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Frases de Bia Caires

80 frases

Ambos cansaram de amar sozinho. Escolheram deixar que se apaixonassem por eles. Entretanto, ela gosta dele, mas ele não sabe. E se ele gostar dela ? Ah é, mas ela quer que ele se apaixone por ela primeiro, mas se for assim, ele também pretende esperar que ela se apaixone por ele,…
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Ambos cansaram de amar sozinho. Escolheram deixar que se apaixonassem por eles. Entretanto, ela gosta dele, mas ele não sabe. E se ele gostar dela ? Ah é, mas ela quer que ele se apaixone por ela primeiro, mas se for assim, ele também pretende esperar que ela se apaixone por ele, porque os dois tem o mesmo objetivo, não se apaixonar.

E às vezes ela sente raiva até do vento que insiste em bagunçar seu cabelo. Sim, ela sabe que isso é instantâneo, mas por questão de segurança, se afasta das pessoas só para não cair na tentação de cometer um homicídio pelo córtex. Grita, se esconde, as piores sensações passa den…
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E às vezes ela sente raiva até do vento que insiste em bagunçar seu cabelo. Sim, ela sabe que isso é instantâneo, mas por questão de segurança, se afasta das pessoas só para não cair na tentação de cometer um homicídio pelo córtex. Grita, se esconde, as piores sensações passa dentro daquela alma insípida. Ela não quer ser mal, mas por infelicidade das causas ela sente aquele gostinho de retalhar cada pedaço mal partido em um conforto momentâneo, que duraria uma eternidade.

Eu tenho um milhão de motivos para sorrir hoje. E eu vou levando comigo esse sorriso no rosto, buscando alguém para fazer sorrir. Sem pressa, com toda paciência do mundo. No fundo eu sei o que é ser uma pessoa completa, não superficialmente, mas completa mesmo. De não faltar nada…
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Eu tenho um milhão de motivos para sorrir hoje. E eu vou levando comigo esse sorriso no rosto, buscando alguém para fazer sorrir. Sem pressa, com toda paciência do mundo. No fundo eu sei o que é ser uma pessoa completa, não superficialmente, mas completa mesmo. De não faltar nada aqui dentro, de saber que não falta nada.

Descobriu que seus sonhos se tornariam realidade. Aquela sensação a libertou para sentir o que quiser durante o próximo ano. Passaram-se dias de uma carência incoercível, onde a aflição deixava rastros de noites mal dormidas. Ela sempre acreditou que a dor era inevitável. Mas pas…
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Descobriu que seus sonhos se tornariam realidade. Aquela sensação a libertou para sentir o que quiser durante o próximo ano. Passaram-se dias de uma carência incoercível, onde a aflição deixava rastros de noites mal dormidas. Ela sempre acreditou que a dor era inevitável. Mas passaram-se também, dias de uma alegria extraordinária onde qualquer sorriso a fazia se entregar por inteira àquela sentimentalidade toda. Durante esse tempo ela se apaixonou. Sonhou alto. Fez planos. Construiu expectativas, frustou-se. Percebeu que chorar nunca seria a solução. Sorriu. Conheceu pessoas, se entregou, apegou-se demais e por descuido, perdeu o controle da obsessão. Indignou-se com as causas perdidas. Tirou fotos bizarras, reclamou da vida, discutiu com pessoas que ama e depois tudo passou como se nada tivesse acontecido. Envergonhou-se dos pensamentos fúteis e irreais, e das lágrimas desnecessárias. E ela imaginou momentos lindos ouvindo música, sentiu cada toque imaginário à flor da pele. Procurou propósitos para mudar, mas ela nunca conseguiu sair daquela melancolia monótona. Ela chorava, mas no fundo gostava daquele masoquismo continuo. Sentia-se viva. Preferia sentir dor a não sentir nada. E descobriu que tinha medo de amar. Medo de amar sozinha. A verdade é que ela nunca suportou a rejeição. Acreditava que tudo poderia ser dela e que faria ser. E fez, tudo e mais um pouco. Ela foi tão feliz que a alegria de uma dança na chuva não explicaria onde ela encontrava tempo para se redimir à solidão. No último dia de 2011, ela se relembrou de tudo, e sentiu saudades. '' 2011 não foi um ano ruim.'' disse e completou ao seu ego, '' Mas eu vou me surpreender com 2012. Ser mais feliz. Buscar sonhos, acreditar. Sorrir mais. Escolher o impossível e fazer 2012 valer tão a pena quanto 2011. É isso ou reviver os erros, e eu não vivo de erros, eu vivo de reflexões. - Reflexões

E esse é o meu amor em vão, sem motivos desprezíveis, é apenas solto como o vento, em sensações ilícitas de cada toque ou de cada palavra não dita, é uma magoa perdida naquela decepção onde os encaixes de cada presença se tornou ausente pela consciência de cada valor não dado a t…
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E esse é o meu amor em vão, sem motivos desprezíveis, é apenas solto como o vento, em sensações ilícitas de cada toque ou de cada palavra não dita, é uma magoa perdida naquela decepção onde os encaixes de cada presença se tornou ausente pela consciência de cada valor não dado a tal sentimento. E ele é assim, divido entre meios termos, ele é sensível, um pote de mel, grudento, cheio de ciúmes. É um frasco de sonhos utópicos procurando uma realidade estável por onde tudo um dia vai passar, como tudo passa.

