Pular para o conteúdo

Frase de Barroes

POR DO SOL O por do sol brilha neste quarto escuro Reflete nos meus olhos sombras de tristezas Tentando iluminar meu tempo na escuridão E me salvar da queda que me deixou cego Embora não consigo achar a mim mesmo Fecho a porta rangente com trovão Fecho meus olhos esqueço que sou homem Enquanto o por do sol se vai desaparecendo No ato que a deusa Themis bate seu malhete Meu destino é sentenciando a viver na solidão Sob as lagrimas que brotam de uma rachadura Gotejado como chuvisco em um jardim vazio Choro lagrima de saudade da pessoa certa Choro pelas cicatrizes que nunca se curam Dos acenos de um adeus embora nunca tenhas ido Enquanto você vive na vereda da minha vida Choro cachoeira de lagrimas que ao seu tempo cai Correm selvagemente pelas escadas da minha vida Colidindo-se no que se chama de tristeza Parecem que tem nuvens nos meus olhos

Barroes

No pensador.ai desde

Fonte e informações de autoria

Pensador.com

Abrir fonte original (abre em nova aba)

Outras frases de Barroes

Meu amor, só o tempo é que pode roupar você de mim.
vivo uma vida simples, cheia de conexão; Olhando dentro de mim e vejo destruição; Eu já não mais encontro a iluminação;
Continuar lendo

vivo uma vida simples, cheia de conexão; Olhando dentro de mim e vejo destruição; Eu já não mais encontro a iluminação; Apenas meu espírito hiberno na solidão. Encontro minhas forças na solidão; Não tenho medo das fortes ventanias; Mas da saudade que me escraviza; E na covardia faz calar meu coração. O tempo vai passando sem dar explicação; Engraxando de resignação meu destino; aponta na repartição as falhas do meus cabelos; Enfraquecendo meu vigor, apagando meu lampião. No escuro caminho sem ter satisfação ; Penetra no pulmão o ar da condenação; Palpitando no meu coração a destruição; Libertando para o domínio eterno, a solidão.

Já não lembro quanto tempo faz; Que perdi o jeito de eu ser eu mesmo; Quando tento no vinculo encontrar-me;
Continuar lendo

Já não lembro quanto tempo faz; Que perdi o jeito de eu ser eu mesmo; Quando tento no vinculo encontrar-me; Perdido na conexão do destino. Repousa as heras da carência afetiva; Segurando nos tentáculos da minha alma; usufruindo dos seus benefícios; Amortizando a docência da decência. rasgando no deleito meus princípios; assoprando um vazio no meu viver; desordenando e tumultuando a harmonia; Petrificando meu pobre coração. Rescindindo meu singelo olhar; Meu ingênuo modo de amar; Angustiando com ilusões a felicidade; Que jamais a verei novamente.