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Frases de Barroes

61 frases

Nunca é tarde para o tempo.
Meu Silencio Tento flertar com o meu silencio Que orgulhosamente me responde
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Meu Silencio Tento flertar com o meu silencio Que orgulhosamente me responde Com um olhar distraído e pensante Alem das sombras do horizonte Fico aqui nesta sala melancólica De portas e janelas fechadas Onde canto minhas tristezas Quando as coisas dão erradas Perdi meus passos, a minha direção Para o vento que sopra sem destino Imaginando o percurso do seu caminho Que se apagou para a minha vida Choro pela saudade que nunca me cura Desesperançosos deixam lagrimas cair Devem ser nuvens em meus olhos Que pertencem ao meu negro céu Perdido, caminho sem minha alma Desce dilacerando o desprezo até o meu vazio Enfraquece como o por do sol em dias de outonos E sinto tudo ao redor se tornar inverno

SOLIDÃO Solidão é um sentimento apedeutico ? Se for quero exonerar este sol poente
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SOLIDÃO Solidão é um sentimento apedeutico ? Se for quero exonerar este sol poente Que mostra o meu refugio do avesso E muito cega a fronte de minha vida. Torna se poderoso alem da medida Causando descompasso e amarguras Ecoa em minha cabeça o som da ancora Arrastando na parede do posso abandonado Faz me sentir parado nos pesadelos Na língua dos tormentos e rangentes dentes Traídos gratuitamente pelos fortuitos ramos Cancros crescentes que lembra me rançosas bestas Vivido entre as antigas e mórbidas sombras Nas rançosas e escuras paredes dos murros Nos arbustos que se calam no repouso do vento Do irreal mundo entre secos galhos em luto Cega meus vítreos olhos de menino Com ocultos moinhos que fluem e cintilam Malicias com suas garras surdinas de harpia Sacudindo ao gritos franzido minhas trilhas

FALTA DO VIVER Eu sinto falta do viver preciso de amor; só queria ser amado forte o suficiente;
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FALTA DO VIVER Eu sinto falta do viver preciso de amor; só queria ser amado forte o suficiente; Para poder debuxar todo meu desejo; Na selvageria dos sentimentos contidos.. Por um momento não há palavra para explicar; O quão sinto me aniquilado, reprimido e abatido; Meus sentidos libertinos no caminho ficam perdidos; Como um mendigo carcomido com seus resmungos. As palavras não podem expressar como vivo, Apenas posso mostrar como minha alma sangra, Caminho sem conquistas, entorpecido no silencio, Na glorias corroída e perdida no palco da vida. Meus sentimentos emotivos tornam se fúnebres; Sinto o sopro do ventos que nunca se quer gritou; Vibra em minha alma como um som atroado; Dos afogados em um vasto caminho de solidão. Vivo no desfeito e não me lembro porque; Não tenho pressa de consumir a fria morte; Mesmo vivendo sem o sabor das vitorias; Somente o fracasso em meio das derrotas. Giro minha vida em um tempo que não perdoa; Sem saber deter ou vencer a dolorida saudade; Não sabendo frear as gotas de lagrimas que caem. E nem vencer a dor da doutrina do meu silencio; Onde todo o drama de minha vida é monótono; O fardo é pesado e me desagrada no cotidiano; Que atenua os saberes do meu bem viver; E faz me faltar nos caminhos das letras Neste endurecido pélago semeio e distribuo; Fagulhas dos tépidos tons do meu desalento; Derramo no leito meu, o tórrido e negro breu; Encardido veste me como sua nuvens parda.