Ela ainda quer entender para onde tanto sofrimento a levará. Ela ainda vai descobrir que o verdadeiro desacato à felicidade é querer sofrer sozinha. Amar sozinha. Hoje ela quer sorrir. Olhar para as quatro paredes e pensar em possibilidades de fugir. Ela quer ser feliz, quer se a…
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Ela ainda quer entender para onde tanto sofrimento a levará. Ela ainda vai descobrir que o verdadeiro desacato à felicidade é querer sofrer sozinha. Amar sozinha. Hoje ela quer sorrir. Olhar para as quatro paredes e pensar em possibilidades de fugir. Ela quer ser feliz, quer se apaixonar, se machucar e partir pra outra. Ela quer querer de menos e ter demais, possuir tudo aquilo que deseja. Fazer planos, modificar compromissos, construir expectativas, caçar sonhos. Hoje, ela quer seguir em frente, não buscar reviver os erros, e ter orgulho disso. Quem sabe amanhã, ela não mude de opinião.

E é do tipo que quer amor demais, de todas as formas. Não sabe amar de verdade. Ama aos poucos, e não ama no singular. De maneira alguma dá pra se sentir especial ao lado dele. Como ser especial se ele não demonstra sentir o que se espera só por você? Não que seja egoísmo da minh…
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E é do tipo que quer amor demais, de todas as formas. Não sabe amar de verdade. Ama aos poucos, e não ama no singular. De maneira alguma dá pra se sentir especial ao lado dele. Como ser especial se ele não demonstra sentir o que se espera só por você? Não que seja egoísmo da minha parte, mas se for para amar alguém, que ame por inteiro. De metades espalhadas por ai, eu já estou cheia. Mas no fundo ele é carente, sabe? Não só de amor, mas carente do sentir mesmo. Então, nesse caso, é melhor nem querer olhar nos olhos do individuo fofinho, porque ele é do tipo que te trata com muito amor, não muito de muito pouco, mas muito de se fazer apaixonar por aquele jeito insano e único de ser. E eu vou te contar um segredo.. no final você sai como mais um troféu na estante dele. E fim.

Eu não gosto de chorar com óculos, com aquelas gotas embaçando a minha visão. Eu gosto de chorar e sentir as lagrimas escorrendo pela minha face, e nem precisa ter um porquê. Não existe explicação pra tudo, sempre haverá uma contradição no saber e no sentir, no sentir a abstinênc…
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Eu não gosto de chorar com óculos, com aquelas gotas embaçando a minha visão. Eu gosto de chorar e sentir as lagrimas escorrendo pela minha face, e nem precisa ter um porquê. Não existe explicação pra tudo, sempre haverá uma contradição no saber e no sentir, no sentir a abstinência do amor. Eu não suporto não amar. Na verdade, prefiro amar e não ser correspondida do que ficar procurando aquele amor dentro de mim, aquele amor que não existe mais. Eu sinto falta de amar. Amar de verdade, de dar tudo por aquela pessoa, de se iludir com um sentimento inexistente, de poder acreditar naquele sonho. Sinto falta daquela dor que me inspirava, daquela vontade de tentar de novo e errar de novo, e quebrar a cara mais uma vez. Hoje eu eu sinto saudade de compartilhar algum sentimento, trocar algum carinho e até mesmo um sorriso inocente. Sinto saudade daquela insonia que fazia o meu eu se encontrar com meu ser. Sinto falta do meu antigo eu, daquele eu que só fazia amar e amar, e amar mais, porque amar sempre vale a pena. E eu não consigo viver sem amor.

Bem óbvio que ela se apaixonaria por qualquer um fofo que aparecesse em sua frente. Ela sempre foi banal demais quando a questão era amor. E ainda é coitada. Deve ser por isso que ela não tem muitos amigos - e prefere não ter - porque se apaixona rápido demais, quer possuir aquil…
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Bem óbvio que ela se apaixonaria por qualquer um fofo que aparecesse em sua frente. Ela sempre foi banal demais quando a questão era amor. E ainda é coitada. Deve ser por isso que ela não tem muitos amigos - e prefere não ter - porque se apaixona rápido demais, quer possuir aquilo que nem deu tempo ser dela. Costuma confundir amizade com alguma possibilidade de trocar beijos e carinhos de ambos os lados. Mas é sem querer da parte dela, se bem que hoje prefere esperar alguém se apaixonar, porque dai fica fácil não magoar os outros e inclusive ela mesma.

