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Frase de Aylor Lopes Jr.

Farinha do mesmo saco. Eu, mísero desprezado, amarelado, más já refinado, sou eu farinha, que fiquei estocado, fui até aberto; porêm nunca usado. Quem saiba fui descartado por nobre conhecedor ou até mesmo por um leigo, que me deixou aberto, ao relento, nem ao menos provou meu odor, coloração, textura até talvez minha oriunda nobreza, o trigo. Sou eu agora par de outro saco, em mesma circunstãncia, doentio pelo desafeto de ser desprezado e com tanto talento de ser, ao menos alimento!

Aylor Lopes Jr.

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Fonte e informações de autoria

Pensador.com

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Marujo incauto Sou um novo nessa epopéia, a desvincilhar novos horizontes, eu, numa náu provida de fartos desejos, à procura de uma terra fecunda a me esperar, sou eu, pequenino em proezas, um marujo sem comandante; à procura de terras fecundas. Sentirei-me fartado ao avistar essas terras, apagarei as tempestades passadas; pisando em suas terras, fincarei minhas estacas, naquilo que nem imagino. E minha imaginação a vagar, posso até escutar agora, a terra me dizendo uma frase que só eu decifrarei: Tú és daqui; mais um pecador incauto!

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Fagulhas Algo mudou. Uma pequena fogueira achei, talves finita, não sou preciso e sou sem presságio, apenas me aqueço do que posso, fico encantado pelo fogo que me arrefece. Mas o que me fascina mais são as fagulhas incandescentes, que bailam no ar em brasas embaladas pelo vento das dúvidas; sei que terão uma chama breve, pois são estilhaços de uma fogueira acesa à pouco. Talvez esse fogo nem tenha o fulgor e alimento suficiente, para ao menos amainar o frio que me cala fundo. Eu errante, só resta sentir o calor que ainda emana e, boquiaberto ficar esgueirado nesse refúgio olhando o vazio; o vóo breve dessas fagulhas.