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Frases de Antonio Montes

876 frases

PEDRAS DURAS Pedras duras que duram... Até as pedras que são duras
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PEDRAS DURAS Pedras duras que duram... Até as pedras que são duras um dia amansam-se e deixa se transformar em... Muros, e paredes de suas casas, só para subir ao sol e aos seus... Com isso, ficar mais perto do céu e reluzirem de felicidades aos olhos meigos de Deus. Antonio Montes

ACORDES ALADOS As sombras se despediu, amanhece dia ... Agora a lua, jaz... Se escondeu,
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ACORDES ALADOS As sombras se despediu, amanhece dia ... Agora a lua, jaz... Se escondeu, deixando a noite e as lembranças do seu prateado e de nossos afagos. Nesse ínterim... Os compositores alados treinam os primeiros acordes da sua união, e do seu fado, e com isso... Saem chilreando pelas folhas do seu salão. O sol reaparece... E aquece com sua prece, iluminando o amanhecer do seu reinado ... Perdurando a sua esperança pelo dia para logo, cair colorindo em seu crepúsculo ... E outra vez, fixar a saudade da nossa frenesia. Antonio Montes

FLECHA DA VIDA A noite invoca... Chave na porta,
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FLECHA DA VIDA A noite invoca... Chave na porta, escancaro do medo ... A porta entorta, coragem importa. Aonde esta a solidão? se não aqui! Ela me deu a mão impulsionou o meu silencio desencantou meus sentimentos... intensos tensos propensos... Quebrei, voltei chorei na volta quem se importa! Se importa um coração que aporta solidão... Vejo o meu sonho... Ritmos toca-me uma canção acordado... Sentimentos desentortam e passos irão a oca. Mas se toca a sua joça a sua joça toca... ainda que possa, poça. Livro fechado cadeado, poca flecha da vida ... Fossa. Antonio Montes

A ORAÇÃO A reza virou roque... Folks, trote...
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A ORAÇÃO A reza virou roque... Folks, trote... Baião lambada e xaxado não se espante... A oração virou funk. Hoje a reza ora por ai... Como hally com bleik, hip hop e happy Como, blues em azul expandindo mimica, fazendo reality show... Com soul de norte a sul para baixo e para cima bateria e violão, guitarras tina, suas rimas... A reza, é show para todos os lados... Show que não pertence a reles coitados. A reza esta por ai... Aos saltos, pelos palcos pelas mãos e requebrados, a reza hoje te quebra... Com dizimo p'ra todo lado. Antonio Montes

QUANDO EM QUANDO Quando ando, vez em quando... Canso
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QUANDO EM QUANDO Quando ando, vez em quando... Canso nesse fago, que me afago... Manso. No meu tranco, levo um branco... E respiro tonto, tanto! Que quando em quando... em meu encanto eu desando... Pranto. Perdido no canto do meu silencio eu desencanto... Em sentimentos prontos. Eu desato aquele clima d'aquele ponto propenso e aos mandos do meu casulo tenso, Eu abro, assas coando... Os tímpanos do meu comando. Antonio Montes

P'RA QUE Chorar p'ra morrer... Morrer p'ra que?!
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P'RA QUE Chorar p'ra morrer... Morrer p'ra que?! P'ra que chorar, p'ra que morrer... Se morrendo, vou para um céu que mesmo chorando aos tendeu vivos não poderão ver. ... Nesse mundo o invisível olhos nenhum, nunca viu! Promessas eterna incrível discursos, realidade imbatíveis aquele que se vai... Sumiu. Morrer p'ra que... Se a vida, esta tão boa, renascerei em outra pessoa? Se me vou, como serei, como irei, como sou... quem virá me avisar que dia, que hora vou? Eu quero ficar aqui todo pulo, todo fôlego, nesse mundo de nós todos não quero ir para uma vida... Que para sempre serei bobo. Antonio Montes

