária, mas não queira conhecer meu lado selvagem, parece ser bem…
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Ei, caro inocente. Não ofenda as minhas exigências. Eu não sou do tipo que usa, mas depois que experimenta, se aproveita do desprezo para fazer qualquer um cair fora. Não se aposse da minha meiguice, ela é meio temporária, mas não queira conhecer meu lado selvagem, parece ser bem pior que apenas uma menina carente.

Tudo são surpresas. Não, tudo não são surpresas. Tudo pode te surpreender, menos a morte. Ah, a morte. Lembranças ilícitas que saem da alma e esvoaçam pelo vento. Seguindo um caminho de ida, e sem volta. Remorsos de incapacidade. Sem forças, sem nada. Apenas pura. Livre, como um…
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Tudo são surpresas. Não, tudo não são surpresas. Tudo pode te surpreender, menos a morte. Ah, a morte. Lembranças ilícitas que saem da alma e esvoaçam pelo vento. Seguindo um caminho de ida, e sem volta. Remorsos de incapacidade. Sem forças, sem nada. Apenas pura. Livre, como um pássaro na mira de um fuzil. E então, as pessoas antecipam a morte, mas insistem em continuar vivendo dentro de nós.

- E então.. diga-me. - Dizer-te? Não. Diga-me que eu não estou solta em seu abandono. Diga-me meu bem, que me ama e que não consegue ir sem mim. Minta. Minta pra mim, pra você, pra nós. E acredite. Acredite que tudo isso não é nada mais que uma farsa. Eu preciso de você. - Não,…
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- E então.. diga-me. - Dizer-te? Não. Diga-me que eu não estou solta em seu abandono. Diga-me meu bem, que me ama e que não consegue ir sem mim. Minta. Minta pra mim, pra você, pra nós. E acredite. Acredite que tudo isso não é nada mais que uma farsa. Eu preciso de você. - Não, nada mais preciso. Eu necessito de nós. Eu, você e um balanço no parque central. [...]

[...] Aquele momento em que sentia-se livre, andando com a tristeza vaga. Iluminada pelos raios de sol, guiava-se pelo caminho dos pobres apaixonados. Fazia uma reciprocidade de tudo que a levava para os mais sutis sentimentos. Apenas autônoma. Seguindo seu próprio caminho, const…
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[...] Aquele momento em que sentia-se livre, andando com a tristeza vaga. Iluminada pelos raios de sol, guiava-se pelo caminho dos pobres apaixonados. Fazia uma reciprocidade de tudo que a levava para os mais sutis sentimentos. Apenas autônoma. Seguindo seu próprio caminho, construindo suas veredas. Atraiu-se novamente pelo mais belo sorriso evidente nos lábios de um caro senhor sentado no banco da praça, esperando um distraído aceno, um leve piscar de olhos, ou quem sabe um toque nos lábios, um afago nos cabelos. [...] E pediu-lhe então, companhia até sua casa na segunda esquina à direita, e ele a levou com as mãos delicadamente entrelaçadas. Perdendo-se no barulho do silêncio, pensando em como não se sentir vazio ao guardar aqueles segredos. Segredos que desde sempre a ela pertenceu.

Sumir desfazer você de mim
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Sumir desfazer você de mim de nós memórias deletar fugir dos maus hábitos querer distância cativar a essência desprezar o excesso atar sonhos afogar mágoas e que tudo depois de mim sejam só farelos.

Já começo a sentir o gostinho de desprezo vindo de você e eu só lamento por não ter mais tempo para fazer o mesmo. Eu sei, você tem suas palavras e atitudes hipócritas, mas eu não me importo querido, não mais. Eu vou dar o máximo de mim e praticar o desapego por você. É, por você…
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Já começo a sentir o gostinho de desprezo vindo de você e eu só lamento por não ter mais tempo para fazer o mesmo. Eu sei, você tem suas palavras e atitudes hipócritas, mas eu não me importo querido, não mais. Eu vou dar o máximo de mim e praticar o desapego por você. É, por você. Por mim eu não lembrarei o seu nome por tão cedo. E não vai embora não, fica. Fica e carregue com você seu desprezo e o remorso de ver minha felicidade contemplando a sua hipocrisia.