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Frases de Ariane de Moura

91 frases

"Fio de ouro" Meu coração é feito gelo que derreteu com o calor Agora lágrimas de sangue
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"Fio de ouro" Meu coração é feito gelo que derreteu com o calor Agora lágrimas de sangue Percorridas aqui Onde foi que me perdi Ahhh meus olhos a mercê de você A minha alma ansiosa Por que você sabe Eu nunca vou esquecer Dedilhando os dedos na tela Você não sabe mas só hoje A esperança tola de te ver De ouvir você dizer Eu amo você Esperança burra tão tola Quanto meu coração Que agora dói em chamas Eu deixei o amor entrar

⁠"Na dor " Na noite imperfeita Casulo, borboleta
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⁠"Na dor " Na noite imperfeita Casulo, borboleta Nesse espaço nítido De amor Eu fiz de você princesa Rainha da singela beleza Desenfreado amor Joguei as cartas na mesa Fiz o caminho da tristeza Quando de me a frieza Arrancou suspiros de dor Enlaces de rancor Onde se perdeu , pétalas mortas De um impuro amor .

⁠"Toque" Por cá dentro dos seus olhos Façam jus a minha frenética ausência
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⁠"Toque" Por cá dentro dos seus olhos Façam jus a minha frenética ausência Por lá a minha indignidade e decência Vertentes impuras , saltitam Gritantes, elevadas borbulham O peso do beijo medido na balança O acinte , indevido daquela chama O grunhido descontente De uma voz gemido desconcertante Vez ou outra pelos meus ouvidos Passam por mim Destilam pelo suaves dedos e relevos Alvoroço , o brilho escandaloso Derrepente ego despido Cheirava a folha de alecrim

⁠"Turquesa" Senti o seu cheiro A sua pele exalava
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⁠"Turquesa" Senti o seu cheiro A sua pele exalava A sensação desequilibrada Dos meus olhos perdidos Sem entender , sem requeri Te despi com os olhos Tentei juro , tentei Me engasguei Prostrada , não consegui O que ? Porque Sobre o que Deslocar os olhos de te Pobre carne infundada Em desejos todos por nada Golpeada exposta ali Montou uma armadilha De mim, dentro de mim , Para mim.

⁠"Se partiu Eu fugi , perdoe-me a covardia Eu tive que ir
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⁠"Se partiu Eu fugi , perdoe-me a covardia Eu tive que ir Pulei a muralha que cercava meu coração Não me despedi No toque silencioso Em câmera lenta eu te despi Tantas vezes eu te vi partir Tantas vezes quis pedir Hoje eu dormi pensando e te Hoje eu quis sumir Meu coração bateu tão forte Pobre de mim O nome disso é saudade Nessas impetuosas noites Faz morada em mim

⁠"Insana " Eu sou a fúria que arranca a pele A sede que queima
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⁠"Insana " Eu sou a fúria que arranca a pele A sede que queima Rasgando a garganta A dor fervente , abrindo a ferida Eu sou inevitável Aos corações quebrados Eu me parto a pele sangrenta Eu esfolo A dor corroída insípida Cuspida , escarnecida Aos cacos de vidro Mastigados engolidos A fome negra , a fúria intermitente A tempestade regida A chuva de mim Que sai pra fora De que não ver a hora De derramar espinhos Em te , desapareça Desapareça De mim

"Talvez"⁠ Por enquanto Você ainda acha que vai mudar o mundo
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"Talvez"⁠ Por enquanto Você ainda acha que vai mudar o mundo Por enquanto Ainda sente que tem algo além Você ainda sonha com quadros nas paredes E cadeiras de balanço de frente pro mar Por enquanto Você ainda pensa ser pra sempre Acredita em finais felizes E até que o amor supera tudo , Por enquanto , só por enquanto Vez ou outra você dúvida De vez em quando tudo vai O tempo é como areia fina Ao nosso pés Tente juntar e segurar a areia.

⁠"Armadilha" Todo começo cheios de adereços De flores programas e beijo
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⁠"Armadilha" Todo começo cheios de adereços De flores programas e beijo Todo tropeço do mais pequeno preço Custa a sanidade de um começo A controvérsias e um nó no estômago Que não me deixa mentir Também há caminhos Que jogada neles eu não tive escolha Tive que ir , calça meus pés Com uma película fina de vergonha Cobrir meus olhos Com a mais dura muralha de terror .

⁠"Quem vem lá " Eu sou o abandono Eu sou a negligência
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⁠"Quem vem lá " Eu sou o abandono Eu sou a negligência De um eu te amo sem certezas O final caótico da destreza Tristeza , profunda e insana tristeza Embaixo da pele havia Uma miserável incerteza Tristeza , destreza Sinopse perfeita Em tons escuros , Amargos esmagados Junto as cinzas Da mais bruta madeira Miserável incerteza Vem lá adiante Passando por mim Reluzentes diamantes Reluzindo firmemente Hospedeiro da tristeza Miserável, miserável destreza...

⁠"Cinzas" Faz tempo , faz tanto tempo Que a beleza não habita em mim
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⁠"Cinzas" Faz tempo , faz tanto tempo Que a beleza não habita em mim Tanto tempo Que os meus olhos não reflete os seus Nesse caos que perpétua a minha travessia Nessa réplica imperfeita Quem roubara de mim Quem sos-tes tão imprudente Em cada linha em cada brilho seu Dois passos ate-de te Sois perfeita para mim Contém a petulância divina da lua E sua relutância em ser vista como és Minha aurora das estrelas Minhas palavras perderam o valor O calor, o sabor , sem te sem ar, sem respirar Quanto desequilíbrio cabe em mim Sua , sussurrei paras as estrelas Sua , sua...