SOBRE MESA Sobre mesa, sobre a mesa...
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SOBRE MESA Sobre mesa, sobre a mesa... Jogo sobre toalha, palha, pala empala, que me valha a peleja com framboesa... E com frutos grená de cereja. Sobre a mesa... Essa prosa, que me empolga, empalha e me embala talha-me, e coalha a cara... Nessa minha vida de farra. Sobra a mesa... Minha galha, escangalha a minha falha a vida então me baila e sentimentos me ampara. Antonio Montes

TABAQUE DA SAUDADE O tempo sob meus dias esvazia a revelia
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TABAQUE DA SAUDADE O tempo sob meus dias esvazia a revelia bom dia... Boa tarde! Meu amor, quanta saudade! Me invade, quando de balde Frenesia, frenesia... Quem diria! que um dia, de saudade ... Eu morreria O tempo sob meus dias as lembranças são escape e no tabaque da verdade coração pulsa aos baque. Antonio Montes

DISFARÇADO Minhas pernas tremulas, na taberna, beira
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DISFARÇADO Minhas pernas tremulas, na taberna, beira Inverna, anima poemas e rimas assina, assassina mina... Na sina que ensina. Sina que condena milhares, centenas com sua antena encima sem pena sem medida pela vida, plena mídia treina, trena na despedia. Treina, penas para cima renas para baixo Uma novena em março uma trova em cacho na arena, remo rema... Canoa, resma remado reinado todo cansado. Antonio Montes

SE ACABOU Ele foi de tal enfarte ou na parada cerebral...
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SE ACABOU Ele foi de tal enfarte ou na parada cerebral... AVC levou a marte em nave estomacal. Dor no peito, de jeito circulação toda tona pressão e seus trejeito futuro que te arromba. A noite te foi insônia manipulada cafeína fantasmas e suas sombras ao amanhã desanima. E esse colesterol... com a banha que arranha saúde em bi menor o coveiro faz barganha. Antonio Montes

DISFARÇADO Minhas pernas tremulas, na taberna, beira
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DISFARÇADO Minhas pernas tremulas, na taberna, beira Inverna, anima poemas e rimas assina, assassina mina... Na sina que ensina. Sina que condena milhares, centenas com sua antena encima sem pena sem medida pela vida, plena mídia treina, trena na despedia. Treina, penas para cima renas para baixo Uma novena em março uma trova em cacho na arena, remo rema... Canoa, resma remado reinado todo cansado. Antonio Montes

SEU FILME Olhos, olha... Olhem?! Vocês estão sendo filmado...
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SEU FILME Olhos, olha... Olhem?! Vocês estão sendo filmado... De cima, de baixo do alto do lado... Para cima concreto para baixo asfalto paredes... Muros em sua volta quanto tato se perdeu... Observem, o que não é janela é porta. Mundo gago mundo sarro mundo te engole... Não faça corpo mole, não tente seu escapole se escorregar, não corre se cair, morre. Antonio Montes

NO QUILO Estou no quilo por aquilo
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NO QUILO Estou no quilo por aquilo que eu comi lá no almoço. Dias dóceis dias de sal e outros mas muitos desses ... São insossos. Estou no quilo desse grilo que me íntica até o pescoço. Lá em cima é só desvio e para baixo... A sobra é osso. Antonio Montes

MAR BRAVIO O mar bravio estendeu, o mar bravio estendeu...
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MAR BRAVIO O mar bravio estendeu, o mar bravio estendeu... Nas águas das esperanças no amor de você e eu... Eu joguei minha tarrafa na saudade que passava achei as malhas das lagrimas e a esperanças, em fornalha. Queimei de amor a distancia ... Que de ti me separava me perdi, na vil lembrança do abraço que nos faltava. A mar bravio estendeu, o mar bravio estendeu... nas águas das esperanças no amor de você e eu. Sem você eu perco sono e me afundo no pesadelo sou ancora em abandono pedra no desfiladeiro. Antonio Montes

PAREDE VERDE Parede verde... Não tem folhas
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PAREDE VERDE Parede verde... Não tem folhas não tem sede... Parede verde, é uma rede... Para os olhos secos de cor e sentimentos molhado de amor. Eu vi a parede verde... Sem ventos, sem chuvas, sem rios sem mares, marés... Aroma de flores navios sem amores... Sem passarinhos e sem ninhos. Parede verde, eu vejo... Sem musicas de realejo sem gosto e sem desejos, tristeza que enseja... aos olhos do sertanejo. Antonio Montes