Encontrar A Vida Pó que você não mais acredita em si mesmo? Se teus medos pudessem ser esquecidos
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Encontrar A Vida Pó que você não mais acredita em si mesmo? Se teus medos pudessem ser esquecidos Abanar para fora as chamas tenebrosas Que queimam a linda linguagem do amor Pudera você se encontrar na vida E o significado de cada sentido do amor Ou qualquer que já lhe tenha tornado forte Após a deste tempo todo como andalirio Há dois beijos distantes querendo se encontrar Pelo sangue fresco que corre na veia da paixão Para poder seguir sem limite seus passos Na única esperança de encontrar nosso destino Movem-se há tantas milhas numa terra distante Mais próximo da velocidade do pôr-do-sol Cavalgando no selvagem vento como um pássaro Na direção do arco-íris que olhos não vêem Procurando por um momento que dure uma eternidade Para a sós dois lábios de infinita saudades se tocar Incendiar nosso fogosos corpos neste inverno Ao som silencioso na pagina do nosso livro da vidas Sangrando a nossa alma com o ardor do amor Quando a noite se fizer admiradora da solidão E não há um vinculo entre nos dois amantes Mas trazendo somente lagrimas nos olhos

Menino Do Calçadão Sou apenas um menino do calçadão Esfarrapado e cheio de burburios
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Menino Do Calçadão Sou apenas um menino do calçadão Esfarrapado e cheio de burburios tentando sobreviver na solidão Sem o sabor do mel, só delírios Escondo-me da geral glorificação Enquanto meu espírito dorme Fujo das lanças e dos espinhos Que rascam o viver dos sorrisos Tento livrar-me das profundas feridas Sangram nelas a dores que nunca curou Que acorda por dentro e nas veias vai fluir Nas tardes da saudade que não cicatrizou Sei que em outros olhos nada sou Mas não sou uma gota da escorria Derramada sobre esta suja calçada Sou apenas tudo isso que agora sou Uma estrela perdida sem um céu Procurando compartilhar a aflição Que ânsia e deleita minha moral Deixando-me sem uma definição

Vagarei Vagarei dilacerado aos confins Antes que esmaece o azul do céu;
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Vagarei Vagarei dilacerado aos confins Antes que esmaece o azul do céu; Num negro véu que cai pelo chão Destruindo meu real cenário De pecados que a minha frente Caminha num rumo contrário Com as frias cores de inverno Ao vermelho por do sol ardente Vagarei só e no deficitário silencio Sem ter o meu coração aberto Pegando as lagrimas que caem Com multifárias no meu deserto Que nunca termina nunca cicatriza Limitando minha vida com a real dor No horror dos sinais e as tragédias Em cada léguas que eu percorria O tempo não querer-me ajudar Parece não querer esses anos apagar Segura em suas mão meus medos Que aviva através dos meus olhos Vagarei duvidoso e com seqüelas No itinerário do meu sofrimento A procura da cura do padecimento Enquanto fecham-me as janelas Vagarei e não me importo se ira doer Mesmo que os dias se alonguem Sobre as luzes pálidas das frias noites Perdendo-se neste panorama

Derrotado, lagrimas derramei Sobre meu corpo as atraquei Minha alma com elas banhei
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Derrotado, lagrimas derramei Sobre meu corpo as atraquei Minha alma com elas banhei Com passar do ano a secarei Eu nunca fui e nunca serei Fingindo ser o que não sei Minha mascara fora joguei Para bem longe eu a atirei No meu amor, fracassei Na vergonha me esconderei Meus sonhos que alimentei Com minhas mãos apaguei Desconhecido rosto eu criei Um novo destino formularei Minha perdida alma encontrarei Para uma nova vida acordarei

Solidão Olá! Minha insípida solidão Ainda permaneces dentro do meu silencio?
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Solidão Olá! Minha insípida solidão Ainda permaneces dentro do meu silencio? Toma-me nos braços por sentir-me recolhido; Enquanto seco minhas lagrimas turbulentas. Veja, como elas caem pelas margens do esteiro; Tecem longas ruínas na minha memória ; Nebulosos e confusos invernos fora de época; Impedindo que a primavera não chegue a mim. Deito-me em meu leito e pergunto-me; Estou eu ainda aqui, encontro-me dentro de mim? Enquanto eu olho sobre o chão do meu destino; E vejo as sombras rastejando sobre meus pés. Será que estou sucumbindo a pena capital? Devo envolver-me a uma mortalha de linho? Preparar-me para o descanso de minha alma No vale das secas folhas e da eterna morte? Pois a fria noite chegou em meu caminho; Com ventos soprando no estuário do sado; E a dor domina minha alma flagelada; Sob os tormentos da falta brilhante da aurora.

