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Frases de António Prates

759 frases

Os invejosos nasceram para sofrer com a felicidade dos outros.
Depois de tanto alarido e de tanta ostentação natalícia, foi-se mais uma noite de Natal, entregaram-se as prendas, saciaram-se as expectativas, encheram-se os contentores do lixo de papéis amarrotados dos embrulhos das prendas, e a próxima etapa será desejarmos um bom Ano Novo a…
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Depois de tanto alarido e de tanta ostentação natalícia, foi-se mais uma noite de Natal, entregaram-se as prendas, saciaram-se as expectativas, encheram-se os contentores do lixo de papéis amarrotados dos embrulhos das prendas, e a próxima etapa será desejarmos um bom Ano Novo a quem gostamos e até a quem queremos ver pelas costas, porque parece sempre bem desejar um bom Ano Novo a toda a gente.

Sou filho de um berço que é feito de palha e cheira a verdura... Sou fruto de um Maio
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Sou filho de um berço que é feito de palha e cheira a verdura... Sou fruto de um Maio coberto de flores chorando a censura... Sou eterno gaiato que brinca nos campos a brincar com nada... Sou força de um tempo que um dia sorriu e se fez alvorada... Sou sonho que emerge por entre o restolho e se esvai no pousio... Sou conto sem fadas que avança no tempo que não se contou... Sou grito da alma que brada no céu e cai no vazio... Sou poeta que avança por entre o destino, sem saber quem Sou.

25 de Abril sempre! A força desta nossa Liberdade travou nas bravas lutas das batalhas
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25 de Abril sempre! A força desta nossa Liberdade travou nas bravas lutas das batalhas as sombras que já não sabia a idade dos firmes maus intentos dos canalhas… Firmou-se a alta voz das velhas gralhas, dos ratos desta enorme bandalheira… Sugaram fardos, bolos e migalhas, na sombra que sobrou da azinheira… Por tal fraternidade, é companheira dos velhos ideais que o povo ordena… E hoje, quer se queira, quer não queira, a sombra é mais escura e mais pequena.

Vou fazer de conta que já me esqueci dos dias mais quentes, das noites mais frias; mas no fim de contas, o que faço aqui,
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Vou fazer de conta que já me esqueci dos dias mais quentes, das noites mais frias; mas no fim de contas, o que faço aqui, neste catavento cheio de avarias...? Sopram na aragem ventos duma sorte que tanto dominam laços corrompidos; e vindos do nada, passam com desnorte pelo catavento, junto aos meus ouvidos.. Faço que não oiço, porque fiz de conta que já não sou eu, nem me reconheço; oiço esses zunidos, com a cabeça tonta, dou-me ao manifesto, dão-me qualquer preço... Porém, contrafeito, tão-pouco me valho, nesta condição, com um ar cinzento; sou mais um andrajo, pareço um bandalho, junto ao velho eixo deste catavento.

Mesmo quando nada nos parece ajudar, lembremo-nos sempre que a nossa confiança, a nossa determinação e a nossa persistência, são as nossas melhores conselheiras. Se partirmos uma pedra à centésima martelada, as noventa e nove marteladas anteriores são tão importantes como aquela…
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Mesmo quando nada nos parece ajudar, lembremo-nos sempre que a nossa confiança, a nossa determinação e a nossa persistência, são as nossas melhores conselheiras. Se partirmos uma pedra à centésima martelada, as noventa e nove marteladas anteriores são tão importantes como aquela que partiu a pedra. Deus sabe disso, e normalmente conversamos com cada uma dessas marteladas da mesma forma que conversamos com Deus.