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Frases de Aylor Lopes Jr.

22 frases

Marujo incauto Sou um novo nessa epopéia, a desvincilhar novos horizontes,
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Marujo incauto Sou um novo nessa epopéia, a desvincilhar novos horizontes, eu, numa náu provida de fartos desejos, à procura de uma terra fecunda a me esperar, sou eu, pequenino em proezas, um marujo sem comandante; à procura de terras fecundas. Sentirei-me fartado ao avistar essas terras, apagarei as tempestades passadas; pisando em suas terras, fincarei minhas estacas, naquilo que nem imagino. E minha imaginação a vagar, posso até escutar agora, a terra me dizendo uma frase que só eu decifrarei: Tú és daqui; mais um pecador incauto!

Fagulhas Algo mudou. Uma pequena fogueira achei,
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Fagulhas Algo mudou. Uma pequena fogueira achei, talves finita, não sou preciso e sou sem presságio, apenas me aqueço do que posso, fico encantado pelo fogo que me arrefece. Mas o que me fascina mais são as fagulhas incandescentes, que bailam no ar em brasas embaladas pelo vento das dúvidas; sei que terão uma chama breve, pois são estilhaços de uma fogueira acesa à pouco. Talvez esse fogo nem tenha o fulgor e alimento suficiente, para ao menos amainar o frio que me cala fundo. Eu errante, só resta sentir o calor que ainda emana e, boquiaberto ficar esgueirado nesse refúgio olhando o vazio; o vóo breve dessas fagulhas.

Farinha do mesmo saco. Eu, mísero desprezado, amarelado, más já refinado, sou eu farinha, que fiquei estocado, fui até aberto; porêm nunca usado.
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Farinha do mesmo saco. Eu, mísero desprezado, amarelado, más já refinado, sou eu farinha, que fiquei estocado, fui até aberto; porêm nunca usado. Quem saiba fui descartado por nobre conhecedor ou até mesmo por um leigo, que me deixou aberto, ao relento, nem ao menos provou meu odor, coloração, textura até talvez minha oriunda nobreza, o trigo. Sou eu agora par de outro saco, em mesma circunstãncia, doentio pelo desafeto de ser desprezado e com tanto talento de ser, ao menos alimento!

Ah! Quem me dera a quimera de estar contigo, a sonhar sonhos esquecidos, tocar-te os outroras, relembrar quem fomos, os calabouços, as histerias. Ah! Quem me dera sonhar contigo,
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Ah! Quem me dera a quimera de estar contigo, a sonhar sonhos esquecidos, tocar-te os outroras, relembrar quem fomos, os calabouços, as histerias. Ah! Quem me dera sonhar contigo, sempre nos imaginando naquele "Vale" que a vida nos ofereceu, e nós, a escalar íngremes façanhas daquilo que temos e tememos, a própria vida! Se tivesse eu as garras triunfantes de um alpinista, talvez não ficasse só aqui, trémulo diante de tal façanha, iria deslumbrar, escalar esse desconhecido que fascina, alucina e destrói.

QUAL É O CÚMULO? ...da burrice? Tirar par ou ímpar com o espelho. ...da rapidez?
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QUAL É O CÚMULO? ...da burrice? Tirar par ou ímpar com o espelho. ...da rapidez? Fechar uma gaveta com a chave dentro. ...da confiança? Jogar palitinho pelo telefone. ...do egoísmo? Não vou contar, só eu sei. ...da sorte? Ser atropelado por uma ambulância. ...da tragédia? Ser atropelado por um carro de funerária! ...da lerdeza? Apostar corrida sozinho e chegar em segundo lugar. ...da rebeldia? Morar sozinho e fugir de casa. ...da economia? Usar o papel higiênico dos dois lados. ...do basquete? Jogar uma bola na cesta e acertar no sábado. ...da concisão? Escrever redação sobre futebol dizendo: "Partida adiada devido ao mau tempo". ...da força? Dobrar a esquina. ...da paciência? Encher uma piscina com conta-gotas. ...da ignorância? Abrir a caneta para procurar as letrinhas!