No sabor de teus lábios Farturento Longe das vazias e devassas vozes Que muitas voltas da nas tardes frias
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No sabor de teus lábios Farturento Longe das vazias e devassas vozes Que muitas voltas da nas tardes frias Em meus lábios enlevo de carência Encanto os meus sentimentos Das sagradas raízes do seu amor Que confortam-me nas auroras Quando corto o mar da solidão Brotam delas poesias e alegrias Funde-se com o aroma da saudade O infinito perfume que dentro da noite Procurava encontrar na sua pátria Reside Como uma jovem plântula Um solitário e raro lírio-de-zéfiro Em meu jardim de sentimentos Coletivo uma rara deusa Nas asas do meu longo silencio Onde tudo é frágil e emudecido No nascente vento sem palavra

Paixão Fica claro neste solitário coração; Quando falo do meu infinito amor;
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Paixão Fica claro neste solitário coração; Quando falo do meu infinito amor; No fervor dos meus sentimentos; E no pulsar da alvorada chama. Que nasce em tua boca serena; Escorre na calada fome do amor; Quando tocas meu rosto ardente; Em plena melancolia e solidão. Sobe nos meus lábios, alimenta; Com o pacifico veneno da paixão; Meu coração ausente de mim; Sem destino semeado aos ventos.

Quão o mal meu mundo pode criar Pelos meus olhos cheio de cólera Por imaginar partes indesejadas
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Quão o mal meu mundo pode criar Pelos meus olhos cheio de cólera Por imaginar partes indesejadas Neste labirinto esquecido pelo Sião Morre o sol sobre minha nudez E o céu sangra babas de dor Na gangrena do templo poente No negro caixão podre de ilusão Que fundara na cova do oceano Dando a mão ao véu macerado Pelo desgosto traços franzinos Do silencioso verso do infinito

Há alguém esperando por mim começa lá onde não se espera Em algum lugar tenta me alcançar
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Há alguém esperando por mim começa lá onde não se espera Em algum lugar tenta me alcançar Através de cada esquina que viro A cada passada vejo um rosto Vazio sem retrato sem palavra Fazendo lembrar-me de alguém Que conheço não sei de onde Posso senti-lo se aproximando Pelos guias das minhas pernas Na estrada que me leva para casa Onde o segredo determina a jornada Mas tenho-o na presente memória Vejo-o se não um sobejo engano Enroscado sem presa na minha alma Nessa natureza escura de confusão

Sussurros Sussurro no ouvido da minha alma É um tanto engraçado este sentimento
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Sussurros Sussurro no ouvido da minha alma É um tanto engraçado este sentimento Você vivendo no meu pequeno mundo E a saudade dando voltas é o preço que pago Não me importo para canção é minha paixão A vida maravilhosa passa pelo meu caminho Pousa e repousa em meu catre mundo Esperando pelo dia em que você chegara Se você pudesse ver meus olhos Quando lhe digo e escrevo que te amo Esperando pelo dia que logo chegara Refletindo as veredas da nossa via celeste Amor olhe-me, como se fosse para sempre; Enquanto eu estiver distante dos teus olhos Não demorarei mais do que um abrir de asas Para um voo além das distantes terras sonhadas

POR DO SOL O por do sol brilha neste quarto escuro Reflete nos meus olhos sombras de tristezas
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POR DO SOL O por do sol brilha neste quarto escuro Reflete nos meus olhos sombras de tristezas Tentando iluminar meu tempo na escuridão E me salvar da queda que me deixou cego Embora não consigo achar a mim mesmo Fecho a porta rangente com trovão Fecho meus olhos esqueço que sou homem Enquanto o por do sol se vai desaparecendo No ato que a deusa Themis bate seu malhete Meu destino é sentenciando a viver na solidão Sob as lagrimas que brotam de uma rachadura Gotejado como chuvisco em um jardim vazio Choro lagrima de saudade da pessoa certa Choro pelas cicatrizes que nunca se curam Dos acenos de um adeus embora nunca tenhas ido Enquanto você vive na vereda da minha vida Choro cachoeira de lagrimas que ao seu tempo cai Correm selvagemente pelas escadas da minha vida Colidindo-se no que se chama de tristeza Parecem que tem nuvens nos meus olhos

