Frase de Ariane de Moura
"Toque" Por cá dentro dos seus olhos Façam jus a minha frenética ausência Por lá a minha indignidade e decência Vertentes impuras , saltitam Gritantes, elevadas borbulham O peso do beijo medido na balança O acinte , indevido daquela chama O grunhido descontente De uma voz gemido desconcertante Vez ou outra pelos meus ouvidos Passam por mim Destilam pelo suaves dedos e relevos Alvoroço , o brilho escandaloso Derrepente ego despido Cheirava a folha de alecrim
No pensador.ai desde