⁠⁠Êb adiv auos Pasme , a sensação desacelerada Continuamente obstinada
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⁠⁠Êb adiv auos Pasme , a sensação desacelerada Continuamente obstinada Taciturna , incoveniente Estúpida Que raio de palavras malucas A minha dívida insana absurda Não tenha pena de mim Nem do meu sofrimento noturno Sou eu mesma a causadora desse mau De tempestades irrelevantes De sol escaldante De beijos indecentes e bocas ferventes Miserável devaneio sem escrúpulos Quem me livrara do eu Maldito desequilíbrio De sorrisos perdidos Aqui jaz , nesse baú o eu feito de mim.

⁠ "Até o fim " Desequilibrado amor,
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⁠ "Até o fim " Desequilibrado amor, Já ouvira o som do mar Es para mim como a tormenta Que acalma ao mesmo tempo isenta Meros sussurros Escondido nas palavras de um velho caderno. O amor grita por socorro Em uma torre escondida Em meio aos destroços e espinhos Quem ouvirá Sangrarei os pés nos espinhos Retirarei pedra por pedra E numa cova profunda Em meu coração Enterrarei você ............./\......... Adeus meu amor

"Sereno de fogo " Oi chuva Hoje eu vi e assisti o amor da minha vinda inteira .
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"Sereno de fogo " Oi chuva Hoje eu vi e assisti o amor da minha vinda inteira . Ela sorria tanto que brilhava Nem um breve silêncio Calava nosso coração Meus olhos se alegram ao te ver . Tudo melhora o tempo fica bom E o não querer ir, quer um ficar permanente Você não sabe mas eu chore, Não visivelmente mas a minha alma Ao te ver de alegria se derramou Fisicamente chegou a beirar os olhos mas engasguei com o choro . Eu poderia explicar milhões de motivos Para amar tanto você é nenhuma palavra descreveria . Mas um olhar e meu sorriso sincero Confidente a você rendido ao seu coração e beleza implacável, Te diz, te confessa te confirma A minha maneira torta Não importa a onde você vá , não importa a onde você esteja Eu amarei você pra sempre Dedicado a você meu sorriso Minha poesia inespressivel, Pra você eu sou um mar de palavras gritantes , que se cala e se acalma Com sua presença e voz Sou o lar que abraça suas dores e alegrias sua gargalhada preferida Meu choro de pureza é alegria .

⁠"Um ponto no escuro " Amar é , amar é Como uma doença terminal
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⁠"Um ponto no escuro " Amar é , amar é Como uma doença terminal Com o gosto do seu doce preferido Que destrói devagar sem que você perceba E lá se fora o brilho , as vontades O querer , sobraram elos quebrados Copos e corações partidos Não se deve Morrer por amor e viver pelo mesmo Constantemente incapaz Incapaz de viver por amor Talvez bem talvez morrer pelo mesmo Não se pode viver por amor Mas morrer , morrer é mais propício Aos quebrados e partidos Esmiuçado destinados Miséria insana de um desamor

"Despedida " ⁠Eu me perdi de você Nas batidas suaves do meu coração
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"Despedida " ⁠Eu me perdi de você Nas batidas suaves do meu coração Nas aceleradas quando ele a via Eu me perdi de você A dor é como um sopro pontiagudo Que se adentra a minha alma A inércia constante Da minha falta de calma Relutância, indignação Um medo apavorante Da sua perda infinita Da sua finita presença Eu me perdi de você Naquele enlace Onde as nossas mãos se encontrarão Explorei por sua partida Vá , vá de mim Vá da minha irá retida

⁠Quando eu me for A agonia da morte sufocando As entrelinhas da vida que se esvai
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⁠Quando eu me for A agonia da morte sufocando As entrelinhas da vida que se esvai O cacere infinito que gargalha Sucumbindo-me Da minha face pálida Que nada mais podera fazer Intragáveis versões ,detestáveis como abutres Na carcaça podre apoderam -se de mim. Corvos miseráveis aproveitadores da minha fraqueza Como aste venenosa enfraqueceu -me Queimaram minhas asas ,com medalhões de ferro prederam me ao chão Mau sabe eles que de me , quem flutua São as versáteis escruciantes Repugnantes palavras..... Meras palavras

⁠ O céu nublado anuncia a tempestade Que se apodera de mim
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⁠ O céu nublado anuncia a tempestade Que se apodera de mim A indignação constante de quem não é compreendido Chuva de flechas dilacerantes Inundaram meu ser Mais uma vez eu cai Fui desacreditada de mim Infelizmente um elo quebrado Mil vezes dor . Impune da minha crença perversa Desejei a morte com muita dor Quem diria , escrava de se Banida maldita...

⁠"Farpas " As palavras me escapam pelos olhos Saem atropeladas pela angústia violenta
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⁠"Farpas " As palavras me escapam pelos olhos Saem atropeladas pela angústia violenta Rabiscando vestígios de uma poesia sangrenta Minou de mim o fio de esperança Que sempre me perseguia Mas nunca fazera morada definitiva Apartando de mim a felicidade repetina Inquilina maldita, fez a fogueira E colocou para queimar grandes cubos de gelo Ardera veementemente Até que as frias e pontiagudas farpas Acertaram meu miserável coração Que congelou, sem se despedir Sem fazer barulho Repetidas vezes sem grunhidos.