NO SILENCIO Viver é plantar amor em teu coração Lançar diversas formas de sementes
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NO SILENCIO Viver é plantar amor em teu coração Lançar diversas formas de sementes Para cada dia uma rosa possa abrir Florir e sorrir na colheita que a de vir Tenho sido um jardineiro preocupado Florindo no tempo do teu caminho Permitindo que vague boa fragrância Sobre os ventos do outono Nele quero ser um pequeno beija-flor Para sugar o néctar como fonte de vida Saboreando boas lembranças da vida Dos deuses polinizadores do amor Também como jardineiro eu semeio palavra Tenho pensado o momento do seu cultivo Seus poderes e efeitos. Capaz de viver Como sementes em seu singelo coração Espero que tenha achado pelas vielas da vida Um jardim que pudera ser visto de longe Um porto seguro para ancorar meu amor Que sobrevive pregado no meio do silencio

Distância Há uma distancia entre nos dois; Não olhe como se fosse para sempre;
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Distância Há uma distancia entre nos dois; Não olhe como se fosse para sempre; Olhe para dentro de nossos corações; Veja nossa paixão florescer na fonte. São dois corações vivendo na distancia; Em um cantinho juntos as estrelas; Em dois mundos diferentes e desconhecidos; Fantasiando encontrar sua alma gêmea. Vivem apenas de amorosas palavras; Calorosos sentimentos pegando fogo; Desejando entregar-se para a vida alheia; Embora nunca tenham se conhecido.

Prova De Amor Penso na tua natureza Em minha pátria catre
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Prova De Amor Penso na tua natureza Em minha pátria catre Com a generosidade álvea Abrirei nela enxuta nascente Com a fauce vou devorar hauriras cachoeiras de fluido Nutriras o teu faminto amante Para a tua glória de guerreiro A iguaria dos grandes deuses Com um jato desgovernado Vai jorrando na boca alcatre Deste devasso apaixonado Como servo saberei saborear O siricutico que gera a vida Como brilhante chuva desértica Sorrisos em rostos vão florear Adentro dos teus olhos, olharei Verei a vencida batalha carnal Finalizaras com brando bracejar Em meu leito teu corpo entregar

OLHO NOS TEUS OLHOS Olho nos olhos de tua solitária alma Encontro olhos brilhantes a chorar
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OLHO NOS TEUS OLHOS Olho nos olhos de tua solitária alma Encontro olhos brilhantes a chorar Desamparados e caídos em pedaços Sentindo-se como um Zé ninguém Miro meu olhos nos teus como holofote Vejo e ouço o som lagrimas caírem Bem distante; alem do meu alcance Onde o repulso divide o amor do ódio Olho no teu olhar revoltante E vejo-os abandonados sob a terra Perdidos e sentindo-se hediondo Na depressiva memória do destino Olho-te e não mais te reconheço Sua atitude Sórdido,e excomungado Ofuscam a brilhante beleza e sua graça Neste cenário asseado dos dementes Pó que você não mais acredita em si mesmo? Se teus medos pudessem ser esquecidos Abanar para fora as dores e tenebrosas chamas Que queimam a linda linguagem do amor Pudera você se encontrar na vida E o significado de cada sentido do amor Ou qualquer que já lhe tenha tornado forte Após a deste tempo todo como um mendigo

Distancia Há dois beijos distantes querendo se encontrar Pelo sangue fresco que corre na veia da paixão
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Distancia Há dois beijos distantes querendo se encontrar Pelo sangue fresco que corre na veia da paixão Para poder seguir sem limite seus passos Na única esperança de encontrar nosso destino Movem-se há tantas milhas numa terra distante Mais próximo da velocidade do pôr-do-sol Cavalgando no selvagem vento como um pássaro Na direção do arco-íris que olhos não vêem Procurando por um momento que dure uma eternidade Para a sós dois lábios de infinita saudades se tocar Incendiar nosso fogosos corpos neste inverno Ao som silencioso na pagina do nosso livro da vidas Sangrando a nossa alma com o ardor do amor Quando a noite se fizer admiradora da solidão E não há um vinculo entre nos dois amantes Mas trazendo somente lagrimas nos olhos