A morte chega lentamente para quem não se arrisca. A vida passa acelerada enquanto o olhar do desejo pisca. O prazer está nas entrelinhas.
Frases de Aroldo Arantes
107 frases
Não dê desculpas, viabilize-se! Sonhar alimenta a alma, mas o que realmente vai ficar é o que você fez!
Pobre menina tonta, acho que ela nunca se deu conta, vivendo assim tão distraída, que a vida com ela apronta, que apronta com ela a vida.
Ultimamente tudo me inspira, me aspira, me expira.
Esses ecos teus me fazem bem! São seus olhos que me tomam de verdade, e de tudo mais que possa haver, em ti, em mim e ao meu redor.
Sentado, calado, o meu olhar cessou. Eu calo, não falo, o silêncio já gritou.
O riso adormeceu e raso deitou no breu, se cobrindo com aquele desinteresse costumeiro, de quem finge que já se esqueceu.
As vezes sou flecha, as vezes alvo, as vezes sou circo, as vezes palco, as vezes sou abrigo, amigo, as vezes eu sonho alto.
Eu vesti o sorriso da vida e dancei sozinho o errado. Eu sorri o sentido da rima e amei descompassado. Eu sou eco e som! Eu sou eu, fora do tom! Eu sou do tamanho de meus instantes, da estatura de meus desejos e aconteço em uma frequência insana, que emana o meu coração.
Felicidade não é algo fácil de provar! É algo caro, mas que o pobre sempre tem! É algo barato, mas que o rico não pode comprar.
Vivemos tanto de aparências, que quando o espelho nos ataca, muitos caem cegos, fulminados pela lâmina da realidade.
Cada um que cuide da sua própria dor. Cada um que pinte a sua cor. Cada um que adube a sua flor. Cada um que viva, seja lá como for.
O meu olhar não tem cura, quanto mais me entendo, menos me conheço e a insanidade me procura.
Não me venha com indiretas tentando inverter o sentido de tudo que já foi dito, eu prefiro mil vezes a verdade do que um carinho fingido.
Espero um sentido novo, que vá além do frescor das estações! Quero um amor ditoso, que tenha gosto, sabor e sensações! Quero neve e vulcões.
A saudade grita alto, e me maltrata, quase sem falar. Sinto falta dos seus versos e dos seus verbos, sinto vontade de te conjugar.
Eu fugi das suas mesmices, procurando não deixar à mostra as minhas superfícies. Pois me sinto tão vazio quanto um rio sem o mar. Já nem sei se te sorrio se o teu cio quer ficar. Eu rugi minhas certezas, derramando dúvidas e gotas sobre a mesa. Eu tingi ao encostar em tua orelha…
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Eu fugi das suas mesmices, procurando não deixar à mostra as minhas superfícies. Pois me sinto tão vazio quanto um rio sem o mar. Já nem sei se te sorrio se o teu cio quer ficar. Eu rugi minhas certezas, derramando dúvidas e gotas sobre a mesa. Eu tingi ao encostar em tua orelha enquanto a palavra emudeceu a poeira. E o silêncio conversa suas mal traçadas entrelinhas, assobiando sem se preocupar com a cafonice. Alguns acordes inconfessos de suas melhores linhas, dedilhando o inverso daquilo que ainda não existe.
Aguça minha cabeça confusa, que não sabe se vai, se cai ou se vem. Acusa assim avessa, intrusa, que não cabe mais o ai de ninguém.
Como alguém que percebe nas coisas a sua essência pode realmente não ouvir sua melodia?
Desencavo meus entraves, trovejando pequenos lampejos. Desentravo meus lugares, desejando e querendo seus ensejos.
Tem muito ruído, achando que é orquestra! Tem muito barulho, pensando que é canção! Tem muito silêncio, achando que ainda presta! Tem muito vazio, pensando que é chão.
No meio do centro, que o dentro desenha, o sopro escuta a calma que te freia.
O mundo se acaba a cada mão desatada, a cada verso não dito, a cada não concebido, a cada lágrima calada. O fim de tudo está nas reticências... O mundo se acaba a cada flor não regada, a cada verbo perdido, a cada chão destruído, a cada palavra não dada. O fim do mundo está na i…
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O mundo se acaba a cada mão desatada, a cada verso não dito, a cada não concebido, a cada lágrima calada. O fim de tudo está nas reticências... O mundo se acaba a cada flor não regada, a cada verbo perdido, a cada chão destruído, a cada palavra não dada. O fim do mundo está na incoerência...
Sou doce como um néctar, mas sou amargo para alguns sentidos. Sou instável como o verbo, mas mesmo assim, sou afago para alguns adjetivos.