Ele se aproximava do destino, a luz do sol transparecia em sua pele. Seus cabelos seguiam em direção ao vento, no reflexo da luz, o verde dos seus olhos. Ele percebia que nunca poderia continuar sem aqueles olhos verdes. Sentada a um balanço qualquer, em meio a um parque desconhe…
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Ele se aproximava do destino, a luz do sol transparecia em sua pele. Seus cabelos seguiam em direção ao vento, no reflexo da luz, o verde dos seus olhos. Ele percebia que nunca poderia continuar sem aqueles olhos verdes. Sentada a um balanço qualquer, em meio a um parque desconhecido, silencioso, sóbrio. O farfalhar do balanço pressionado com uma de suas mãos agoniava seus ouvidos. O olhou de longe, célere, desviou o olhar e sua pupila dilatava a imagem daquele garoto. Mas ela estava entorpecida demais pra sentir qualquer coisa. A insolência do seu coração afligia sua alma, desejava um machado para quebrar o gelo que ela mesma deixou acumular, em sua singela consciência.

E eu poderia olhar naqueles olhos e ver portas abertas, mas eu fui ingênua demais para perceber que não eram portas, e sim grades. Grades de vidro. Onde qualquer impulso as faziam cair sobre quem estivesse atrás delas. E eu estive atrás dessas grades por um tempo suficiente, e ho…
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E eu poderia olhar naqueles olhos e ver portas abertas, mas eu fui ingênua demais para perceber que não eram portas, e sim grades. Grades de vidro. Onde qualquer impulso as faziam cair sobre quem estivesse atrás delas. E eu estive atrás dessas grades por um tempo suficiente, e hoje guardo remorsos do que é se prender por espontânea vontade. Eu poderia ter as quebrado, ter me ferido por justa causa, e ter me libertado de tal forma, e quem sabe até sentir vontade de voltar, mas eu preferi deixar quebrar-las por algum impulso. Dai os cortes seriam mais profundos e eu desistiria de nadar contra corrente.

(...) - Querida, acalme-se. Eu apenas desejo ser alguém na sua vida e fazer-te meu alicerce, pois sem você eu sou apenas um. - Jura?
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(...) - Querida, acalme-se. Eu apenas desejo ser alguém na sua vida e fazer-te meu alicerce, pois sem você eu sou apenas um. - Jura? - Juro. - Engraçado, sem você, eu sinto duas de mim e mais um pouco de afeto. - Triste? - Não, perturbada. - O que te perturba? - Sua voz. - Quer que eu me vá? - Quero. - Então, eu vou. - Vá. Ele vira de costas. - Mas, espera. - O que foi? - Não muito longe. - Não muito longe o que? - A distância. - Mas você não queria que eu me fosse? - Sim. - Então. - suspiro - Para onde quer que eu me vá? No estado emocional que estou agora me sinto confortável em te fazer bem, indo embora. - Eu só desejo apenas, que você não fique muito longe. - Longe de quem? De que? Qual a distancia perfeita? Você me deixa confuso, caramba. - Longe de mim, de minha boca, entre meu nariz e o seu. - Quer que eu lhe beije agora? Como assim? Silencio. - Tipo, assim.

Procurei em você o que em mim não mais se enxergava Reconheci sim,
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Procurei em você o que em mim não mais se enxergava Reconheci sim, em mim o direito de não te levar longe tão longe. Você não quis ir, nunca quis ir. Mas tinha sempre quem lhe insistisse. E você ia. Sempre ia. Mas um dia então, te levei e no meio do caminho desisti de ir com você Te deixei. Sem rumo, você me esperou voltar. E eu não voltei. Nunca voltei por você, porque eu sempre ia. e quando eu ia, você ia junto, mas como todo amor, amor ninguém quer amar sozinho ser poser de sentimento. E então, eu fui sem você, no fundo eu já sabia, você não iria atrás de mim. Ninguém estava lá para te insistir, E no meio do caminho, o amor que não era seu, morreu. E morreu sozinho. Sozinho, amor.

Imagino você todos os dias em meus lençóis claros e puros de amor, amor que você me trouxe na mais bela manhã de todas, consigo um buque de rosas e um cartão na mão.
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Imagino você todos os dias em meus lençóis claros e puros de amor, amor que você me trouxe na mais bela manhã de todas, consigo um buque de rosas e um cartão na mão. Um breve sorriso nos lábios, um olhar em direção ao meu. Permita-me amar-te e querer-te assim, agradecer seus presentes escrever-lhe um carta de adeus no fim da tarde. Saudade. Conto as horas do sono para que novamente o sol se desperte e eu possa correr rumo à você, procurando seu abraço, seu aconchego. Divido-te em partes de mim procuro em harmonia não separar-nos em pedaços. Prevalecer o inteiro, o inteiro de nós Te quero por inteiro assim como você não me quer em pedaços Sou toda sua e você, todo meu. Para todo sempre. Fim irreal,