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Frase de Barroes

FALTA DO VIVER Eu sinto falta do viver preciso de amor; só queria ser amado forte o suficiente; Para poder debuxar todo meu desejo; Na selvageria dos sentimentos contidos.. Por um momento não há palavra para explicar; O quão sinto me aniquilado, reprimido e abatido; Meus sentidos libertinos no caminho ficam perdidos; Como um mendigo carcomido com seus resmungos. As palavras não podem expressar como vivo, Apenas posso mostrar como minha alma sangra, Caminho sem conquistas, entorpecido no silencio, Na glorias corroída e perdida no palco da vida. Meus sentimentos emotivos tornam se fúnebres; Sinto o sopro do ventos que nunca se quer gritou; Vibra em minha alma como um som atroado; Dos afogados em um vasto caminho de solidão. Vivo no desfeito e não me lembro porque; Não tenho pressa de consumir a fria morte; Mesmo vivendo sem o sabor das vitorias; Somente o fracasso em meio das derrotas. Giro minha vida em um tempo que não perdoa; Sem saber deter ou vencer a dolorida saudade; Não sabendo frear as gotas de lagrimas que caem. E nem vencer a dor da doutrina do meu silencio; Onde todo o drama de minha vida é monótono; O fardo é pesado e me desagrada no cotidiano; Que atenua os saberes do meu bem viver; E faz me faltar nos caminhos das letras Neste endurecido pélago semeio e distribuo; Fagulhas dos tépidos tons do meu desalento; Derramo no leito meu, o tórrido e negro breu; Encardido veste me como sua nuvens parda.

Barroes

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Pensador.com

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Meu amor, só o tempo é que pode roupar você de mim.
vivo uma vida simples, cheia de conexão; Olhando dentro de mim e vejo destruição; Eu já não mais encontro a iluminação;
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vivo uma vida simples, cheia de conexão; Olhando dentro de mim e vejo destruição; Eu já não mais encontro a iluminação; Apenas meu espírito hiberno na solidão. Encontro minhas forças na solidão; Não tenho medo das fortes ventanias; Mas da saudade que me escraviza; E na covardia faz calar meu coração. O tempo vai passando sem dar explicação; Engraxando de resignação meu destino; aponta na repartição as falhas do meus cabelos; Enfraquecendo meu vigor, apagando meu lampião. No escuro caminho sem ter satisfação ; Penetra no pulmão o ar da condenação; Palpitando no meu coração a destruição; Libertando para o domínio eterno, a solidão.

Já não lembro quanto tempo faz; Que perdi o jeito de eu ser eu mesmo; Quando tento no vinculo encontrar-me;
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Já não lembro quanto tempo faz; Que perdi o jeito de eu ser eu mesmo; Quando tento no vinculo encontrar-me; Perdido na conexão do destino. Repousa as heras da carência afetiva; Segurando nos tentáculos da minha alma; usufruindo dos seus benefícios; Amortizando a docência da decência. rasgando no deleito meus princípios; assoprando um vazio no meu viver; desordenando e tumultuando a harmonia; Petrificando meu pobre coração. Rescindindo meu singelo olhar; Meu ingênuo modo de amar; Angustiando com ilusões a felicidade; Que jamais a verei novamente.