Não quero ouro, não quero luxo... desempenho o o principal, o fundamental, nascer o asé Orisà no Ori de um filho Não quero um paramento de 800,00,
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Não quero ouro, não quero luxo... desempenho o o principal, o fundamental, nascer o asé Orisà no Ori de um filho Não quero um paramento de 800,00, não quero um tecido de 200,00 por metro. Não quero festa de carnaval para Orixá. Nem tenho sala para isso, aqui é roncó, folhas e aprendizado em seu tempo certo! Kelè de 3 meses aos yawós e 21 dias aos ogans e ekedjis. Eu quero yawo de tecido algodão branco para a saida osaàlá e para dar o Morunkò o bom e velho CHITÃO, eu quero simplicidade. No alomoço ou jantar aois familiares e amigos, arroz, macarrão, maionese e os frangos dos oros. Foi assim comigo e será sempre com meus filhos. Quem se foca apenas no fundamento das folhas, adurás, orikis e oròs internos, será sempre bem vindo, quem quer escola de samba para se mostrar ao outros, procure outra casa. No meu Ilé eu dou valor e pratico apenas o maravilhoso Ojo Ibi de um Orisá, o nascimento, nas folhas e na humildade. Preceito levado a sério e com respeito ao igbá, à sua egbé e ao orisá. Folclore só em ocasiões que eu considere necessárias! Estandartes e desfile de moda deixo ao candomblé elite, ao candomblé de grife cara.