BOLINHOS DE ARROZ Quando criança e xereta comilão, pedia para minha mãe fazer uns bolinhos de arroz, adorava, degustava como um crocodilo mastiga sua presa. Com o passar dos tempos, nos distanciamos, sempre sentia aquela falta: Dos bolinhos de arroz. Entra ano, sai ano; os tempo…
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BOLINHOS DE ARROZ Quando criança e xereta comilão, pedia para minha mãe fazer uns bolinhos de arroz, adorava, degustava como um crocodilo mastiga sua presa. Com o passar dos tempos, nos distanciamos, sempre sentia aquela falta: Dos bolinhos de arroz. Entra ano, sai ano; os tempos eram outros, mas não podia me reencontrar com minha mãe, já com outras idades, que o "bolinho de arroz" vinha à tona; fartava-me só em pensa-los. Não é que, vai um dia, família reunida, para nos gladiarmos, surge minha "brilhante' ideia, tentando amenizar as vias de fato. Por que não façamos um "bolinho de arroz", elaborado, lógico, por mamãe. Num é que ela se aventura? Mão na massa, ovos, farinha, fermento, etc e tal. E sai o tal do bolinho, foi aquela festança entre nós; vamos come-los, não deu certo. Agora num sei, idade, o ponto, a altitude, longitude, frigideira, óleo, etc. Mas ficou, o bolinho tão duro, tão duro, que, discretamente todos deram, um chega pra lá. Tadinho; ia passando, no local do crime, um amarrotado cachorrinho de rua, vulgo 'vira latas". Eu, com minha vontade de ajudar e disfarçar aquele horrendo fiasco, tive a brilhante ideia. Vou jogar um bolinho pro cachorrinho, pensei, cachorro roe osso, então que seja. Não é que na hora de jogar acertei na cabeça do cãozinho? Acho que deu fratura exposta, o bicho saiu num pinote, que nem o maior maratonista chegava perto. Até hoje não se sabe mais a história do bichinho, e eu também, nunca mais pedi pra mama fazer um bolinho, nem que seja de "pensamentos".

Com a plenitude serena, sem desacatos, sem palavras obscenas, muito menos truculências verbais, morais ou físicas, tiramos de letra, não um inimigo, mas sim um terrível obstáculo. Caminhemos, daqui por diante, visando outros horizontes, que não sejam tão terríveis, por onde já pa…
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Com a plenitude serena, sem desacatos, sem palavras obscenas, muito menos truculências verbais, morais ou físicas, tiramos de letra, não um inimigo, mas sim um terrível obstáculo. Caminhemos, daqui por diante, visando outros horizontes, que não sejam tão terríveis, por onde já passamos. Deus esteja conosco!

Quando não se quer; não se quer, quando se quer, vai à luta para poder querer, mede-se primeiramente o querer, porém, fica a dúvida; querer ou não querer. Chorando te clamo, te quero; ao mesmo tempo me duvido, será que é isso mesmo que quero? Mas se eu te quiser, e se tu não me q…
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Quando não se quer; não se quer, quando se quer, vai à luta para poder querer, mede-se primeiramente o querer, porém, fica a dúvida; querer ou não querer. Chorando te clamo, te quero; ao mesmo tempo me duvido, será que é isso mesmo que quero? Mas se eu te quiser, e se tu não me quiseres, ficarei aos prantos da não querência, negando-me um: eu te quero. Acalento-me na dor da recusa, más penso; eu me quero e logo penso em outro que me queira!

Não estamos preocupados com números de manifestantes, mas sim com nossas ideologias patrióticas. Não estamos a nos beneficiar da pobreza, que impera, mas sim acalmá-la. Queremos um bem comum, entre raças, credos, ideologias.
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Não estamos preocupados com números de manifestantes, mas sim com nossas ideologias patrióticas. Não estamos a nos beneficiar da pobreza, que impera, mas sim acalmá-la. Queremos um bem comum, entre raças, credos, ideologias. Busquemos sempre a união, e não desavenças, procurando a prosperidade e diálogo, acharemos um comunhão fraterna. Não procuramos inimizades e sim a paz. Repetindo; o número não é essencial, mas sim a qualidade!