DECRETO Se decreto decretasse, a mim... Para decreto fazer, eu decretaria
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DECRETO Se decreto decretasse, a mim... Para decreto fazer, eu decretaria e um decreto, eu, iria fazer... Decreto para servir a todos a mim, a ti, e a você. Um decreto de liberdade que causasse euforia decreto, que podes-se, ir e vim servindo João, José e Maria Eu decretava que desvio não seria permitido exceto, desvio de estrada ou de rios poluídos... Estrada para passadas e rios, para sorriso. Decretava que os desvios feitos por mãos de bandidos recebessem, os castigos das leis e nunca mais fossem envolvidos. Antonio Montes

ALPENDRE Do alpendre... Uma lua, uma rua
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ALPENDRE Do alpendre... Uma lua, uma rua a brisa da noite se estende ... E as recordações se entendem com todas saudades sua. A quanto tempo ficou! A corda que voce pulava... Os sorrisos e o anel da noite que pelas mãos, inocentes passava... Aquele primeiro beijo... Dado com tanto tremor! Depois do temporal da chuva o arco-íres e suas cores em meio a ciranda da roda... Trazia, jardins e amores. O sonhar com tanto amar propagava-se cantando versos o tempo era de cirandá os versos, eram de confesso. Hoje, d'aquele alpendre a lua te faz recordar d'aquela infância encantada que encantou-se no tempo levando-te, sem avisar. Antonio Montes

NA TELHA Lua cheia lobo na telha
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NA TELHA Lua cheia lobo na telha urro no mundo... O medo em cima do muro vento na areia. Maré com sereia... Farol encandeia, sombras no escuro... O fim, não faz corpo duro e a peia, rodeia. Antonio Montes

FARRAPO DE AMOR Não me disse adeus, e se foi... E eu, afogado pelas lagrimas da despedida
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FARRAPO DE AMOR Não me disse adeus, e se foi... E eu, afogado pelas lagrimas da despedida não esbocei, uma só palavra! Parei no tempo... Viajei sentido em sentimentos te encontrei em meus sonhos, ali! bem ali ... Nos meus despedaçados momentos. Todavia, você colocava-se calada enquanto abanava a mão por aquela estrada ... Eu naveguei em minha loucura, perdi o sono, em desatino... Fiquei a noite inteira acordado! Buscava-te a todo canto do meu ser e só a sua presença, encontrava-se do meu lado. Quanto desespero... Quanto mais o tempo passava! Mais e mais! Despencava-me lagrimas... E essas, turvaram meus olhos chorosos! Enquanto a sua presencia se fazia ausente... a minha visão intensa, pressentia você. Você estava li, você se fazia presente, como encanto, no canto do meu coração... você me sorria, você adentrava na minha dor se propagando por todo meu consciente... Estou aqui, farrapo humano... Escravo desse imenso amor. Antonio Monte

COBRA NO FENO Cobra com guizo com malha
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COBRA NO FENO Cobra com guizo com malha com lista, lisa ajuíza sem juízo... Escandaliza, escandalizo. Cobra... Escondida no feno com nervos, tremo perene condeno, por ser pequeno... Muito veneno. Antonio Montes

PORÃO DE NAVIO No porão d'aquele navio.. Quantas lembranças de dor!
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PORÃO DE NAVIO No porão d'aquele navio.. Quantas lembranças de dor! Choros contidos a noite... Saudades, distante do amor e as, esperanças em açoite. Pesadelos das chibatadas marcas pressão e correntes a fome ali, quieta é mata as abrangentes cascatas das incoerências, aos inocentes. No porão d'aquele navio... Quantas lagrimas derramadas! amor ali, tornou-se pavio com a ganância desenfreada. Até o mar rangeu de dor em meio a lamuria das águas nem os sonhos confortou a dor infindas das lagrimas. Antonio Montes