ACRÓSTICO EM MINHA HOMENAGEM V i uma luz, incandescente, a clarear, Iluminando em seu fulgor a barra inteira
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ACRÓSTICO EM MINHA HOMENAGEM V i uma luz, incandescente, a clarear, Iluminando em seu fulgor a barra inteira Luz na no forte, em São Marcelo, Amaralina, Muito mais brilho no Farol, no Forte, Ondina, Abaeté era só luz de beira a beira. D e tanto espanto, eu me indaguei, como que louco! E a luz, intensa, indiferente a minha queixa, Forte e brilhante muito mais do que há bem pouco... A brisa, o vento sussurra: segue, deixa Tamanho brilho, dessa forma, nunca visto, Igual a tanto deve ser sinal do tempo, Mas tempo a vir, como nos foi longe previsto, Alteração, sim, dessa coisa espaço-tempo. O que escutei, da cena em mim, de todo o espanto Lívido, em transe, comportei-me estupefato; Indiferente quis ficar com o como e o quanto, Vi nesse quadro, embevecido, estranho fato. E m que a força veio a nós, Sua Presença Indicativa do poder que lhe foi dado, Reino de paz em fúria santa, que a descrença, Alienada, tem de ver por seu pecado. Lenta, depois, amanheceu e veio a calma, Era manhã, de sol, bonita e claro dia, Interessante como após que o susto passa Todos se voltam a sua rotina, e foi uma graça: Era só Vilma trabalhando em poesia.